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Na Black Friday, iPhone 11 atinge maior preço dos últimos tempos

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iPhone 11 fica mais caro na Black Friday
Divulgação/Apple

iPhone 11 fica mais caro na Black Friday

Um dos assuntos mais comentados a respeito da Black Friday no Twitter nesta sexta-feira (26) é o iPhone 11. Isso porque ao invés de estar mais barato, o modelo está sendo vendido pelo maior preço praticado nos últimos tempos.

Clientes que esperaram o período promocional chegar para comprar o smartphone da Apple acabaram encontrando um valor bastante alto. No momento da publicação desta matéria, o iPhone 11 de 128 GB é vendido por, no mínimo, R$ 4.184, enquanto a versão de 64 GB custa ao menos R$ 3.578.

No caso do iPhone 11 de 128 GB, este é o maior valor praticado desde o dia 21 de outubro. Confira abaixo o gráfico de preços do monitor do Zoom nos últimos 40 dias:

Gráfico de preços do iPhone 11 nos últimos 40 dias. Pesquisa feita às 10h50 do dia 26/11.
Captura de tela

Gráfico de preços do iPhone 11 nos últimos 40 dias. Pesquisa feita às 10h50 do dia 26/11.

No comparativo com os últimos seis meses, também é possível ver que o preço do modelo vem em alta no período anterior à Black Friday. Veja:

Gráfico de preços do iPhone 11 nos últimos seis meses. Pesquisa feita às 10h50 do dia 26/11.
Captura de tela

Gráfico de preços do iPhone 11 nos últimos seis meses. Pesquisa feita às 10h50 do dia 26/11.

No caso do iPhone 11 de 64 GB, o valor não é o mais alto dos últimos tempos, mas também vem subindo nos últimos dias. Ainda segundo o monitor do Zoom, o smartphone atingiu seu valor mais baixo dos últimos meses entre o início de outubro e o dia 22 de novembro.

Situações como essa são bastante comuns de acontecerem em períodos de Black Friday. Por isso, a dica é sempre pesquisar antes de comprar um produto. Gráficos que comparam os valores dos últimos tempos, disponíveis em plataformas como Zoom e Buscapé, ajudam bastante na hora de avaliar se uma promoção é realmente boa ou se é a famosa “metade do dobro”.

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Como denunciar fake news no Twitter

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Como denunciar fake news no Twitter
Ricardo Syozi

Como denunciar fake news no Twitter

Após lidar com uma enxurrada de críticas do público brasileiro que subiu uma hashtag marcando a empresa, o Twitter finalmente liberou a ferramenta para denunciar fake news em sua rede social. Previamente disponível em países como EUA e Coreia do Sul, o recurso chegou para o público do Brasil junto com outras nações como Espanha e Filipinas. Saiba como garantir a denúncia de conteúdos enganosos.

Tempo necessário: 5 minutos.

Assim que você identificar um tuíte que propaga fake news, você pode denunciar diretamente pelo próprio Twitter.

  1. Abra as opções

    No tuíte que está oferecendo qualquer conteúdo enganoso, clique nos três pontos no canto superior direito para abrir as opções; twitter fake news

  2. Comece a denúncia

    Clique na opção “Denunciar Tweet”; denunciar fake news twitter

  3. Escolha o motivo

    Para denunciar pelo Twitter por causa de fake news, é importante escolher a opção “As informações são enganosas”; denunciar fake news twitter

  4. Defina o tipo

    Três opções vão surgir: “Política”, “Saúde”, “Outra coisa”. Escolha qual o tipo de informação enganosa que você se deparou no tuíte; Twitter

  5. Conclua

    Por fim, você pode clicar no botão “Concluído” para finalizar ou realizar formas de impedir que a fonte do tuíte reapareça em sua timeline. Para isso, há opções como bloquear, silenciar ou simplesmente deixar de seguir. Twitter

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Twitter vai permitir denúncias de posts com fake news no Brasil

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Twitter vai permitir denúncias de posts com fake news no Brasil
Pedro Knoth

Twitter vai permitir denúncias de posts com fake news no Brasil

O Twitter informou em nota nesta segunda-feira (17) que permitirá a denúncia de posts com informações falsas, as chamadas “fake news”. A ideia é que os usuários alertem sobre conteúdos que violem as regras da plataforma. Atualmente, a possibilidade de denúncia funciona em teste apenas nos EUA, Coreia do Sul e Austrália, desde agosto do ano passado.

Além do Brasil, o recurso será disponibilizado na Espanha e nas Filipinas para “colher aprendizados de uma pequena, porém geograficamente diversificada, gama de regiões – incluindo aquelas em que o inglês não é o primeiro idioma – antes de tornar a ferramenta disponível globalmente”. “Além disso – e paralelamente a nossas políticas já existentes em eventos cívicos anteriores -, o fato de 2022 ser ano de eleições no Brasil e nas Filipinas, assim como de meio de mandato nos Estados Unidos, contribuirá para a avaliação de como esta ferramenta de denúncias seria usada em períodos de grandes eventos cívicos”, destacou a plataforma em um comunicado.

A liberação vem na esteira da hashtag “#TwitterApoiaFakeNews”, que ficou no último dia 5 no primeiro lugar entre os assuntos mais comentados do Brasil. A principal crítica dos internautas era quanto à permissão da rede para disseminadores de informação falsa quanto à vacinação. 

A campanha também questionou a verificação de contas bolsonaristas que espalham conteúdos enganosos sobre a vacinação contra a doença, inclusive de investigados por fake news no Supremo Tribunal Federal (STF).

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No comunicado, o Twitter cita que se compromete “a considerar os relatos das pessoas no Twitter” para “entender as conversas e os desafios relacionados a desinformação em nosso serviço”.

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Segundo a rede, mais de 50% do conteúdo viola suas regras, mas  “é identificado por sistemas automatizados” e que “a maior parcela do restante é identificada a partir do monitoramento contínuo de nossas equipes internas ou do nosso trabalho com parceiros externos de confiança”.

“Esperamos que a ferramenta de denúncias ajude nossas equipes a entender melhor novas narrativas e tendências em desinformação, em escala, e contribua para que avancemos na capacidade de detectar conteúdo enganoso no Twitter em tempo real”, concluiu a rede social.

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