conecte-se conosco


Carros

Conheça o Ford Corcel, que fez muito sucesso nos anos 1960 e 1970

Publicado

Carros


source


Em 1968 o Corcel chegava ao mercado nacional, inicialmente na versão com quatro portas e, em 1969, com duas portas
Divulgação

Em 1968 o Corcel chegava ao mercado nacional, inicialmente na versão com quatro portas e, em 1969, com duas portas

Logo após a Ford brasileira ter adquirido a Willys Overland do Brasil , não demorou muito para lançar um carro com propostas familiares, econômico, moderno e ainda que tivesse um bom desempenho.

A Willys  e a Renault  então depois de formada a parceria, desenvolvia o projeto “M” de carro médio. Lá na França daria origem ao R12 , um carro que fez muito sucesso naquele país.

Aqui, sua carroceria ganhava um desenho diferente em relação ao irmão francês, mais adequado ao gosto do brasileiro. A plataforma e o conjunto mecânico foram projetados pela fábrica francesa, que era líder de vendas naquele país.

Desta maneira, em 1968 o Corcel chegava ao mercado nacional disputando um novo segmento com a concorrência, já que antes as únicas opções da montadora americana eram Ford Galaxie 500 e os utilitários F100.

Ford Corcel da primeira geração era baseado no Renault 12, do qual herdou uma série de componentes
Divulgação

Ford Corcel da primeira geração era baseado no Renault 12, do qual herdou uma série de componentes

O compacto de três volumes bem definido compreendia um estilo comportado, disponibilizado apenas na versão com quatro portas, motivo este que eram vistos sempre nas praças como táxi.

O espaço era consideravelmente agradável, suficiente para quatro ocupantes, porém o mesmo não podia dizer de seu motor de 1.372cm3 , ou 1,3 litro , porém era mais convidativo se for comparado ao seu concorrente direto, o Renault Gordini , com míseros 845cc , lançado no mesmo ano do exemplar da Ford.

De linhas um tanto quanto conservadoras, porém sem perder o estilo atual para os padrões da época, o Ford Corcel era uma excelente opção para quem queria conforto, economia e ao mesmo tempo um bom acabamento, longe de qualquer crítica da imprensa especializada.

A frente exibia faróis circulares estampadas por uma enorme grade que os envolvia. No canto direito do capô, estava localizado o logo da Ford denunciando a sua origem.

Interior era refinado para a época entre o final dos anos 60 e o início dos 70, mais do que a maioria dos rivais
Reprodução

Interior era refinado para a época entre o final dos anos 60 e o início dos 70, mais do que a maioria dos rivais

Falando nisso, o capô ainda contava com um sistema exclusivo de abertura ao contrário dos carros convencionais, justamente para evitar o destravamento do mesmo, evitando assim sérios acidentes.

Os pequenos para-choques, assim como a grade eram cromados, uma forte tendência dos veículos da época. Na traseira, destacava as lanternas formando um conjunto harmônico com o resto da carroceria.

O bocal para abastecimento estava camuflado pelo suporte da placa de licença a qual para abastecer bastava puxar a placa localizando assim a tampa do mesmo.

As pequenas rodas nas medidas 13 x 4,5 pol ( opcionais: 13 x 5 pol ) recebiam calotas parciais cromadas que combinavam com o resto do conjunto. As rodas calçavam pneus, 6,45 – 13 ( opcionais: 185/70 SR 13 ).

Internamente, os bancos possuíam um desenho que inspirava conforto para quem os visse. Nas portas prevaleciam as maçanetas internas cromadas e a manivela do acionamento dos vidros, um sinal de que naquele tempo se valorizava o acabamento interno.

O porta-malas era espaçoso, suficiente para abrigar duas grandes malas de viagem. A visibilidade era um dos grandes trunfos, graças as quatro portas e a amplo campo de visão, principalmente nas manobras.

Leia Também

Ford Corcel também tinha um certo apelo esportivo, principalmente na versão cupê, pegando a reputação do Mustang
Renato Bellote/iG

Ford Corcel também tinha um certo apelo esportivo, principalmente na versão cupê, pegando a reputação do Mustang

Com estes atributos, o compacto da Ford , logo alcançou um bom desempenho nas vendas. Só para se ter uma ideia, no primeiro mês de produção foram vendidos 4.500 carros , e perto de 50 mil já em 1969, graças a inovações tecnológicas, até então inéditas no Brasil, como, por exemplo, o circuito selado de refrigeração e coluna de direção bipartida, itens que a forte concorrência ( Renault Gordini e VW Zé do Caixão ) deixava a desejar.

O motor de quatro cilindros posicionado longitudinalmente, fixado com cinco mancais de apoio do virabrequim tinha 1,3 litro  e apenas 68 cv  brutos de potência. Apenas para frisar o Dauphine/Gordini usava apenas três mancais, daí a razão do compacto da Ford ser mais resistente.

Porém, o desempenho do motor não era suficiente para o peso de 930 kg do Corcel de acordo com o resultados obtidos mais tarde durante testes de aceleração.

No ano de 1969, a Ford disponibilizava a versão duas portas, denominada c upê de estilo mais esportivo. O carro era basicamente o mesmo, com exceção da ausência das duas portas extras.

Com este detalhe, a visibilidade ficou um pouco afetada, devido a coluna “C” ser ligeiramente mais inclinada. Assim como a versão quatro portas, a de duas portas também era possível abaixar os vidros traseiros, conferindo mais conforto aos ocupantes.

O sucesso do Corcel na versão Cupê de duas portas foi tão grande, que na geração II, lançada em 1978 junto com a Belina – só era disponibilizado nesta configuração, abolindo de vez a versão com quatro portas.

A chegada do Corcel II

Ford Corcel II passou a ser um carro mais sofisticado que acabou passando suas qualidades para o bem cotado Del Rey
Divulgação

Ford Corcel II passou a ser um carro mais sofisticado que acabou passando suas qualidades para o bem cotado Del Rey

Em 1971 com o sucesso de vendas ( 127 mil unidades ), a Ford amplia a sua gama com a versão GT , uma proposta aos jovens da época que buscavam esportividade. As principais diferenças eram: grade dianteira e capô na cor preta fosca, teto revestido de vinil, rodas esportivas, faixas pretas laterais, faróis de longo alcance redondos.

O grande destaque ficava pela carburação dupla e coletores especiais, porém seu desempenho ainda deixava a desejar em relação a sua vocação esportiva.

Então a Ford disponibilizou um novo motor para o seu GT, passando a se chamar Corcel GT XP (extra performance ou desempenho extra).Agora o motor com 1,4 litro rendia bons 85 cv cumprindo a tarefa de 0 a 100 km/h em 17 segundos. A sua velocidade máxima ultrapassava facilmente a barreira dos 145 km/h.

Dois anos mais tarde, a linha Corcel e Belina ( lançada em 1970 ), ganhavam uma leve reestilização como grade, faróis e lanternas e capô, mas a maior mudança mesmo era o seu motor mais forte, uma heresia trazida de seu irmão mais vitaminado, o GT XP.

Em 1975 era lançado o Corcel LDO. Era o mesmo carro, porém com requintes como painel, portas e bancos monocromáticos, rodas do GT, teto de vinil e grade cromada, entre outras peculiaridades.

Assim a linha Corcel resistiu até 1977, quando a Ford já divulgava as primeiras imagens da segunda geração do modelo, ganhando a denominação “II” referindo-se a segunda reestilização que o modelo sofria.

Fonte: IG CARROS

Comentários Facebook

Carros

Piloto põe raridades da Ferrari à venda e pode arrecadar R$ 40 milhões

Publicado


source


Coleção de Ferrari inclui um modelo de Fórmula 1 e supercarros icônicos, com 288 GTO e o 275 GTB/4
Divulgação

Coleção de Ferrari inclui um modelo de Fórmula 1 e supercarros icônicos, com 288 GTO e o 275 GTB/4

Um piloto de corrida pouco conhecido, Marcel Petitjean está colocado a sua invejável coleção de modelos da Ferrari cujo montante de 28 exemplares dos mais raros modelos serão oferecidos sem reservas em um leilão da RM Sotheby’s em Paris, no dia 2 de fevereiro.

Petitjean não teve muito sucesso como piloto de corrida nos anos 60, mas com certeza compensou mais tarde com seus investimentos inteligentes. O ex-piloto até pensou em abrir um museu do automóvel , mas seus planos fracassaram e mais tarde ele decidiu vender as raridades.

Entre as preciosidades, estão uma 288 GTO de 1985, com apenas 272 unidades fabricadas e esta em específico, conta com apenas 9.600 quilômetros. O preço? Pelo menos US$ 2,8 milhões de dólares, ou R$ 15.164.800, em conversão simples.

Outra das raridades é a 275 GTB/4 de 1966, a primeira Ferrari de produção a ser equipada com a versão de quatro árvores de cames no cabeçote do V12. Provavelmente chegará a mais de US$ 2,2 milhões de dólares (R$ 11.915.200).

Outros destaques incluem uma Ferrari 250 GT Series II Cabriolet restaurada de 1959 e uma Ferrari 250 GT/L Berlinetta de 1964. Ambos apresentam o motor V12 “Colombo” de bloco curto de 3,0 litros e, sem dúvida, adicionarão quase R$ 40 milhões de reais à conta bancária de Petitjean.

Fonte: IG CARROS

Comentários Facebook
Continue lendo

Carros

Hyundai Creta Ultimate e Nissan Kicks XPlay: compactos, mas especiais

Publicado


source
Hyundai Creta e Nissan Kicks conseguem se diferenciar entre o mar de SUVs que está nas ruas hoje em dia
Cauê Lira

Hyundai Creta e Nissan Kicks conseguem se diferenciar entre o mar de SUVs que está nas ruas hoje em dia

Diante de tanto SUV que tem no mercado hoje em dia, que tal escolher um que procura de diferenciar um pouco do rebanho? É o caso da dupla Hyundai Creta Ultimate (R$ 167.890) e Nissan Kicks XPlay (R$ 134.890). O primeiro é versão topo de linha, com motor 2.0 aspirado e o outro a edição limitada em 1.350 unidades.

Se a ideia é não economizar no conforto, o Hyundai Creta Ultimate conta com itens incomuns para o segmento, como revestimento de couro de dois tons, acabamento do painel emborrachado e com textura caprichada que até simulam costuras como se também fosse revestido. Além disso, o assento do motorista tem ventilação e todos são perfurados.

No Kicks XPlay , o que chama atenção é o pacote exclusivo que inclui vários detalhes de acabamento em vermelho nas saídas de ar, na base do volante e nas costuras duplas do painel , do apoio de braço e dos bancos com acabamento sintético em preto e cinza.

Há também itens como carregador sem fio para celular, tela de abertura especial que remonta à edição limitada no multimídia Nissan Connect com tela sensível ao toque de 8 polegadas.

Por dentro do Hyundai, a central multimídia é um maior, com 10,25 polegadas, com melhor resolução, mas não tem funcionamento tão intuitivo e sem pareamento sem fio, embora tenha GPS nativo e três entradas USB, sendo uma para o banco traseiro.

A lista de itens de série do Creta mais equipado é bem recheada e ainda tem teto solar panorâmico, detector de fadiga, alerta de mudança indevida de faixa, piloto automático adaptativo, entre outros.

Apesar de ser um pouco menos sofisticado, o Nissan vem com itens interessantes, como chave presencial inteligente I-Key; botão de partida do motor; painel de instrumentos de sete polegadas em alta definição de imagens; abertura e fechamento das portas e fechamento dos vidros por controle remoto; acendimento inteligente dos faróis ; para-sol com espelhos para motorista e passageiro; porta-malas com iluminação interna e espelho retrovisor eletrocrômico.

Pelo visto, são dois SUVs compactos que fogem do comum. E têm quase o mesmo espaço interno , com 2,61 metros de entre-eixos e 422 litros no porta-malas no Creta e 432 litros no Kicks. O visual de ambos também não é nada convencional, com rodas exclusivas de aro 18 no Hyundai e pintadas de preto, de aro 17 no Nissan, que ainda tem aerofólio na traseira pintura com detalhes especiais.

Acelerando os dois SUVs diferentões

Nissan Kicks XPlay tem visual que remete à esportividade, mas não tem tanto fôlego quanto o rival com motor 2.0
Divulgação

Nissan Kicks XPlay tem visual que remete à esportividade, mas não tem tanto fôlego quanto o rival com motor 2.0

Com motor 2.0 aspirado, de 167 cv e 20,6 a altos 4.700 rpm, o Creta Ultimate mostra mais fôlego que o Kicks XPlay, com seu já bem conhecido 1.6 de 114 cv e 15,5 kgfm de torque a 4.000 rpm. No Hyundai, o câmbio é automático convencional, com conversor de torque e 6 marchas, o que favorece respostas mais rápidas que o CVT do Nissan , que faz de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos, ante 9,3 s do rival.

Apesar de ser mais leve, o Kicks também perde na relação entre peso e potência, de 10 kg/cv ante 7,8 kg/cv do Creta 2.0. Porém, o Nissan se mostra mais à vontade nas curvas que o Hyundai , que tem um pouco mais de altura (1,63 m ante 1,59m do Kicks) e um ajuste de suspensão mais voltado ao conforto, o que acaba levando a uma maior rolagem da carroceria de um lado para o outro.

Hyundai Creta Ultimate 2022 tem traseira de visual arrojado demais para os mais conservadores
Divulgação

Hyundai Creta Ultimate 2022 tem traseira de visual arrojado demais para os mais conservadores

No Creta, os freios contam com discos nas quatro rodas , o que diminiu a chance de haver fadiga em condições extremas, mas nos dois os sistemas funcionam a contento. A visibilidade dois dois também é boa, inclusive pelos retrovisores, com bons ângulos de visão. Em ambos, faróis e lanternas funcionam com LED no lugar de lâmpadas, até mesmo os auxiliares de neblina, tanto dianteiros quantos traseiros.

Levando em conta os dados do Inmetro, o Kicks é ligeiramente mais econômico, mas a autonomia do Creta é maior por causa do tanque pequeno do Nissan, de apenas 41 litros, ante os 50 litros do concorrente. Na cidade, o Nissan faz 7,6 km/l com etanol e 11,6 km/l gasolina, ante 7,7 km/l e 10,9 km/l do Hyundai , que pode rodar até 620 km na estrada com gasolina, contra 558 km do Nissan.

Conclusão

Ser diferente no mundo dos SUVs compactos fica em torno de R$ 30 mil mais em conta no caso do Nissan Kicks XPlay , mas o carro é uma série limitada e não é tão renquintado quanto o Hyundai Creta Ultimate . No cômputo geral, o modelo da marca japonesa vale mais a pena, já que nos demais quesitos a vantagem do rival não é tão grande. Mas é bom correr, já que restam poucas unidades à venda.

Ficha técnica

Hyundai Creta Ultimate 2.0

Preço: a partir de R$ 167.890

Motor: 2.0, quatro cilindros, flex

Potência: 157 cv (E) / 167 cv (G) a 6.200 rpm

Torque: 20,6 kgfm (E) / 19,2 kgfm (G) a 4.700 rpm

Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus: 215/55 R18

Leia Também

Leia Também

Dimensões: 4,30 m (comprimento) / 1,79 m (largura) / 1,64 m (altura), 2,61 m (entre-eixos)

Tanque: 50 litros

Porta-malas: 422 litros

Consumo gasolina: 10,9 km/l (cidade) / 12,4 km/l (estrada), com etanol e 7,7 cidade e 8,7 km/l na estrada

0 a 100 km/h: 9,3 segundos

Velocidade máxima: 190 km/h

Nissan Kicks XPlay

Preço: R$ 134.890

Motor: 1.6, quatro cilindros, flex

Potência:  114 cv  a 5.600 rpm

Torque:  15,5 kgfm a 4.000 rpm

Transmissão:  Automático, CVT, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambores (traseiros)

Pneus:  205/55 R17

Dimensões: 4,31 m (comprimento) / 1,76 m (largura) / 1,59 m (altura), 2,61 m (entre-eixos)

Tanque: 41 litros

Porta-malas: 431 litros 

Consumo etanol: 7,6  km/l (cidade) / 9,3 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11,3 km/l (cidade) / 13,6 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 11,8 segundos 

Velocidade máxima: 175 km/h


Fonte: IG CARROS

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso