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Pró-Sangue faz campanha no Dia Nacional do Doador de Sangue

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Nesta quinta-feira (25) é celebrado o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. Para prestar uma homenagem aos doadores, a Fundação Pró-Sangue, de São Paulo, promove a Semana do Doador de Sangue. 

O objetivo é estimular a doação. A ideia é aumentar o estoque para que não falte sangue em dezembro, período em que há uma queda da coleta de bolsas por conta do início das férias e festas de fim de ano.  

A Semana do Doador de Sangue começou no dia 22 e segue até o dia 27. Dentre as ações que fazem parte da programação, há a campanha da Hello Kitty, que se estende até o fim do mês. No posto Clínicas, na capital paulista, foi disponibilizado um painel decorativo para que o público possa fazer um registro fotográfico com a personagem. 

As unidades de coleta também exibem uma decoração especial com Balões São Roque.  Na rodada desse ano, a Dona Dêola com os seus bolos, os sucos Muppy e o Brownie do Luiz ajudarão a incrementar a bandeja do lanche.  

A Fundação Pró-Sangue afirma que a doação de sangue continua sendo segura, e os postos de coleta não oferecem riscos aos candidatos. 

Para doar sangue 

O doador deve fazer o agendamento no site e verificar os requisitos básicos para doação, sendo os principais estar em boas condições de saúde e alimentado, ter entre 16 e 69 anos (para menores de idade, consultar site da Pró-Sangue), pesar mais de 50 kg e levar documento de identidade original com foto recente, que permita a identificação. 

Recomenda-se também evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antes da doação e, no caso de bebidas alcoólicas, 12 horas antes. Se o candidato estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apto à doação. 

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Pessoas com doenças alérgicas têm risco 38% menor de Covid-19, diz estudo

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Questões inflamatórias, infecciosas e alérgicas podem causar a rinite
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Questões inflamatórias, infecciosas e alérgicas podem causar a rinite

Pessoas com doenças alérgicas têm um risco até 38% menor de desenvolver Covid-19. A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Universidade Queen Mary de Londres, publicada recentemente na revista Thorax.

Para explorar quais fatores aumentam o risco da doença, os pesquisadores analisaram dados de 16 mil pessoas que responderam questionários online entre 1º de maio de 2020 e 5 de fevereiro de 2021. Foram analisados apenas fatores que poderiam influenciar no risco de contrair a infecção, incluindo idade, circunstâncias familiares, trabalho, estilo de vida, peso, altura, condições médicas de longa data, uso de medicamentos, estado de vacinação, dieta e ingestão de suplementos.

No total, 16 mil pessoas responderam ao primeiro questionário, mas apenas 14,3 mil continuaram preenchendo os demais e finalizaram a enquete final. Em média, os participantes tinham 59 anos, a maioria (70%) era mulher e 95% identificaram sua origem étnica como branca.

No período do estudo, 446 participantes (quase 3%) receberam diagnóstico de Covid-19 e 32 foram hospitalizados. Os resultados mostraram que doenças desencadeadas por alérgenos, como eczema, dermatite atópica e rinite alérgica foram associadas a uma redução de 23% no risco de Covid-19. Entre os que tinham doença atópica e asma, o risco foi 38% menor.

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Como este é um estudo observacional, não é possível estabelecer uma relação entre causa e consequência. Mas uma das hipóteses citadas pelos pesquisadores para a diminuição do risco de Covid-19 em pessoas com doenças alérgicas é o fato dessas pessoas apresentarem redução da expressão de ECA2, enzima utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células.

O uso de imunossupressores também foi associado a uma probabilidade 53% menor de infecção pelo novo coronavírus. Mas os pesquisadores ressaltam que isso pode ser decorrente do fato dessas pessoas se protegerem mais contra a doença.

Já os fatores que foram associados ao aumento no risco de Covid-19 foram: etnia asiática, superlotação familiar, socializar com outras famílias, frequentar ambientes públicos fechados, profissões que exijam contato direto com outras pessoas, além de sobrepeso e obesidade.

Surpreendentemente, fatores comumente associados ao aumento do risco de complicações da doença, como idade avançada, sexo masculino e outras condições médicas não aumentaram a probabilidade de Covid-19 neste estudo. De acordo com os autores, a maioria dos casos da doença relatados no estudo foram leves, o que indica que os fatores de risco para o desenvolvimento de Covid-19 em geral não são necessariamente os mesmos associados a quadros casos graves e morte.

Fonte: IG SAÚDE

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Vacinas não protegem totalmente contra ômicron, mas infecção tende a ser leve

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Ômicron escapa às vacinas e não causa casos graves, diz análise
Reprodução: iG Minas Gerais

Ômicron escapa às vacinas e não causa casos graves, diz análise

Começam a surgir os primeiros dados sobre pessoas infectadas com a  variante Ômicron. Apesar de ainda serem preliminares, com número pequeno de casos, podem indicar uma tendência: há infecção por Covid mesmo para quem está vacinado, mas os casos tendem a ser leves.

Os dados vêm da província de Gauteng, epicentro da Ômicron na África do Sul, e do Reino Unido. A Agência de Segurança e Saúde britânica informou que, de um grupo de 22 casos, apenas seis não estavam vacinados e dois tinham status vacinal desconhecido. No Brasil, já se sabe que os três primeiros casos também eram pessoas com esquema vacinal completo. Nos EUA, há um caso positivo em pessoa vacinada com três doses.

De acordo com o geneticista Salmo Raskin, diretor do Laboratório Genetika, de Curitiba, já estava claro que a variante tem escape à infecção natural, ou seja, quem foi infectado previamente por outra variante da Covid não está protegido contra essa. Mas agora surgem informações sobre o status de vacinação dos pacientes.

“Sabendo da limitação dos dados, tanto os que vêm da África do Sul quanto os da Inglaterra apontam para o mesmo lugar: também existe um escape para quem está vacinado. Aparentemente, agora que já passaram três semanas desde a detecção da Ômicron, o número de casos graves é pequeno e não houve mortes confirmadas. Então, dados preliminares sugerem que as pessoas vacinadas não vão ter uma doença grave. As coisas que vão se montando”, afirma Raskin.

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Segundo o geneticista, em cerca de uma semana o cenário deve ficar mais claro:

“Devemos saber em uma semana porque vão sair os resultados de estudos laboratoriais: soros de convalescentes, anticorpos monoclonais com a Ômicron, vacinas contra a variante. As culturas virais demoram para ficar prontas e ser analisadas. Além disso, vamos ver a evolução dos casos, que geralmente se definem depois de entre 7 e 10 dias.”

Fonte: IG SAÚDE

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