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TURISMO

Destruída há quase 2 mil anos, Pompeia preserva as ruínas da civilização perdida

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Há muito o que visitar pelas ruínas da antiga cidade de Pompeia
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Há muito o que visitar pelas ruínas da antiga cidade de Pompeia

Andar pelas ruas de Pompeia é quase como voltar no tempo, já que, mesmo em ruínas, ainda se pode ver muito do que era a cidade há quase dois mil anos, podendo até mesmo observar marcas deixadas pelas vigas na época, pedras que eram usadas para atravessar as ruas estreitas por onde passavam correntes de água e distinguir certas construções comuns, como padarias, templos, mansões, teatros e casas de prostituição.

Existem cafés, quiosques e lojas de souvenirs fora das ruínas e uma cafeteria próxima à entrada, onde é possível comprar uma variedade de lanches, assim como banheiros para turistas. O recomendado é que o visitante leve o próprio lanche na mochila (além de ser mais econômico) para não ter de se preocupar na hora que bater a fome durante o passeio.

Ao longo da cidade também existem bebedouros com água potável, onde o turista pode reabastecer a garrafa quantas vezes precisar, de graça. Os passeios são bem longos e, por isso, é importante ir com roupas e, principalmente, calçados confortáveis. Além disso, para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, existe uma rota especial como foco em acessibilidade, denominada “Pompei Per Tutti” (Pompeia para Todos).

Há muito o que se ver e conhecer sobre Pompeia, mas alguns locais merecem certa atenção, especialmente para quem vai pela primeira vez. Os ingressos custam a partir de R$ 121,75 (reservando pela internet).

Melhores locais a visitar

Uma dica importante para quem decidir fazer a rota por conta própria, há uma rota mapeada com os principais pontos a visitar disponível no Google Maps. Ao comprar o ingresso também é importante solicitar um livreto e o mapa da cidade – disponíveis de forma digital para quem comprar pela internet.

O Anfiteatro

É o mais antigo entre os conhecidos de Roma, o local podia acomodar até 20 mil pessoas nas arquibancadas e está localizado na região periférica da cidade, para ajudar no fluxo de multidões.

A Casa de Vênus na Concha

Casa de la Venus en la concha
Wikipedia Creative Commons

Casa de la Venus en la concha

Há um jardim no centro e quartos com afrescos (uma técnica de pintura realizada em paredes e tetos revestidos em gesso), entre estas a própria pintura de Vênus, que dá nome à casa.

A Casa do Sirico

Esta casa pertencia a um homem poderoso com fortes conexões políticas e comerciais, a casa era usada para entretenimento, com uma sala de êxedra onde os convidados se sentavam em sofás. No chão havia placas de mármore e chamativos afrescos com temas inspirados na mitologia, como a Guerra de Troia pintados nas paredes.

A Casa do Fauno

Uma das mais famosas de Pompeia, por ser uma das maiores e mais luxuosas. Isso fica visível já pelos pilares e piso embutido da entrada. Existem dois átrios e dois pátios com salas privativas e de entretenimento. Entre os elementos mais importantes estão a famosa estátua do Fauno e o mosaico de uma famosa batalha desenhado no chão.

A Casa do Poeta Trágico

A Casa do Poéta Trágico se destaca pelo mosaico de cachorro na entrada
Wikipedia/Miguel Hermoso Cuesta

A Casa do Poéta Trágico se destaca pelo mosaico de cachorro na entrada

Outra casa famosa, devido a um desenho de cachorro pintado na frente da entrada, se destacando por conter os dizeres “Cuidado com o Cão”.

Banhos do Fórum

Um local para banhos construído no início da história da cidade, conta com uma arquitetura complexas, sendo um dos poucos locais cobertos de Pompeia. Na área masculina é possível encontrar diferentes áreas para banhos de várias temperaturas. A decoração dos quartos também se destaca.

Fórum Granary

O espaço costumava ser usado como mercado de frutas e vegetais, atualmente são guardados os artefatos encontrados no período de escavações de Pompeia. São mais de 9 mil itens, entre potes, jarros, mesas, banheiras e até um cachorro.

No entanto, os artigos mais valiosos foram levados para o Museu Nacional de Arquitetura, localizado no centro de Nápoles.

O Fórum

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Uma das construções mais importantes de Pompeia, onde todos os principais edifícios públicos estariam situados na praça ou em locais próximos. O lugar teria sido usado para mercados e outros tipos de negociações, as escavações indicam que mudou de forma diversas vezes ao longo de séculos.

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O Templo de Júpiter

Templo de Júpiter
Mentnafunangann

Templo de Júpiter

Um dos edifícios mais icônicos de Pompeia, ficando logo a frente do Monte Vesúvio. O templo ocupa a parte norte do Fórum e já teve estátuas dedicadas a Júpiter, Juno e Minerva.

O Santuário de Apolo

Um dos locais mais antigos de culto em Pompeia, foi construído em um ponto estratégico, onde muitas pessoas passariam ao irem para o centro da cidade.

A Basílica

Local que teria sido usado como tribunal. Os juízes se sentariam no banco ao lado oeste e as paredes eram decoradas com estuque como enormes blocos de mármore.

O Grande Teatro

O primeiro grande edifício a ser completamente escavado séculos depois da grande erupção. O auditório foi feito diretamente na encosta de uma colina. Em seu palco eram apresentados espetáculos de comédia e as famosas tragédias gregas. Além dele, havia outro teatro menor nas proximidades, que era usado para shows de mímica e música.

O que aconteceu com a cidade e com que morava lá

Molde dos corpos dos moradores de Pompeia no momento da morte conservados pela poeira vulcânica, os restos mortais fora desintegrados pelo calor e pelo tempo
Reprodução/Pinterest

Molde dos corpos dos moradores de Pompeia no momento da morte conservados pela poeira vulcânica, os restos mortais fora desintegrados pelo calor e pelo tempo

No ano de 79 d.C, o vulcão do Monte Vesúvio entrou em erupção  causando uma forte explosão que destruiu parte do topo da montanha, levando pedaços de rochas, cinzas e muita poeira por mais de 16 km de distância. Por quase 24 horas, houve uma “chuva” de pedras e poeira em toda a cidade. Com o barulho da explosão, a maior parte da população conseguiu evacuar, mas cerca de 2 mil pessoas ficaram para trás – o equivalente a quase 10% delas.

Milhões de toneladas de detritos e gases tóxicos lançados a quase 160 km/h inundaram a cidade, que foi totalmente soterrada. Além disso, devido ao calor provocado pela explosão de lava, as pessoas que restaram na cidade tiveram morte instantânea e seus corpos cobertos por poeira se decompuseram, deixando apenas “cascas vazias”.

Pompeia foi redescoberta em 1599, porém só veio a ser escavada apropriadamente em 1748, quando arqueólogos preencheram as “cascas de poeira” com gesso – os restos mortais, em sua maioria, já não existiam mais – revelando a forma dos corpos das vitimas e a posição em que estavam no momento da morte. Especialistas afirmam que a forma contorcida de alguns corpos não têm relação com dor, pois estas pessoas vieram a falecer tão rápido que sequer chegaram a sentir. Esses moldes podem ser vistos ao visitar as locações de Pompeia.

Como chegar

Estação Pompei Scavi-Villa dei Misteri da linha Circumvesuviana
Wikipedia/Joseph Barillari

Estação Pompei Scavi-Villa dei Misteri da linha Circumvesuviana

Uma das opções mais indicadas para turistas é ir ao local de trem, chamado Circumvesuviana, saindo de Nápoles ou Sorrento, seguindo até a estação Pompei Scavi-Villa dei Misteri. Saindo da Napoli Porta Nolana, Pompei Scavi será a sexta estação, o turista deve ficar atento ao notar que está na estação Torre Annunziata-Oplonti. Já saindo de Sorrento esta será a nona, e vale ficar atento ao chegar à estação Via Nocera. A passagem custa cerca de R$ 23,05 por pessoa.

Também é possível utilizar o Campania Express, um trem que opera na mesma rota do Circumvesuviana, porém só faz paradas em locais turísticos, como a própria Pompeia. Os trens da Campania são mais confortáveis, com ar condicionado e espaço para bagagem, porém são um tanto mais caros, custando cerca de R$ 51,20 por pessoa.

Regras para visitantes

Turistas devem seguir algumas regras ao visitar a cidade
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Turistas devem seguir algumas regras ao visitar a cidade

O visitante deve ter um ingresso válido para entrar no Parque Arqueológico de Pompeia, além de seguir uma série de regras de decoro e, caso haja qualquer problema, o turista deve relatar ao pessoal de segurança imediatamente.

Visitas guiadas

Para turistas menos experientes, existe a possibilidade de fazer visitas guiadas. Elas podem ser solicitadas já no local, nas estações Piazza Esedra e Porta Marina, das 9h às 13h. A solicitação é feita pela concessionária, o Parque Arqueológico atende exclusivamente os pedidos de passeios feitos pelos visitantes. O serviço é realizado por guias independentes do Parque, que podem ser identificados por crachás. O custo dos passeios guiados é combinado diretamente com os guias, de acordo com o percurso e a duração das visitas.

Fonte: IG Turismo

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TURISMO

Avenida Paulista faz 130 anos como polo da cultura mundial em São Paulo

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A avenida mais importante da capital completa 130 anos
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A avenida mais importante da capital completa 130 anos

Uma das principais atrações de São Paulo, a Avenida Paulista completa 130 anos de existência nesta quarta-feira (8) e ainda preserva alguns casarões que foram levantados na época de ouro do café. A avenida, que hoje tem 2,8 km de extensão, foi inaugurada em 1891, por iniciativa do engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, e está localizada no limite entre as zonas Centro-Sul, Central e Oeste, uma das regiões mais elevadas da cidade – chamada Espigão da Paulista.

A Paulista tem uma importância econômica inegável, mas também é um polo cultural de suma importância para a cidade que atrai tanto os turistas quanto os próprios paulistanos que gostam de estar em contato com as belezas e com a cultura da capital.

Entre esses pontos-chave, a Casa das Rosas, número 37, é um destaques por preservar a arquitetura no estilo clássico francês e hoje se dedica a diversas atividades culturais com foco em literatura e poesia, principalmente. Esse é um dos edifícios remanescentes da época da característica ocupação inicial de uma das principais vias da cidade.

Além dela, a Japan House São Paulo, por sua vez, fica no número 52 e é uma referência enquanto centro cultural dedicado à gastronomia tradicional japonesa e a cultura contemporânea do país asiático. Criada pelo governo japonês, o local tem um ambiente equilibrado, inovador e diferenciado, algo que transmite hospitalidade e inovação, oferece lazer e é parte ativa do dia a dia de diversas pessoas.  

Também há o famoso Sesc Avenida Paulista, número 119, é um centro de cultura e lazer que pertence à instituição brasileira privada Serviço Social do Comércio. O prédio abrigou a administração do SESC de 1978 a 2005, ficou oito anos em reforma e depois reabriu para receber o público. Já o MASP praticamente dispensa comentários. Localizado no número 1578, o Museu de arte de São Paulo é referência em cultura e um dos pontos mais importantes desse setor para a capital.

Celebração

Em vista desses e de outros atributos que cercam a avenida mais famosa de São Paulo, as instituições da Paulista Cultural, uma iniciativa que celebra o potencial artístico da Paulista, realizam uma homenagem a este marco da cidade no aniversário de 130 anos. Foram reunidas sete instituições: Casa das Rosas, Centro Cultural Fiesp, IMS Paulista, Itaú Cultural, Japan House São Paulo, MASP e Sesc Avenida Paulista. A programação vai até dia 12 de dezembro. 

Nesta quarta, 8, a Associação Paulista Viva preparou três grandes eventos:

  • Às 11h  tará a entrega da revitalização de um trecho da Avenida, que contará com a presença do Prefeito da cidade
  • Nessa mesma ocasião, às 11h, haverá o lançamento dos protótipos de uma lixeira inspirada no design do MASP e uma bituqueira para teste
  • Às 19h, será feita uma sessão beneficente do filme “Casa Gucci” no Cine Marquise do Conjunto Nacional, e parte da renda da bilheteria será revertida ao Instituto Jô Clemente (antiga APAE-SP)

Abaixo segue a programação estendida até o dia 12 com tudo que foi preparado para celebrar a avenida mais famosa e mais importante da capital.

Dia 9/12, quinta-feira.

  • Sesc Avenida Paulista 
  • Plantando a partir de alimentos
  • Oficina on-line de horta caseira

A partir dos talos de cenoura, beterraba, alho poró, batatas, inhame, maracujá, dentes de alho, tampinha da cebola, chuchu e muito mais, veremos que é possível começar um cultivo diverso de novos alimentos. Serão apresentados métodos de reaproveitamento de partes dos vegetais que temos na cozinha para iniciarmos uma horta caseira.

Com ArboreSer, coletivo que tem como eixo central ações baseadas nos princípios da Agroecologia e Permacultura.

  • Horário: das 19h às 21h30.
  • Evento online com inscrição prévia em: inscricoes.sescsp.org.br
  • 40 vagas
  • Classificação indicativa: a partir de 18 anos
  • Grátis  

Dia 10/12, sexta-feira.

Centro Cultural Fiesp

  • Era Uma Vez o Moderno [1910-1944]
  • Exposição presencial

A exposição Era Uma vez o Moderno [1910-1944] é uma parceria do Centro Cultural Fiesp (CCF) e o Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB/USP). A mostra reúne diários, cartas, manuscritos, fotos e obras dos artistas e intelectuais, que fizeram parte das iniciativas em torno da implantação de uma arte moderna no Brasil. Com mais de 300 obras e documentos, a mostra fará o público revisitar três décadas dessa história e, em especial, conhecer as produções dos autores e pensadores que participaram da Semana de Arte Moderna, em 1922.

  • Visitação presencial: de 10.12.2021 até 29.5.2022
  • Horário: de quarta a domingo, das 11h às 20h.
  • Endereço: Av. Paulista, 1313.
  • Classificação indicativa: livre
  • Grátis

Sesc Avenida Paulista

  • Retratinhos do feed para a parede
  • Curso on-line

Que tal pegar uma foto do seu feed e transformá-la numa peça para parede de sua casa? O curso propõe criar um retratinho em três dimensões com modelagem em cerâmica fria e é um convite para explorar técnicas e combinar expressões, tomando como ponto de partida uma fotografia.

Integrando o projeto Ô Lá em Casa, a atividade propõe uma brincadeira com a imagem escolhida por meio de ilustração, modelagem e pintura. Um fazer artístico que nos coloca diante de processos digitais e analógicos e nos leva, de maneira divertida e prazerosa, a imortalizar olhares, retratando pessoas queridas, lugares, momentos, animais ou, por que não, uma selfie.

  • Curso on-line: de 10.12 até 12.12.2021
  • Horário: de quarta a sexta, das 19h às 21h.
  • Evento online com inscrição prévia em: inscricoes.sescsp.org.br
  • 30 vagas
  • Classificação indicativa: a partir de 18 anos
  • Grátis

Sesc Avenida Paulista

  • Literaturas Surdas: Livros e Línguas de Sinais
  • Intervenção on-line

Para celebrar a recepção de livros, bem como a criação de um setor que agrupe títulos com temáticas ligadas à Surdez, Libras, Línguas de Sinais e as autoras e autores surdes, a equipe do LiteraSurda propõe a criação de um vídeo para apresentar os títulos adquiridos, bem como convidar a comunidade surda para conhecer a nova seção da Biblioteca que abrigou o projeto LiteraSurda nos anos de 2018-2019.

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A atividade integra a Semana Modos de Acessar, ação em rede do Sesc São Paulo que acontece anualmente de 3 a 10 de dezembro e enfatiza o estímulo à participação ativa das pessoas com deficiência nas programações culturais e socioeducativas, além de abordar temas relacionados à educação e às tecnologias assistivas, às barreiras, às atitudes inclusivas, aos direitos sociais e à cidadania.

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  • Horário: das 19h às 21h30
  • Intervenção on-line no Instagram do Sesc Avenida Paulista.
  • Classificação indicativa: livre
  • Grátis

Dia 11/12, sábado

Itaú Cultural

  • Tunga: conjunções magnéticas
  • Exposição presencial

Com aproximadamente 300 obras, a exposição, que abre para o público às 11h, do dia 11, tem curadoria de Paulo Venancio Filho e celebra a produção artística de Tunga (1952-2016), figura emblemática das artes visuais do país. A diversidade de suportes, como desenhos, esculturas, objetos, instalações, vídeos e performances revela os múltiplos interesses de Tunga, que percorria diferentes áreas do conhecimento, como literatura, matemática, arte e filosofia. O artista explorou materiais como ímãs, vidro, feltro, borracha, dentes e ossos. Além do Itaú Cultural, a mostra estende-se para o espaço do Instituto Tomie Ohtake, que exibe duas obras de grandes dimensões.

  • Visitação presencial: de 11 de dezembro 2021 a 10 de abril de 2022
  • Horário: de terça a domingo, das 11h às 19h.
  • Endereço: Av. Paulista, 149
  • Classificação indicativa: 12 anos
  • Grátis
  • Instituto Tomie Ohtake: Av. Faria Lima 201 – Complexo Aché Cultural. Entrada pela Rua Coropés, 88, Pinheiros, São Paulo. 

Dia 12/12, domingo.

Japan House São Paulo

  • Bingo da JHSP
  • Brincadeira infantil presencial

Como parte das comemorações do aniversário da Avenida Paulista, a Japan House São Paulo promoverá um bingo presencial, no qual as crianças terão a oportunidade de conhecer e se familiarizar com palavras, objetos e conceitos da cultura japonesa de forma lúdica e divertida. Desenvolvida pela equipe do Educativo da instituição, a atividade presencial conta com o apoio da Pilot Pen.

  • Horários: 11h, 14h30 e 16h30.
  • Duração: 50 minutos cada sessão
  • Atividade presencial
  • Senhas disponíveis para retirada na recepção 1h antes de cada atividade (vagas limitadas)
  • Endereço: Av. Paulista, 52
  • Classificação indicativa: livre
  • Grátis

Casa das Rosas

  • Ações Lúdicas
  • Brincadeira infantil presencial

Crianças e familiares são convidados a participar de divertidas atividades educativas no Jardim da Casa das Rosas, voltadas à poesia e ao tema do patrimônio cultural. O objetivo é apreciar poemas “pescados” durante brincadeira na fonte no jardim e refletir sobre a Casa das Rosas e a história de São Paulo por meio de um jogo da memória.

  • Horário: das 10h às 12h.
  • Evento presencial no Jardim do Museu sem necessidade de inscrição prévia
  • Endereço: Av. Paulista, 37
  • Classificação indicativa: livre
  • Grátis

Casa das Rosas

  • Presepe: História de Natal
  • Sarau presencial e on-line

Esta apresentação proporcionará um verdadeiro sarau natalino a partir de contos, poemas e canções. Guimarães Rosa, Mário de Andrade, Mário Quintana e Manuel Bandeira passeiam pelo presépio de acordes e palavras deste natal brasileiro. Nesta atividade, o grupo Canto Livro será formado por Jean Garfunkel (voz e violão), Pratinha Saraiva (flauta e bandolim) e a Juliana Rizzo (voz e narração).

  • Horário: das 14h às 15h.
  • Evento presencial no Jardim do Museu sem necessidade de inscrição prévia
  • Endereço: Av. Paulista, 37
  • A atividade também será transmitida pelo canal de YouTube da Casa das Rosas
  • Classificação indicativa: livre
  • Grátis

Casa das Rosas

  • Canta a Poesia: Coral da Casa das Rosas
  • Apresentação musical presencial

Esta apresentação permitirá ao público rever, após um período no qual o grupo deixou saudades, o Coral da Casa das Rosas. Com o projeto “Canta a poesia”, o grupo interpreta a musicalização de poemas de autores brasileiros consagrados e de poetas menos conhecidos.

  • Horário: das 16h às 17h
  • Apresentação presencial no Jardim do Museu sem necessidade de inscrição prévia para assistir
  • Endereço: Av. Paulista, 37
  • Classificação indicativa: livre
  • Grátis

MASP

  • Oficina da Comuna
  • Atividade presencial

Inspirada pela estética dos burgos medievais e paisagens da cidade de São Paulo, a oficina ministrada pelo coletivo Revistacomando propõe um exercício de criação a partir de um jogo de matrizes xilográficas, unindo elementos das cidades modernas e antigas. Os participantes irão compor sua própria comuna (termo utilizado na Idade Média para as cidades que conquistaram a emancipação do seu território), utilizando um conjunto de peças modulares que possibilitam uma infinidade de cenários na impressão de xilogravuras – elas poderão ser levadas para casa ao final da atividade.

O MASP terá entrada gratuita durante todo o domingo, das 10h às 18h (entrada até às 17h30) mediante agendamento online pelo link masp.org.br/ingressos. As exposições em cartaz são: Sala de vídeo: Dominique Gonzalez-Foerster, Ione Saldanha: a cidade inventada, Acervo em Transformação: doações recentes, Conceição dos Bugres: tudo é da natureza do mundo, Gertrudes Altschul: filigrana, Maria Martins: desejo imaginante e Acervo em Transformação, a mostra de longa duração do museu.

  • Horário: das 10h30 às 16h30.
  • Oficina presencial: é necessário retirar uma pulseira de identificação na recepção do MASP, atividade por ordem de chegada.
  • Capacidade de participantes: oficina rotativa sem limites estabelecidos.
  • Endereço: Av. Paulista, 1578
  • Classificação indicativa: livre
  • Grátis

O MASP terá entrada gratuita durante todo o domingo, 12.12, das 10h às 18h (entrada até às 17h30) mediante agendamento online pelo link .

Sesc Avenida Paulista

  • Performance presencial

Intervenção de dança em que os performers vestidos de agasalhos coloridos e utilizando máscaras de grama artificial, se colocam em um local de grande fluxo de pedestres da cidade.

Essas criaturas não identificáveis geram um ponto de destaque visual em meio ao cenário urbano já tão diverso e controverso, e reforçam um contraponto em relação a mobilidade dos centros urbanos, uma vez que o fazer/estar dos performers não está implicado nas ações de correr, falar, vender, comprar, passar por, mas sim permanecer num único ponto realizando um giro de 180º em torno de si próprio em um período de 30 minutos.

  • Com Grupo MEIO
  • Direção Artística: Carolina Canteli, Everton Ferreira e Iolanda Sinatra
  • Concepção e Performance: Amanda Santos, Carolina Canteli, Everton Ferreira, Iolanda Sinatra e Maria Basulto
  • Colaborador Audiovisual: Lucas Reitano
  • Produção: Iolanda Sinatra
  • Horários: das 10h às 10h30 e das 14h às 14h30.
  • Atividade presencial na Avenida Paulista, com início em frente à Unidade do Sesc
  • Endereço: Av. Paulista, 119
  • Classificação indicativa: livre
  • Grátis 
Fonte: IG Turismo

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TURISMO

Antigo Reino de Bagan é conhecido por mais de 10 mil templos budistas

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A ação de saqueadores e da natureza varreram milhares de templos anticos
Sebastien Goldberg/Unsplash

A ação de saqueadores e da natureza varreram milhares de templos anticos

Bagan é motivo de encanto e parada obrigatória para a grande maioria dos visitantes do sudeste asiático, e isso se deve às maravilhosas vistas que a região apresenta. Espalhadas por uma vasta planície empoeirada é possível ver dezenas de milhares de templos budistas exóticos.

Os reinos de Bagan tiveram início ainda no século 2 a.C., mas chegou ao auge muitos anos depois, já em 1057, durante o reinado do rei Anawrahta. Com o passar dos anos, a cada novo rei que assumia o posto, mais templos, pagodes e outras estruturas religiosas em homenagem a Buda eram construídas, chegando a ter mais de 13 mil.

Em 1287 as forças de Kublai Khan (Império Mongol) invadiram e saquearam muitos dos tempos, reduzindo em muito a população local, desde então a ação de criminosos e grandes desastres naturais – como terremotos – varreram grande parte dos templos. Atualmente, existem pouco mais de 200 templos permanecem de pé.

Já nos anos de 1990, o governo local decidiu restaurar centenas de templos, porém o processo não foi bem sucedido, por usarem materiais modernos, bem diferentes dos usados originalmente, o que o diferenciou muito do estilo de arquitetura. Toda essa mudança fez com que a Unesco se recusasse por muitos anos a reconhecer Bagan como  Patrimônio Mundial da Humanidade.

O primeiro pedido foi feito em 1996, e veio a ser aceito somente em 2019, algo que os moradores da região entenderam como uma correção histórica. Os templos são os últimos vestígios do antigo Reino Pagão da Birmânia (atual Myanmar).

O passeio de balões é um dos grandes atrativos de Bagan
Charlie Costello/Unsplash

O passeio de balões é um dos grandes atrativos de Bagan

O que fazer por lá

Opções do que se fazer em Bagan é o que não faltam, mas não há duvidas que os templos são o maior chamariz para turistas – seja para visitar ou sobrevoar em passeios de balão.

O Templo Ananda

Foi concluído em 1091, pelo Rei Kyanzittha. É inspirado em uma lendária caverna chamada Nandamula, situada nas montanhas do Himalaia. Com mais de 51 metros de altura, recebeu um topo dourado já em 1990, em comemoração aos 900 anos. Dentro do templo estão quatro grandes estátuas de Budas, das quatro eras. Kakusandha está virada para o norte, Konagamana para o leste, Kassapa para o sul e Guatama, o Buda mais recente, está para o oeste.

O Templo Gawdawpalin

Foi construído no século 12 pelo rei Narapatisithu, o templo de 60 metros foi muito danificado em um forte terremoto de 1975, sendo totalmente reconstruído anos mais tarde.

O Templo Dhammayangyi

Este é o maior templo em Bagan, foi construído pelo rei Narathu que reinou de 1167 a 1170.

O Templo Shwesandaw

Foi construído em 1057 pelo rei Anawahta, A estupa retrata os cabelos do Buda. Às vezes é chamado de Templo de Ganesh, deus hindu com cabeça de elefante cujo as imagens estavam nos cantos de cada um dos cinco terraços.

O Templo Mahabodhi

Uma réplica exata, em tamanho menor, do famoso templo Bodhi em Bodh Gaya, na Índia. Foi construído durante o reinado do rei Nantaungmya, entre 1210 e 1234.

O Templo Shwezigon

Este pagode foi construído como o mais importante santuário relicário em Bagan. Iniciado pelo rei Anawrahta e concluído pelo rei Kyanzittha em 1089. Ele contém vários ossos e cabelos do Buda.

O famoso passeio de balão

Os balões de ar quente sobrevoam Bagan a mais de 600 metros de altura
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Os balões de ar quente sobrevoam Bagan a mais de 600 metros de altura

Quando se procura por imagens de Bagan, depois dos grandes templos, o que mais se destaca são as imagens dos grandes balões de ar quente que sobrevoam a região a mais de 600 metros de altura. Este passeio está na lista de desejos de qualquer um que vá visitar Myanmar – a menos que tenha muito medo de altura.

Os voos de balão são silenciosos e estáticos, combinando com a luz do nascer do sol proporcionam um visual deslumbrante dos templos e de toda a área. É, sem dúvidas, uma experiencia inesquecível.

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Com taxas a partir de U$ 300 (cerca de R$ 1.7 mil) por pessoa, os passeios acontecem somente entre outubro e abril, quando o clima está mais propicio para o voo. Os voos podem durar de 45 minutos a uma hora.

A melhor época para viajar

A bicicleta em Bagan é um dos meios de transporte mais usado
propelahed/Flickr

A bicicleta em Bagan é um dos meios de transporte mais usado

Entre os meses de março e maio acontece a considerada “época seca”, quando a temperatura é bem quente, passando dos 40°C durante o dia. De junho a outubro as monções do sudeste asiático chegam à Myanmar, deixando a temperatura com uma média de 30°C e com fortes chuvas por quase todo o período.

Entre novembro e fevereiro está a melhor época para se viajar, as temperaturas ficam mais amenas e, durante o dia, beiram os 35°C. Por outro lado, a grande procura faz com que os preços fiquem bem elevados, o indicado é que se faça a reserva com bastante antecedência.

Se bem programado é possível visitar alguns dos maiores templos de Bagan em apenas dois dias, mas também há muito charme a ser explorado em templos menores – e que exigem um pouco mais de tempo -, que ficam fora do roteiro mais tradicional e podem ser acessados por pequenas trilhas. Para agilizar o passeio, podem ser alugadas bicicletas em hotéis, restaurantes e lojas locais.

Alugar uma bicicleta, porém, pode não ser a melhor das ideias em dias mais quentes, já que as trilhas são longas e exigem um dia inteiro de pedalada. Para isso também existe a alternativa de aluguel de motos e scooters. Para quem desejar mais conforto, mas sem tanta liberdade, também pode optar por usar o transporte público que passa somente pelas principais vias.

O turista também pode usar o serviço de Taxi, no qual o motorista o levará por onde quiser, mas é preciso combinar os valores com antecedência, para evitar um choque na hora de pagar a corrida – caso dinheiro não seja problema, também é possível agendar um tour com agências de turismo locais.

O pôr do sol no rio Irrawaddy

O pôr do sol no rio Irrawaddy
Shimmerx Lyan/Unsplash

O pôr do sol no rio Irrawaddy

Antes era possível escalar os grandes templos para assistir ao pôr do sol em Bagan, no entanto, com o aumento do tráfego de turistas acidentes se tornaram frequentes e a prática foi proibida.

Existem dois tempos ao longo do rio Irrawaddy que não contam com níveis para escalar, sendo muito mais seguros. Para quem sofre com dificuldade de locomoção, ou prefere vistas ribeirinhas, a dica é ir ao Bupaya Pagode e ao Lawkananda Pagode, onde se pode apreciar um belíssimo pôr-do-sol.

Explore o mercado local

O mercado em Myanmar
toozler/Flickr

O mercado em Myanmar

Para quem deseja fazer compras pode visitar as áreas fora da Zona Arquológica de Bagan, também conhecidas como “Nova Bagan”, ao norte da cidade mais antiga de Nyaung-U, próximo ao aeroporto de Bagan.

O Mercado Mani Sithu conta com a presença de moradores locais comprando e vendendo carne fresca e produtos secos. A cidade de Myinkaba, próxima a Bagan, foi um grande centro de produção de laca (louças artesanais) durante séculos. As oficinas atuais usam técnicas bem semelhantes às originais e são bem únicas. Ao contrário de outras peças de artesanato, as cores das lacas ficam mais claras com o passar dos anos, tornando a laca antiga especialmente apreciada por colecionadores.

A culinária local

A culinária local é bem variada, com influência também de outras regiões devido a alta no turismo
bengawanty/Flickr

A culinária local é bem variada, com influência também de outras regiões devido a alta no turismo

Graças ao grande fluxo de visitantes estrangeiros, o cenário alimentício de Bagan se tornou mais acomodado ao longo dos anos. Ao ir de Nova Bagan para Nyaung-U, existem restaurantes que atendem às tradições culinárias não somente birmaneses e chineses, mas também tailandeses, indianas, e até tibetanas e britânicas. A maioria dos restaurantes com uma boa relação custo-benefício pode ser encontrada em Nyaung-U.

Onde se hospedar

Bagan Hotel em Myanmar
Jacques Rollet/Flickr

Bagan Hotel em Myanmar

Em Nyaung-U também está localizada a maior oferta de hotéis a um bom preço. Apesar de ser um pouco mais afastada da região dos templos é, sem dúvida, o melhor local para se hospedar.

Velha Bagan

Região mais próxima aos templos, também mais indicada para quem deseja visitar os antigos portões da velha cidade. Os hotéis da região proporcionam vistas aos grandes templos e podem ficar às margens do rio Ayeyarwady (ou também chamado de Irrawaddy). O custo aqui é um pouco mais elevado, mas proporciona mais opções para o turista.

Nova Bagan

Está ao sul da Velha Bagan, a cerca de 4,6km de distância. É a opção de menor custo entre as três. A cidade foi construída após os anos 1990 e conta com uma arquitetura bem diferente das anteriores.

Fonte: IG Turismo

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