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Bombeiros iniciam buscas por avião bimotor que caiu no mar entre Rio e SP

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Entre os voos, José Porfírio de Brito Júnior já esteve em diversos estados do país
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Entre os voos, José Porfírio de Brito Júnior já esteve em diversos estados do país

O Corpo de Bombeiros faz buscas pela aeronave que caiu em mar aberto, na noite de quarta-feira, na divisa entre São Paulo e Rio. A Marinha, a Capitania dos Portos e a Defesa Civil de São Paulo também ajudam nas buscas. O avião bimotor estava a caminho do Rio de Janeiro e não foi mais localizado, por volta das 21h, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Três pessoas estavam na aeronave, que pertencia ao copiloto, identificado como José Porfírio de Brito Júnior, de 20 anos. Na manhã desta quinta-feira, o Centro de Coordenação de Salvamento Aeronáutico montou uma operação para tentar localizar as vítimas.

Equipes da Força Aérea Brasileira localizaram destroços com probabilidade de serem da aeronave desaparecida. Imagens compartilhadas nas redes sociais, na manhã desta quinta-feira, mostram uma poltrona boiando no mar, que pode pertencer ao avião bimotor que caiu em mar aberto.

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A Família, amigos e a namorada do copiloto estão compartilhando na internet mensagens pedindo por notícias do piloto que está desaparecido desde às 21h de quarta-feira. A postagem nas redes sociais informa que a aeronave, de prefixo PP-WRS, com três pessoas, precisou realizar um pouso de emergência sobre a água na região entre Paraty, no Rio, Ubatuba em São Paulo.

Ana Regina, a mãe de José, também pediu ajuda das autoridades para encontrar o filho. “Gente, repostem, pelo amor de Deus. Cadê o salvamento aéreo? Que descaso, pelo amor de Deus. Quero o meu filho com vida. Não aguento mais ouvir que está fora de jurisdição. São vidas. Falta amor”, escreveu a mãe do copiloto no Instagram.

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Mulher e criança de 5 anos morrem em naufrágio de barco no Rio Araguaia, no Pará

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Maurílio, de 5 anos, e Simone Amparo, de 39, morreram no naufrágio
Maurílio, de 5 anos, e Simone Amparo, de 39, morreram no naufrágio

Maurílio, de 5 anos, e Simone Amparo, de 39, morreram no naufrágio

Um barco com nove pessoas naufragou na tarde deste sábado no Rio Araguaia, na divisa entre os estados do Pará e Tocantins. Duas pessoas morreram afogadas: a mulher e o filho de um vereador do município paraense de Xinguara. O legislador é um dos dois desaparecidos.

Dois corpos de vítimas foram encontrados boiando no rio. O primeiro foi do garoto Maurílio de Lima Araújo, de 6anos, filho do primeiro casamento do vereador Maurisan Araújo. O segundo foi da atual companheira do legislador, Simone Amparo Paes da Silva Ribeiro, de 39 anos.

Cinco pessoas conseguiram sobreviver, entre elas um filho adolescente do vereador Maurisan Araújo. Elas se agarraram nos tapetes da embarcação, que ficaram boiando sobre as águas do rio.

O acidente aconteceu após a embarcação sair do porto do distrito de São José do Araguaia, na Praia do Pontão, e seguir para uma ilha fluvial onde o grupo ficaria acampado. Durante a travessia, o barco passou por um trecho com as águas agitadas que provocaram o acidente.

Aconteceu o que a gente chama aqui de banzeiro, que é quando venta forte e forma ondas no rio. Então o banzeiro encheu a embarcação de água e fez o barco afundar — explicou o vice-prefeito de Xinguara, Vilmones Silva.

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O coordenador da Defesa Cívil de Xinguara, Gilmar Pires, informou em nota que o grupo usava uma embarcação tipo voadeira, com sete metros de comprimento e motor de popa 15hp.

“Foi informado que estavam indo em direção a uma ilha particular quando a aproximadamente 400 metros da margem foram surpreendidos pela água agitada( banzeiro). Que todos estavam sem coletes salva-vidas”, diz a nota.

Maurisan Araújo, de 51 anos, e um amigo dele, identificado apenas como Jorginho, permanecem desaparecidos. De acordo com o vice-prefeito, o Corpo de Bombeiros faz buscas no Rio Araguaia e conta com a colaboração de cerca de 50 voluntários, entre pescadores e ribeirinhos.

A Câmara de Vereadores de Xinguara publicou nota em solidariedade às famílias das vítimas. “Lamentamos muito a ocorrência que tanto nos abala, e prestamos nossos mais sinceros votos de condolências e solidariedade à família e amigos”, diz o texto.

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‘Sonho era de ser jogador’, diz irmã de ciclista morto por lateral do Flamengo

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Jonatas Davi dos Santos, de 30 anos, morreu enquanto fazia entrega de comida para um aplicativo
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Jonatas Davi dos Santos, de 30 anos, morreu enquanto fazia entrega de comida para um aplicativo

Familiares do ciclista  morto neste sábado, 4, pelo jogador de futebol Ramon Ramos, lateral do Flamengo, afirmaram que o sonho de Jônatas Davi dos Santos, de 30 anos, era ser jogador de futebol e que ele era um torcedor fanático do Flamengo. O acidente envolvendo o atleta do time carioca e o entregador de comida por aplicativo aconteceu na noite deste sábado, na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

A irmã da vítima, Ana Cleice dos Santos, esteve na manhã deste domingo no Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio, para fazer o reconhecimento do corpo junto com outros parentes. Os familiares chegaram por volta das 11h no local. Ela falou sobre a paixão do irmão pelo Flamengo.

“O sonho dele era ser jogador de futebol desde criança e torcia para o Flamengo. Ele era muito fanático pelo time”, contou ela.

Ana Cleice destacou como o seu irmão era trabalhador e buscava dar o melhor para a sua mulher, Priscila de Oliveira, e para as filhas. Jônatas deixou três crianças – duas eram fruto do relacionamento com Priscila, uma de 7 anos e outra, uma bebê de apenas 8 meses.

“Carinhoso, ele era muito de família, um garoto muito tranquilo, muito batalhador e trabalhador. Minha cunhada dependia dele porque cuida das meninas, ele era um pai de família. Perdeu a vida sendo um herói, com próprio suor dele para tentar dar uma boa alimentação e um bom estudo para as meninas. Ele lutava para dar o melhor para a família dele”, desabafou ela.

Segundo os familiares, Jônatas começou a trabalhar como entregador de comida em razão da pandemia da covid-19. “Foi ajudante de pedreiro e, por conta da pandemia, foi trabalhar como entregador de lanches. A esposa dele está em estado de choque. Minha preocupação é maior é pela minhas sobrinhas. Trabalhava pegando três turnos por dia”, explicou Ana Cleice.

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A irmã do entregador cobrou respostas do que aconteceu na noite deste sábado. A família afirmou que quer entender de fato como foram as circunstâncias para que levasse a morte de Jônatas.

“Ele trabalhava fazendo entrega de lanches e aconteceu esse acidente. Nós só queremos saber como vai ficar a situação, como aconteceu. A gente não tem exatamente a resposta que precisa. Eu só quero uma resposta de fato o que aconteceu”, disse Ana Cleice.

Atropelamento

O ciclista estava trabalhando com entrega de comida para um aplicativo quando foi atropelado na noite deste sábado. O acidente aconteceu por volta das 20h30, altura do número 10.500, na faixa da esquerda da pista lateral da Avenida das Américas, no sentido Alvorada, altura da estação BRT interlagos.

Jônatas chegou a ser levado para ser atendido no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas já deu entrada morto na unidade. O corpo do ciclista foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal, no Centro do Rio.

Na noite deste sábado, o jogador do Flamengo prestou depoimento na 16ª DP (Barra da Tijuca) e negou ter consumido bebida alcóolica. Ele também afirmou que foi surpreendido por um ciclista que cruzou a via repentinamente na frente do seu carro – Honda Civic – e que não foi possível evitar o acidente. Após o impacto, ele parou o carro para prestar socorro e, ao perceber que Jônatas estava machucado, entrou em contato com os serviços de emergência.

O jogador afirmou que permaneceu no local até a chegada do Corpo de Bombeiros e que, após a vítima ter sido socorrida em uma ambulância, recebeu a notícia de que Jônatas não resistiu aos ferimentos. No depoimento, Ramon também informou que estava em velocidade compatível com a via, e que pouco antes do local do acidente há, inclusive, um semáforo com radar de velocidade.

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