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Internacional

Lojas de luxo nos EUA sofrem arrastões com proximidade de fim de ano

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Internacional


Uma loja de departamentos da Nordstrom, em um shopping de Los Angeles, se tornou o mais recente alvo de uma série de arrastões que atingiram varejistas de luxo nos estados norte-americanos da Califórnia e de Illinois, com a chegada das festas de fim de ano.

O Departamento de Polícia de Los Angeles informou que deteve três suspeitos. Informações locais dizem que até 20 pessoas podem estar envolvidas nos roubos. 

Autoridades afirmam que estão impressionadas com a natureza ousada dos crimes – alguns deles envolvendo dezenas de pessoas – que atingiram lojas de luxo nos dois estados na última semana.

Vídeos de roubos caóticos inundaram as redes sociais nos últimos dias, mostrando figuras de máscaras invadindo lojas, saindo correndo com sacolas de mercadorias e fugindo em carros que esperavam do lado de fora.

A região da Baía de San Francisco tem sido especialmente atingida, dada a grande densidade de lojas de luxo. A área é uma das mais abastadas do país, com renda média doméstica que chega perto do dobro da média nacional, de acordo com o Censo dos EUA. 

Cerca de 80 pessoas entraram em uma loja de departamentos da Nordstrom na cidade de Walnut Creek no sábado à noite, roubando mercadorias até a polícia chegar e prender três pessoas, de acordo com um comunicado do Departamento de Polícia de Walnut Creek.

“A polícia está investigando o que foi claramente um evento planejado”, disse a polícia.

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Internacional

OMS destaca a produção de antivirais genéricos contra a covid-19

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A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan, informou que há dois remédios sendo produzidos por laboratórios para o tratamento da covid-19. Um da farmacêutica Merck, chamado Molnupiravir, e outro da Pfizer, o Paxlovid.

Foram assinados acordos com essas empresas para a produção em versões genéricas por outras companhias. Segundo Swaminathan, isso pode contribuir para agilizar a disseminação dessas alternativas terapêuticas.

“Eles [os medicamentos] estão sendo fabricados por companhias de produtos genéricos, então esperamos que possam ter a distribuição ampliada. As recomendações da OMS deverão vir na próxima semana sobre como usar esses medicamentos”, declarou, em uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (21) transmitida pelo canal oficial da OMS.

A cientista-chefe acrescentou que os antivirais atuam na fase inicial da infecção, quando os sintomas ainda estão leves. Os remédios conseguem dificultar a evolução para quadros graves e para a hospitalização. “Mas é preciso diagnosticar as pessoas entre três e cinco dias”, pontuou a representante da OMS.

Durante a entrevista, ela e a diretora do Departamento de Imunização da OMS, Kate O´Brien, ressaltaram a importância da vacinação para conter a disseminação do novo coronavírus, especialmente no cenário de crescimento dos casos com a variante Ômicron.

As duas representantes da OMS também criticaram a produção e difusão de conteúdos falsos sobre a covid-19, o que dificulta a compreensão das medidas preventivas, tanto a vacinação como as chamadas não farmacológicas, como uso de máscara e distanciamento social.

Edição: Aline Leal

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Internacional

Riscos da Ômicron são 50% a 60% inferiores aos da variante Delta

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A variante Ômicron do novo coronavírus SARS-CoV-2, responsável por dois terços dos novos casos de covid-19 na Europa, representa menos 50% a 60% de risco de hospitalização e morte do que cepas anteriores, como a Delta, anunciou hoje (21) o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC).

Em relatório divulgado nesta sexta-feira com atualização epidemiológica, o ECDC diz que a Ômicron foi identificada em todos os países da União Europeia e Espaço Econômico Europeu, com “prevalência estimada de 69,4%”, 20% a mais que na semana anterior.

Estudos feitos em vários cenários mostraram que risco de hospitalização foi menor para a Ômicron do que para a variante Delta. Considerando a imunidade prévia à infecção, a vacinação, incluindo doses de reforço, e as melhores opções de tratamento contribuem para resultados menos graves, o que torna difícil estimar o risco inerente de infecção grave”, afirma a agência europeia.

Ainda assim, “a maioria dos estudos encontrou redução de risco da ordem de 50% a 60%”, acrescenta.

Dados divulgados pelo centro europeu mostram que, do total de 155,15 mil casos da variante Ômicron, comunicados entre os dias 20 de dezembro de 2021 e 9 de janeiro deste ano, 1,14% resultaram em internamentos, 0,16% implicaram apoio respiratório nas unidades de cuidados intensivos e 0,06%, mortes.

Estudos iniciais sugerem que vacinas atuais podem ser menos eficazes contra Ômicron, embora proporcionem proteção contra hospitalização e doenças graves. Considerando a vantagem do crescimento da propagação e o elevado número de casos, quaisquer benefícios observados, de menor gravidade da doença, podem ser ultrapassados pelo simples número de resultados graves ao longo do tempo, alerta o ECDC.

A agência europeia fala, por isso, em nível global de risco muito elevado para a saúde pública, associado à emergência e propagação da Ômicron.

“Estados-membros devem avaliar urgentemente os níveis aceitáveis de riscos residuais, a capacidade atual do sistema de saúde e as opções disponíveis de gestão de riscos, por exemplo, adotando medidas de contingência”, sugere o ECDC.

A posição é manifestada em momento de elevado ressurgimento de casos de infecção pelo SARS-CoV-2, que ainda assim não representam elevadas taxas de internação ou morte. A elevada capacidade de transmissão da nova cepa contribui para o elevado número de caso, que batem recordes diários.

O ECDC diz que a média de idade dos atingidos pela Ômicron é de 20 a 33 anos e que a transmissão ocorre principalmente em nível local, sendo apenas 7% de casos importados ou relacionados com viagens.

A covid-19 provocou 5,55 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no fim de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

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