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Concurso TCE/BIS premia projetos de melhoria no Plenário Virtual e na fiscalização de licitações

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Foto: Thiago Bergamasco/TCE-MT

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) premiou seis projetos distribuídos em duas categorias distintas no 5º Concurso TCE/BIS – Boas Ideias e Soluções. Em evento promovido pela Secretaria Executiva de Gestão de Pessoas no Sindicato dos Trabalhadores do TCE-MT (SinttContas), na sexta-feira (26), foram anunciados os nomes dos nove servidores que assinaram as propostas vencedoras.

O titular da Secretaria Executiva de Gestão de Pessoas, Eneias Viegas da Silva, explicou que o engajamento demonstra o empenho dos servidores em trabalhar em comunhão com a gestão, de forma colaborativa. “A gestão tem valorizado as boas ideias. Isso é muito importante para a gestão de pessoas, para o sindicato e, especialmente, à sociedade que vai receber serviço diferenciado, de qualidade.”

Com foco na sustentabilidade organizacional, os projetos deverão agora ser implantados no TCE-MT. É o que explica o secretário-geral da Presidência, Flávio Vieira. “Fico satisfeito de ver que o servidor, mesmo em ambiente de pandemia, está antenado às demandas do tribunal e nas oportunidades de aprimoramento do controle externo.”

Neste sentido, se pronunciou a primeira colocada na categoria “Melhorias”, Paula Araújo Antunes, que apresentou proposta relacionada ao Plenário Virtual. “Acredito que trará celeridade, desafogando o trabalho da secretaria do Pleno e Presidência. A gratificação de ser premiada por um projeto que vai melhorar o Tribunal é imensa, porque você vê que o servidor realmente faz parte e pode acrescentar algo ao órgão.”

Na categoria “Inéditos”, o vencedor foi Victor Augusto Godoy, com o projeto Machine Learning na Auditoria Governamental: identificando suspeitas de conluio em licitações. “A partir de um curso de ciências de dados para os auditores, vi a oportunidade de desenvolver essa. É uma satisfação grande poder devolver ao tribunal o investimento que foi colocado em nossa capacitação.”

Os projetos deveriam seguir pelo menos uma das diretrizes: Relacionamento com o cidadão-usuário; Integração com a sociedade; Gestão das informações da organização; Gestão do capital intelectual; Rotina de trabalho; Educação e capacitação e Qualidade de vida.

Os inscritos tiveram ainda que se atentar para objetivos como Desburocratização e simplificação de procedimentos; Transparência dos processos decisórios; Orientação para resultados; Foco cidadão-usuário; Aumento da eficiência, eficácia e efetividade do TCE-MT; Melhoria da qualidade dos gastos públicos; Interação controle externo – controle social e/ou controle externo – controle interno; Teletrabalho e gestão de equipes a distância.

Clique aqui e confira galeria de fotos. 

Confira a lista de premiados:

CLASSIFICAÇÃO FINAL – CATEGORIA MELHORIAS:

1º Lugar – PLENÁRIO VIRTUAL. 
Ganhadora: Paula Araújo Antunes

2º Lugar – METODOLOGIA DE REDUÇÃO DE ESTOQUE.
Ganhadores: José Marcelo de Almeida Perez e Eliane Moreira da Cunha

3º Lugar – UNIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMILARES – SGD – ASSINADOR – ASSINADOR WEB.
Ganhadora: Bruna Falchetti Lasmar

CLASSIFICAÇÃO FINAL – CATEGORIA INÉDITOS:

1º Lugar – MACHINE LEARNING NA AUDITORIA GOVERNAMENTAL: IDENTIFICANDO SUSPEITAS DE CONLUIO EM LICITAÇÕES
Ganhador: Victor Augusto Godoy

2º Lugar – LABCONTAS – LABORATÓRIO DE INOVAÇÃO DO TCE-MT.
Ganhadores: Carmen Hornick e Adriano da Silva Felix

3º Lugar – VALOR DE ALÇADA – RACIONALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, ECONOMICA PROCESSUAL E GANHO SOCIAL.
Ganhadores: Glauber Tocantins e Ediulen Jesus de Arruda Leite

Fonte: TCE MT

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Palestra sobre Prescrição no Âmbito dos Tribunais de Contas totaliza mais de 500 visualizações

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A palestra sobre a Prescrição no Âmbito dos Tribunais de Contas – Decisões Recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), realizada nesta segunda-feira (6) pela Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), contabilizou mais de 500 visualizações no canal do TCE-MT no YouTube. 

Supervisor da Escola, o conselheiro José Carlos Novelli fez questão de evidenciar o palestrante, Elísio de Azevedo, e a relevância do tema.

“Estamos muito honrados por nos atender e compartilhar o seu profundo saber sobre o tema caro e relevante, que está sendo objeto de debate e atualização de entendimentos, que é a prescrição no âmbito dos tribunais de contas. Agradeço imensamente sua colaboração para aprimorar o conhecimento do nosso quadro de membros, servidores do TCE, do Ministério Público de Contas (MPC) e das escolas publicas de formação que atuam em cooperação com o TCE”, destacou o conselheiro

Na oportunidade, o supervisor também ressaltou seu período à frente da Escola de Contas. “Creio que essa será a minha derradeira manifestação enquanto supervisor da Escola Superior de Contas, função que me foi designada pelo presidente, conselheiro Guilherme Antonio Maluf, e que desempenhei com muita dedicação, trabalho e zelo. Com a missão de presidir o TCE no biênio 2022/2023, serei substituído nessa supervisão pelo conselheiro Waldir Julio Teis, que tenho certeza terá uma gestão plenamente realizadora”.

De acordo com o palestrante, a relevância do tema se deve ao fato de que o Supremo Tribunal Federal (STF) vem firmando entendimento contrário ao defendido em julgados do Tribunal de Contas da União (TCU).

Para o STF, o prazo para a prescrição das pretensões punitiva e indenizatória é o mesmo, de cinco anos. Em julgamento unânime, a Suprema Corte negou provimento ao Recurso Extraordinário 636.886/AL, paradigma do Tema 899 de Repercussão Geral. 

No julgamento, foi fixada tese acerca do reconhecimento da prescritibilidade da pretensão de ressarcimento (indenizatória) ao erário, em se tratando de tribunal de contas, que ocorre em cinco anos.

Sendo assim, ao longo do evento, o palestrante, que é advogado atuante há quase duas décadas em processos de controle externo, abordou os impactos da fixação da presente tese e sua aplicação nas decisões do TCU.

Com especialização e experiência em tribunais de contas, Elísio também foi auditor federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), é procurador lotado na Procuradoria-Geral do DF e consultor de renomados escritórios de advocacia do País.

O encontro virtual reuniu participantes de 12 municípios do estado, além de representantes de 11 instituições.

Clique aqui e confira a palestra na íntegra. 

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Flickr: clique aqui

Fonte: TCE MT

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Pleno responde a consulta sobre despesas do Fundeb

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Tony Ribeiro/TCE-MT

O Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) respondeu a resolução de consulta da Prefeitura de Guarantã do Norte acerca do conceito e definição de profissionais da educação básica para fins de contabilização de despesas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Apreciado durante a sessão extraordinária remota de sexta-feira (6), o processo, sob relatoria do conselheiro Valter Albano, apontou que os entes da federação estão sujeitos às normas gerais da União, em virtude da competência concorrente prevista no artigo 24,inciso 9 da Constituição da República, dentre outras regras, previstas em lei.

“Os entes estão sujeitos às normas gerais da União em virtude da competência de concorrência, assim como as regras estabelecidas nas leis 9394 de de 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e a Lei 13935 de 2019, em razão da competência privativa da União para legislar sobre as diretrizes e bases da educação nacional”, disse.

O relator esclareceu ainda que, na nova Lei do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb),  são considerados profissionais da educação básica aqueles definidos no artigo 61 da Lei 9394/2019, bem como os profissionais referidos no artigo 1 da Lei 13935.

A norma considera o efetivo exercício  do servidor nas redes de educação básica, além das regras de custeio de despesas com recursos do Fundo.

“Veio a nova Lei e disse que os recursos do Fundeb, devem custear, naquele percentual previsto, os profissionais da educação de sentido genérico, todos aqueles que exercerem atividade educacional na escola, ou, se fora da escola, direcionada à atividade fim da educação”, concluiu o relator.

Clique aqui e confira o vídeo completo do julgamento. 

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Flickr: clique aqui

Fonte: TCE MT

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