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Polícia Civil indicia 25 criminosos por roubos de veículos, estelionato e lavagem de dinheiro na região metropolitana

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

Investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERFVA), que culminaram em duas fases da Operação Imperial, identificaram em 30 procedimentos instaurados na unidade a autoria de diversos crimes que envolvem, especialmente, roubos e adulterações de veículos praticados na região metropolitana de Cuiabá, além de estelionatos conexos aos roubos. 

Nas duas fases da operação, o objetivo do trabalho da DERFVA foi atuar na descapitalização e desmantelamento da organização criminosa. Para chegar aos autores e na responsabilização criminal de cada integrante, a delegacia reuniu uma farta documentação durante a investigação e também nas fases da Operação Imperial, quando foram cumpridas 84 ordens judiciais decretadas pela 7a Vara de Cuiabá, entre mandados de prisões, buscas e apreensões e medidas cautelares diversas contra a organização criminosa, além do sequestro de valores de contas bancárias e investimentos dos investigados. 

A investigação identificou que o grupo criminoso foi estruturado para atuar em três frentes diferentes. Uma era responsável por executar os roubos e providenciar a estrutura para que os roubos fossem efetivados, como locação de residências, emprego de veículos locados e roubados para apoiar outras ações criminosas. Outra frente criminosa era responsável pela adulteração dos veículos roubados, que depois eram colocados à venda em sites de comércio eletrônico, e estelionatos praticados pela organização. A terceira frente executava a lavagem de dinheiro. 

“Isso tudo estruturado em uma organização, com divisões de funções para cada integrante, cujo único objetivo era obter lucro com as ações criminosas”, apontou o delegado Gustavo Garcia, titular da DERFVA. 

Investigados e apreensões 

Ao longo das investigações que vem desde 2018, o trabalho das equipes da unidade especializada conseguiu apurar o envolvimento de 25 integrantes do grupo em diversos crimes, entre eles em 22 roubos, cinco estelionatos, três usos de documentos falsos, três crimes de falsidade ideológica e ainda lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

Durante as fases da Operação Imperial foram apreendidos 36 veículos, sendo 30 carros, cinco motocicletas e uma motoaquática (jet ski). Vinte e seis aparelhos eletrônicos, entre celulares, notebooks e Ipad, e sete armas de fogo foram recolhidos durante cumprimento de mandados judiciais. 

Parte dos integrantes, 13 criminosos, foi presa durante as fases da Operação Imperial, e três deles estão foragidos. Três mulheres envolvidas com o grupo criminoso estão em cumprimento de medida cautelar de monitoramento eletrônico. 

Além dos crimes diretamente ligados ao roubo de veículos, os criminosos agiam ainda no tráfico de drogas na modalidade escambo  (troca de veículos, objetos de roubo/furto por entorpecentes) e receptação. 

Além da desarticulação do grupo criminoso, a investigação atuou na apreensão de veículos e valores movimentados pela organização criminosa, atingindo o esquema financeiro do grupo, que foi o foco da primeira fase da operação. 

O resultado das operações de crimes de roubos e furtos de veículos se reflete também nos índices criminais. A região metropolitana da Capital registrou neste ano queda nas ocorrências, sendo 63% nos roubos e 31% nos furtos de veículos em Cuiabá. Em Várzea Grande, os índices de roubo diminuíram 39% e os de furto 25%, respectivamente.

“Buscamos realizar uma investigação para identificar terceiros ligados à organização criminosa, que tinham a função de ocultar bens e valores dos roubos, estelionatos e crimes conexos. Desta forma, damos uma resposta à sociedade, reduzindo a sensação de insegurança e promovendo uma repressão qualificada, que colabora na redução dos índices criminais”, pontuou o delegado.

Fonte: PJC MT

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Ministério Público e Polícia Civil deflagram segunda fase da Operação Renegados

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Assessoria/Polícia Civil-MT

O Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em investigação conjunta com a Polícia Civil, por intermédio da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, deflagraram na tarde desta sexta-feira (26.11) a segunda fase da Operação Renegados, com a finalidade de cumprir um total de 30 mandados judiciais, sendo 14 mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão domiciliar, cinco mandados de busca e apreensão em residências e nove mandados de busca e apreensão em celas do Centro de Custódia da Capital.

A operação se fundamenta em Procedimento de Investigação Criminal (PIC) instaurado no âmbito do Gaeco e em inquérito instaurado pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

A operação se dá em continuidade às investigações sobre denúncias da prática de inúmeros crimes tais como concussão, tráfico, porte ilegal de armas de fogo, corrupção, roubo qualificado e favorecimento da prostituição ou exploração sexual de adolescentes cometidos por uma organização criminosa composta , dentre outros membros, por policiais civis, militares e informantes.

O Ministério Público e a Polícia Civil comungam esforços para combater os que desonram sua missão institucional e renegam a nobre missão do combate à corrupção e criminalidade . A lei é para todos e com muito mais rigor deve atingir aqueles que abusam da função pública e se utilizam do cargo e do aparato estatal para o cometimento de crimes.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre buscas e detém empresário que comprou placas solares furtadas em Água Boa

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Policiais civis de Confresa cumpriram nesta sexta-feira (26.11) em apoio à Delegacia de Água Boa, mandados de busca e apreensão em uma investigação que apura o furto de placas solares.  A ação reúne o trabalho integrado das delegacias do dois municípios para chegar aos autores do crime e aos receptadores dos produtos furtados e dá continuidade à Operação Voleur, de repressão a crimes contra o patrimônio, realizada em todo o País pelas Polícias Civis, na última semana.

Durante o cumprimento dos mandados judiciais expedidos pela 3a Vara Criminal de Água Boa e em apoio à Delegacia do município, a equipe de Confresa deteve um empresário de 30 anos, autuado em flagrante por receptação dos produtos roubados. Os policiais recuperaram 63 placas solares furtadas, avaliadas em R$ 1,3 mil cada unidade.

As ordens judiciais de busca e apreensão tiveram como alvo também a residência do empresário, em Porto Alegre do Norte. Na casa foi apreendida uma carabina de pressão modificada para o calibre 22, com o padrasto dele. O homem de 53 anos foi detido em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo.

Em conversa com os investigadores, o empresário informou que teria comprado as 63 placas solares no valor de R$ 11 mil.

Furto

O furto das placas ocorreu em agosto deste ano, em uma construção na cidade de água Boa. Na ocasião, foram levadas 162 unidades.

A Polícia Civil no município iniciou a apuração do crime e conseguiu identificar que parte do material foi vendida em Confresa para uma empresa que comercializa as placas no município.

De acordo com o delegado de Água Boa, Gutemberg de Lucena Almeida, os autores do furto foram identificados e a polícia Civil vai intimá-los para prestar esclarecimentos.

Conforme informado pela vítima, o furto causou um prejuízo de aproximadamente, 110 mil reais.

Como parte da investigação para esclarecer o furto das placas solares, foram cumpridos também mandados de busca e apreensão nas cidades de Água Boa, Canarana e Primavera do Leste.

Fonte: PJC MT

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