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Saúde

Pfizer vai pedir à Anvisa uso de vacina em crianças de 5 a 11 anos

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A Pfizer informou que deve submeter pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aprovação do uso da sua vacina contra a covid-19, a ComiRNAty, em crianças entre 5 a 11 anos no mês de novembro deste ano.

Conforme divulgou a Reuters, a vacina da Pfizer/BioNTech apresentou 90,7% de eficácia contra o novo coronavírus em um ensaio clínico com crianças de 5 a 11 anos, informou a farmacêutica norte-americana na sexta-feira (22).

Atualmente, a vacina da farmacêutica tem autorização da Anvisa para ser aplicada em adolescentes com 12 anos ou mais. Sua aplicação para jovens de 12 a 15 anos foi autorizada no mês de junho deste ano pela agência sanitária.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Governo ignora passaporte da vacina e vai impor quarentena a viajantes

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Registro do ministro da Saúde no Senado
Jefferson Rudy/ Agência Senado

Registro do ministro da Saúde no Senado


O governo federal decidiu ignorar a  recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para exigir o passaporte da vacina no Brasil. A gestão optou por estabelecer uma quarentena de cinco dias aos viajantes.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (7) pelo ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga. Em pronunciamento feito ao lado do ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e do advogado-geral da União, Bruno Bianco, Queiroga disse que outros países não podem ser punidos com restrições pela identificação da variante ômicron.

“Não se pode discriminar as pessoas entre vacinadas e não vacinadas para, a partir daí, impor restrições até porque a ciência já sabe que as vacinas não impedem a infecção totalmente do vírus”, disse o ministro.

Embora as autoridades científicas reconheçam que as vacinas não impedem por completo a infecção, pesquisas demonstram que a imunização com as vacinas disponíveis reduz a probabilidade de desenvolver a Covid-19 na forma grave ou mesmo vir a óbito em decorrência da doença.

Esse fato é ignorado pelo governo, que diz defender o direito individual dos cidadãos não se vacinarem. Queiroga, inclusive, citou uma declaração dada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) anteriormente ao dizer que “é melhor perder a vida do que perder a liberdade”.

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Desse modo, o governo vai apenas impor a quarentena e manter a obrigatoriedade na apresentação de um teste negativo RT-PCR. O exame deve ser feito até 72 horas antes da viagem com destino ao Brasil.

Bolsonaro é contra passaporte da vacina

A decisão “interministerial” de não exigir o certificado de vacinação contra a Covid-19 para entrada no Brasil dialoga com a posição pessoal do presidente da República. Bolsonaro, que diz ainda não ter se vacinado, é contra a medida. Ele  chegou a compará-la a uma coleira mais cedo, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto.

Recomendações da Anvisa

Antes do anúncio de hoje, o governo federal marcou uma reunião com a Anvisa para discutir as recomendações do órgão. A agência também havia sugerido que o governo estendesse o fechamento das fronteiras aéreas a Angola, Malawui, Moçambique e Zâmbia – atualmente, a restrição já atinge outros seis países africanos onde a variante ômicron foi detectada: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.


No entanto, o  encontro foi suspenso após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), dar 48 horas para que o governo explique por que vinha ignorando a agência . Após o prazo, o próprio magistrado deve deliberar sobre o assunto no âmbito da ação apresentada pela Rede Sustentabilidade. O partido quer que a Corte intervenha após “inércia” do governo federal na situação.

Em meio a isso, a Anvisa divulgou uma nota à imprensa após o pronunciamento do governo federal. No texto, o órgão diz apenas aguardar a publicação da nova portaria sobre as “medidas excepcionais e temporárias para entrada no país como forma de enfrentamento da Covid-19”.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 22,1 milhões de casos e 616 mil mortes

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Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira (7) indicam que 10.250 novos diagnósticos de covid-19 foram registrados no país em 24 horas. O número eleva para 22.157.726 o total de pessoas infectadas desde o início da pandemia no país. Ontem (6), o painel de estatísticas marcava 22.147.476 casos acumulados.

As mortes causadas pelo novo coronavírus ao longo da pandemia somam 616.018. Em 24 horas, as autoridades sanitárias notificaram 274 novos óbitos. Ontem, o painel de informações marcava 615.744 mortes acumuladas.

O balanço apontou também 155.437 pacientes em acompanhamento e 21.386.271 recuperados da doença.

Estados

Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (154.480), Rio de Janeiro (69.181), Minas Gerais (56.357), Paraná (40.815) e Rio Grande do Sul (36.228).

Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.849), Amapá (2.005), Roraima (2.056), Tocantins (3.925) e Sergipe (6.048).

Boletim epidemiológico atualiza os números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico atualiza os números da pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico atualiza os números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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