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Atirador em shopping de Idaho, nos EUA, morre devido a ferimentos

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Um homem que matou a tiros duas pessoas – e feriu outras, incluindo um policial – em um shopping center de Boise, no estado norte-americano de Idaho, morreu nessa terça-feira (26), disseram autoridades.

Os investigadores ainda não determinaram se os ferimentos que o mataram resultaram de uma troca de tiros com a polícia no local, ou de um tiro dado por ele mesmo, antes de ser levado sob custódia, de acordo com o chefe de polícia de Boise, Ryan Lee.

A motivação do atentado de segunda-feira (25) continua sob investigação, disse Lee em entrevista coletiva, um dia após o ataque no shopping Boise Towne Square, no extremo oeste da capital de Idaho.

O suspeito foi identificado publicamente na terça-feira como Jacob Bergquist, de 27 anos, morador de Boise. Segundo o chefe de polícia, ele já teve desentendimentos anteriores com a segurança do shopping e a polícia por “comportamento perturbador”.

“Tivemos contato com ele no passado, mas não tínhamos nenhum motivo para prendê-lo”, disse Lee, acrescentando que Bergquist não tinha nenhum histórico de trabalho no local.

A polícia revelou novos detalhes sobre o incidente, afirmando que o suspeito, que vestia preto, disparou vários tiros dentro do shopping, antes de fugir do prédio, e foi confrontado por policiais que chegaram ao local em dois minutos e meio.

Segundo Lee, a rápida resposta evitou uma “tragédia mais grave”.

*Reportagem adicional de Kanishka Singh 

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Estudo mostra que pandemia aumentou fatia que super-ricos detêm

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A fatia que os bilionários detêm da riqueza global das famílias aumentou de maneira recorde durante a pandemia de covid-19. Os milionários também saem da crise na frente, revelou estudo divulgado nesta terça-feira (6).

Produzido por uma rede de cientistas sociais, o Relatório da Desigualdade Mundial estimou que neste ano os bilionários possuem coletivamente 3,5% da riqueza global das famílias. O índice é superior aos pouco mais de 2% vistos no início da doença, no começo de 2020.

“A crise da covid exacerba as desigualdades entre os muito ricos e o resto da população”, disse o autor principal, Lucas Chancel. Ele ressaltou que economias ricas usaram um apoio fiscal maciço para mitigar os aumentos de pobreza acentuados vistos em outras partes.

O relatório se valeu de uma variedade de pesquisas especializadas e dados de domínio público. O prefácio foi escrito por Abhijit Banerjee e Esther Duflo, economistas radicados nos Estados Unidos e dois integrantes do trio que recebeu um Premio Nobel por seu trabalho sobre a pobreza em 2019.

“Como a riqueza é uma grande fonte de ganhos econômicos futuros e, cada vez mais, de poder e influência, isto é um presságio para aumentos adicionais da desigualdade”, escreveram eles sobre o que classificaram como uma “concentração extrema de poder econômico nas mãos de uma minoria muito pequena de super-ricos”.

As conclusões confirmam uma série de estudos existentes, “listas de ricos” e outros indícios que apontam para um aumento das desigualdades em questões de saúde, sociais, de gênero e de raça durante a pandemia.

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Internacional

Ômicron: remédio da GSK-Vir funciona contra mutações, diz estudo

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A farmacêutica britânica GSK informou, nesta terça-feira (7), que sua terapia contra a covid-19 baseada em anticorpos, desenvolvida em parceria com a norte-americana Vir Biotechnology, é eficaz contra todas as mutações da nova variante Ômicron do coronavírus. A empresa citou novos dados de estudo em estágio inicial.

Os dados, que ainda serão publicados em um periódico médico sujeito ao crivo da comunidade científica, mostram que o tratamento da empresa, batizado de sotrovimab, funciona contra todas as 37 mutações identificadas até o momento na proteína spike da variante Ômicron, disse a GSK em comunicado.

Na semana passada, outros dados pré-clínicos mostraram que o remédio funcionou contra mutações cruciais da Ômicron. O sotrovimab foi concebido para se ater à proteína spike na superfície do coronavírus, mas foi descoberto que a Ômicron tem um número anormalmente alto de mutações nessa proteína.

“Esses dados pré-clínicos demonstram o potencial de nossos anticorpos monoclonais serem eficazes contra a variante mais recente, Ômicron, além de todas as outras variantes preocupantes definidas até o momento pela Organização Mundial da Saúde”, disse o chefe científico da GSK, Hal Barron.

A GSK e a Vir estão criando em laboratório os chamamos pseudovírus, que contêm importantes mutações do coronavírus de todas as possíveis variantes que já surgiram, e então realizam testes sobre sua vulnerabilidade ao tratamento sotrovimab.

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