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Assassinato

Após matar esposa com facão, homem se enforca

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Um homem identificado como Antônio Alves, 59 anos, matou a ex-esposa, Maria Ivanilda Chagas, de 39 anos, a golpes de facão e depois tirou a prórpia vida na tarde deste domingo (21), no bairro Jardim Vitória, em Cuiabá.

De acordo com informações preliminares, a vítima era sobrinha do ex-marido, mas os dois foram casados e tiveram três filhas.

A mulher teria desaparecido na tarde de sábado (20), após ir até casa ex-marido a pedido dele. Na tarde deste domingo, a vítima foi encontrada morta por uma das filhas.

O ex-marido também estava morto enforcado na área do fundo da residência. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.

 

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Pediatra consegue provar inocência em acusação por erro médico, em Cuiabá

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A pediatra M.R.S.A., que atua em Cuiabá (MT), obteve, em novembro deste ano, sentença favorável em um processo, no qual era acusada por suposto erro médico, em 2014.

A ação foi promovida pelos pais de uma recém-nascida que teve um cisto no cérebro detectado numa ultrassonografia realizada em outubro de 2014.
O médico responsável recomendou a antecipação do parto, sendo realizado com sucesso. No dia seguinte, uma tomografia feita pelo médico D.G. acusou um AVC intrauterino.
Logo após, os pais realizaram novos exames e a médica M.R.S.A. manteve o diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Os genitores alegam que houve displicência no tratamento por parte dos médicos durante a gestação e no pós-nascimento, tais ações acarretaram na deficiência da criança que apresentará problemas em elaborar raciocínios mais complexos e consequentemente enfrentará dificuldades no mercado de trabalho, por isso, ingressaram com o processo de pedido de reparação por danos morais no valor de R$ 350 mil reais, entre outras despesas.
A defesa realizada pelo advogado Dr. Marco Aurélio Mestre Medeiros demonstrou que a médica realizou todos os exames adequadamente, inclusive os solicitados pelos pais, recomendando, ainda, o acompanhamento por um neuropediatra.
A defesa também comprovou que nenhuma atitude ilícita ocorreu e que as sequelas apresentadas na criança, em nada têm a ver com as ações tomadas pela médica em questão.

A recém nascida é portadora de cisto porencefálico parietooccipital, sem lesão aguda vascular ou linha média ou alteração neurológica, provavelmente de origem na gestação e não  causada no parto ou pós-parto, e não apresentava qualquer complicação naquele momento, assim não havia indicação cirúrgica.

Após a perícia realizada no processo, verificou-se, de fato, que não houve culpa de nenhum dos profissionais acusados, por isso, não há necessidade dos profissionais arcarem com quaisquer despesas relacionadas à criança, que teve sentença e julgou improcedente a ação, ainda cabe recurso por parte da requerente.

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