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Guia de Raças: Fox Paulistinha, uma raça legitimamente brasileira

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O Terrier Brasileiro tem origem da mistura de raças como Jack Russel Terrier, Chihuahua e Pinscher
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O Terrier Brasileiro tem origem da mistura de raças como Jack Russel Terrier, Chihuahua e Pinscher

A origem dessa  raça genuinamente brasileira é incerta, tendo duas teorias conhecidas: a primeira diz que o Terrier Brasileiro é descendente de cães que vieram nas embarcações portuguesas e holandesas durante a colonização do Brasil e aqui esses animais cruzaram com cães de raças já presentes no país.

Esses cães eram os Fox Terrier e  Jack Russel Terrier,  que ajudavam a caçar roedores nas embarcações. A segunda teoria sobre a origem da raça brasileira – e a mais aceita entre as duas – é que, durante o século 19, jovens de alta classe, que saiam do Brasil para estudar em universidades europeias, ao voltar para casa traziam com eles cachorros de pequeno porte e que então cruzaram com as raças que já estavam por aqui, como os  Chihuahua e os  Pinscher.

Entusiastas e criadores do Fox Paulistinha tentaram o reconhecimento oficial da raça por alguns anos, desde 1964, tendo um reconhecimento provisório da raça apenas em 1995, vindo a ter a oficialização definitiva pela Federação Cinológica Internacional (FCI) somente no ano de 2006.

Apesar do nome oficial da raça ser Terrier Brasileiro, o nome mais popular pelo qual é chamada é Fox Paulistinha, apelido que ganhou por ser criado em fazendas do interior de São Paulo. Há quem diga que as cores do cachorro remetem às da bandeira do Estado. Em outros locais, como Minas Gerais, o pet é conhecido também como “Foquinho” e no estado do Rio Grande do Sul é mais conhecido apenas como “Fox”.

Ao contrário de  outros cães do grupo Terrier, o Fox Paulistinha pouco foi usado para a atividade de caça e é mais popular mesmo como cão de companhia. Em 1998, a raça chegou a ser homenageada ao estampar um selo oficial dos Correios, além disso é relativamente comum que cães Fox Paulistinha sejam usados em campanhas publicitárias, pelo aspecto simpático e inteligência da raça.

A personalidade do Fox Paulistinha

Esse cãozinho é bem popular por ter um temperamento alegre e brincalhão, convivendo muito bem com pessoas de todas as idades e com outros animais de estimação. Muito inteligente, ele aprende novos truques com certa facilidade.

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O Fox Paulistinha ama estar perto da família humana e é muito leal e protetor com os membros dela, podendo até mesmo ter um dos tutores como o “favorito”. Esse caráter protetor pode fazê-lo não se dar muito bem com desconhecidos, inclusive os encarando enquanto late – o que o torna também um pequeno e simpático cão de guarda. Isso não significa que o pet será problema com as visitas, mas é sempre importante socializar bem o pet desde cedo.

O Fox Paulistinha não é do tipo de pet que gosta de ficar sozinho por muito tempo, então é preciso que a família tenha tempo para interagir com o pet todos os dias, assim como praticar atividades físicas, já que esse cão de porte médio tem muita energia para gastar. Também é importante ressaltar que, apesar do tamanho pequeno, não é tão indicado para viver em apartamentos, esse pet precisa ter espaço para correr e brincar.

Saúde e higiene

Os pelos desse cão são curtos, lisos e bem densos, sendo relativamente simples de cuidar e escovações serão necessárias apenas para a remoção de pelos mortos, sendo uma vez por semana o suficiente. Quanto aos banhos o recomendado é que sejam banhos mensais, mas a frequência pode ser aumentada conforme a necessidade, como para cães que brincam na terra ou que gostam de nadar em lagos, por exemplo. 

O Fox Paulistinha é um cachorro saudável e, no geral, não apresenta problemas como doenças genéticas. Mas é preciso estar atento ao nível de exercícios praticados com o pet, mesmo cheio de energia, exageros devem ser evitados. Pode acontecer do cão sofrer com a luxação de patela (uma doença no joelho que causa dores intensas e dificuldade de locomoção).

É importante levar o Fox Paulistinha ao veterinário regularmente para evitar qualquer possível problema que venha a acometer a saúde do pet.

Fonte: IG PET

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Choque anafilático pode levar animais de estimação ao óbito, saiba o que fazer

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O pet deve ser levado ao veterinário o mais rápido possível
Werzk Luuu/Unsplash

O pet deve ser levado ao veterinário o mais rápido possível

Assim como a intoxicação  por produtos químicos e substâncias tóxicas pode acabar surpreendendo os tutores, que vão precisar agir rápido para ajudar os animais de estimação, o choque anafilático também é um enorme problema que pode gerar consequências graves.

O choque anafilático, ou simplesmente anafilaxia, se trata de uma reação alérgica generalizada de manifestação rápida e bastante grave, por isso, caso não sejam tomadas as medidas necessárias rapidamente, o animal pode entrar em coma e vir a falecer.

Ao contrário da intoxicação, que o tutor pode prevenir mais facilmente ao retirar os causadores (como produtos de limpeza, alimentos e plantas) do alcance do animal, o caso das alergias se torna um pouco mais difícil, já que podem ser causadas por qualquer agente que o pet venha a ter alergia, que vão desde fatores ambientais, picadas de insetos – sendo bem comuns com abelhas e marimbondos – medicamentos e, em casos mais raros, até mesmo reação a vacinas.

Como identificar o choque anafilático

Cachorro que ficou com a cara inchada após ter contato com planta venenosa
Alexander Lawrie

Cachorro que ficou com a cara inchada após ter contato com planta venenosa

A princípio, umas das reações mais comuns ao choque anafilático, especialmente em cães, é o inchaço causado na região do focinho. Os sintomas, porém, são variados e cada animal pode reagir de uma forma diferente ao causador da alergia.

Alguns cães podem apresentar moleza e falta de energia, enquanto outros podem ficar mais agitados e ansiosos, devido à irritação causada. Uma alergia mais leve não causará tantos problemas, já em forma aguda traz reações generalizadas por todo o organismo do animal, que podem vir imediatamente após o início dos sintomas, ou em algumas horas

Os sinais mais comuns de um choque anafilático grave são:

  • Vômitos
  • Diarreias (hemorrágicas ou não)
  • Nervosismo
  •  Fraqueza
  •  Urticária com coceira excessiva
  •  Perda do controle sobre vias de micção e defecação

O choque anafilático geralmente ocorre depois que o pet já passou por um grau de sensibilidade anterior, ou seja, já na segunda vez em que o animal entra em contato com a substância alérgena.

Se nada for feito, é comum que os sintomas se agravem e aconteça a retenção de líquidos e inchaço, hipersalivação, dificuldades para respirar, gengivas e mucosas pálidas, letargia, hiperatividade,  geralmente acompanhada de taquicardia, convulsões, cólicas, sensação de frio nas extremidades e coma.

O tutor deve observar se o pet apresenta dificuldades para respirar, que podem acompanhar ruídos, conhecido como estridor, causados pelo inchaço da laringe. Deve-se permitir que o animal fique na posição em que se sinta mais confortável, por é natural que ele escolherá a que facilita a respiração.

É imprescindível que o animal seja levado até uma clínica veterinária já aos primeiros sinais, em poucos minutos eles evoluem para uma situação mais grave que pode ser irreversível.

Os primeiros socorros

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Picadas de insetos como abelhas, vespas e marimbondos estão entre os principais causadores do choque anafilático em animais
Fabian Keller/Unsplash

Picadas de insetos como abelhas, vespas e marimbondos estão entre os principais causadores do choque anafilático em animais

Assim que notar que o pet está passando por um choque anafilático, o tutor deve iniciar com os primeiros socorros , o que fará toda a diferença para a sobrevivência do pet. Para isso, inicialmente se deve manter o pescoço do animal esticado, para facilitar a ventilação dos pulmões. É fundamental observar o ambiente onde o pet estava no momento do ataque, para descobrir a possível causa da alergia – pode ser, por exemplo, alguma planta do jardim, ou um inseto que estivesse por ali.

Em seguida, o tutor deve levar o animal à clinica veterinária mais próxima – por isso é sempre importante ter o contato salvo na agenda, para emergência. Somente em um hospital veterinário o animal terá todo o tratamento necessário.

No caso dos cachorros , o sistema hepático costuma ser o mais afetado, já nos gatos a parte respiratória é a que mais sofre. De qualquer modo, ambos correm o risco de morrer caso não seja realizado nenhum tratamento imediatamente.

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O tratamento

Já sob os cuidados de um médico veterinário, o profissional irá estabilizar o corpo do animal com os procedimentos de emergência, sendo eles: uso de adrenalina, anti-histamínicos, anti-inflamatórios, corticoides, fluidoterapia, entre outros.

Podem ser realizados exames laboratoriais, como hemograma, função renal, hepática, eletrólitos e exames de urina para verificar possíveis lesões causadas pela reação alérgica.

Geralmente, após o atendimento inicial, o animal é hospitalizado para que o quadro de saúde dele possa ser acompanhado de perto pelos profissionais, assim começando a inibir ou eliminar os agentes causadores da anafilaxia.

Como prevenir que aconteça 

É importante ficar atento aos sinais de anafilaxia do pet
Dieny Portinanni/Unsplash

É importante ficar atento aos sinais de anafilaxia do pet

Não existe uma maneira de se prevenir totalmente que uma reação alérgica aconteça, porém algumas medidas podem ser tomadas para ajudar a evitar que aconteça. Para quem vive em áreas com maior incidência de insetos, por exemplo, vale investir em repelentes  e inseticidas – lembrando de verificar se os produtos não podem fazer mal ao pet.

Em hipótese alguma deve ser dado qualquer tipo de medicamento sem prescrição médica ao animal. Checar se as plantas que estão no jardim,  ou produtos utilizados na casa, não podem ser alergênicos ao animal.

Testes de alergia são uma ótima opção  para evitar que o tutor seja pego desprevenido, caso o resultado dos testes seja positivo para alguma substância, ele deverá manter fora do alcance do animal – lembrando que produtos de limpeza, cosméticos, remédios e venenos jamais devem estar em locais aos quais os animais de estimação têm acesso. Além disso, anotar a quais agentes o pet tem alergia, para avisar ao veterinário caso uma futura emergência venha a acontecer.

Fonte: IG PET

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Plínio, o cachorro da Anitta, ganha dia especial de aniversário

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Plínio ao lado da tutora famosa
Reprodução/Instagram

Plínio ao lado da tutora famosa

Plinio, um dos cachorros de estimação de Anitta teve um dia bem especial nesta quarta-feira (24), não por acaso, era o aniversário do cãozinho.

Para comemorar ele ganhou um dia de spa e alguns artigos de luxo da Moschino, marca de roupas e acessórios de luxo, da qual o Galgo italiano e a tutora famosa são embaixadores no Brasil.

A foto foi compartilhada pela cantora, por meio dos stories do Instagram, e também pela própria marca, que celebrou o look do cãozinho. A marca internacional conta com uma linha toda voltada para os cachorros, que vão de coleiras, moletons e até jaquetas de couro.

Cachorro de Anitta tem dia especial de aniversário
Reprodução/Instagram

Cachorro de Anitta tem dia especial de aniversário

Além de Plínio, Anitta tem mais seis cachorros de estimação, sendo que dois deles estão em Miami e cinco no Brasil.


Fonte: IG PET

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