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União Europeia autoriza entrada de turistas vacinados com CoronaVac

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A União Europeia (UE) vai permitir a entrada de viajantes vacinados contra a covid-19 com a CoronaVac, vacina do Butantan e da farmacêutica chinesa Sinovac. A decisão, divulgada nesta quinta-feira (25) em comunicado da Comissão Europeia que inclui 27 países, passa a valer em 10 de janeiro de 2022.  Assim, os países europeus passam a focar no status de saúde do viajante e não mais no seu país de origem. 

A recomendação é de que os turistas tenham concluído a série de vacinação (primeira e segunda doses) há menos de nove meses da data da viagem ou recebido uma dose adicional. Será necessária a apresentação de teste de PCR negativo antes da viagem.

O comunicado autoriza ainda o ingresso de pessoas que tiveram a doença e se recuperaram. Os países terão liberdade, entretanto, para aceitar ou não a entrada de viajantes nessas condições.

Crianças e adolescentes entre os seis e 17 anos ainda não vacinados poderão viajar para a União Europeia com um teste PCR negativo feito antes da partida. Os países do bloco podem ainda exigir testes adicionais após a chegada, quarentena ou autoisolamento. Crianças menores de 6 anos estão liberadas dessas exigências.

A CoronaVac teve seu uso emergencial aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1º de junho deste ano.

Edição: Graça Adjuto

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Israel mantém 4ª dose de vacina e vê onda da Ômicron perder força

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Israel continuará a oferecer uma quarta dose de vacina contra a covid-19, apesar das descobertas preliminares de que ela não é suficiente para prevenir as infecções pela variante Ômicron do coronavírus. Representante do Ministério da Saúde do país disse hoje (18) que os contágios provocados pela cepa diminuirão em uma semana.

País mais rápido a iniciar campanha de vacinação há um ano, Israel, no mês passado, começou a a quarta dose da vacina — conhecida como segundo reforço– aos grupos mais vulneráveis e de alto risco. O país tem adiado a expansão da oferta para a população em geral.

Estudo preliminar, publicado pelo Sheba Medical Center de Israel nessa segunda-feira (17), constatou que a quarta dose aumenta os anticorpos para níveis ainda mais altos do que a terceira, mas “provavelmente” não o suficiente para afastar a altamente transmissível Ômicron.

O diretor-geral do Ministério da Saúde, Nachman Ash, descreveu essas descobertas como “sem surpresas, até certo ponto”, pois as infecções pela Ômicron haviam sido detectadas em algumas pessoas após terem recebido a quarta dose.

Mas “a proteção contra morbidade grave, especialmente para a população idosa e em risco, ainda é proporcionada por essa dose e, portanto, convido as pessoas a continuarem vindo para serem vacinadas”, disse Ash  à Rádio do Exército.

Em declaração nesta terça-feira, o Sheba Medical Center disse que, embora as vacinas da Pfizer e da Moderna em uso atualmente, não forneçam proteção ideal contra a Ômicron, “é importante continuar vacinando a população em risco”.

Como outros lugares, Israel tem visto casos de covid-19 em espiral devido à Ômicron, mas não registrou nenhuma morte pela variante. Ash disse que não houve aumento no número de pacientes com covid-19 que precisam de suporte respiratório, um indicador dos casos mais críticos.

“Na próxima semana, começaremos a ver queda nos números, mas ainda temos duas ou três semanas difíceis pela frente”, disse ele, acrescentando que computadores do Ministério da Saúde haviam sido sobrecarregados pelo volume de dados de testes desde domingo, interrompendo as atualizações.

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Japão tem recorde de 27 mil casos de covid; governo avalia restrições

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Tóquio e mais 12 governos regionais solicitaram medidas de combate às infecções por coronavírus ao governo central, disse o ministro da Economia, Daishiro Yamagiwa, em meio à preocupação de que infecções pela Ômicron vão sobrecarregar o sistema de saúde.

As medidas permitem que governadores estabeleçam restrições à mobilidade e aos negócios, incluindo horários de funcionamento mais curtos para bares e restaurantes. Uma decisão oficial sobre as medidas quase emergenciais, como são chamadas, pode ser divulgada nesta quarta-feira, disse o jornal Yomiuri.

Várias restrições já foram decretadas no início deste mês em três regiões que abrigam instalações militares dos Estados Unidos, após surtos da Ômicron nessas bases se espalharem para a população japonesa.

A taxa de ocupação de leitos hospitalares em Tóquio para pacientes com covid-19 subiu para 23,4% hoje. Segundo autoridades, um aumento 50% justificaria declaração de estado de emergência completo.

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