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Vale é a segunda maior empresa pagadora de dividendos; bom investimento?

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Segundo levantamento da Economatica, plataforma de análise de investimentos, a Vale (VALE3) é a segunda maior empresa pagadora de dividendos de 2021, ficando apenas atrás da Unipar (UNIP6).

Uma vez que viver de renda extra é o sonho de grande parte dos investidores que operam no mercado, escolher companhias boas pagadoras de dividendos pode ser uma ótima opção. Afinal, essas empresas não distribuem apenas proventos com regularidade, mas também detém uma alta rentabilidade de ações.

Pensando nisso, veja como funciona o processo de distribuição de dividendos da maior mineradora do Brasil e se vale a pena investir:

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Dividendos da Vale (VALE3)

Nos últimos doze meses, a Vale distribuiu aos seus acionistas R$ 14,6 em dividendos. Sendo assim, o Dividend Yield (rendimento do dividendo) da empresa foi de 23,55%. Ou seja, um resultado superior aos rendimentos de títulos e produtos ligados à taxa Selic.

Desse modo, os resultados alcançados pela mineradora marcaram verdadeiros recordes. Uma vez que, entre o intervalo de 2016 e 2020, a média de distribuição de proventos da Vale foi de 4,52%.

Tendo em vista esses resultados, especialistas apontam que a mineradora pode ser considerada uma empresa cíclica. Isso porque, em determinados períodos, a mesma performa muito bem em razão do mercado, já em outros, o desempenho não sai como o esperado.

Além disso, a empresa opera com segmentos básicos, como materiais, saneamento e energia, que podem se beneficiar neste período marcado pela inflação.

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Como funciona a distribuição?

Em suma, a política de pagamento da Vale aos acionistas estabelece que a distribuição ocorre semestralmente. Portanto, eles analisam o primeiro resultado do ano para a parcela de setembro, e a demonstração do segundo semestre, para a parcela de março.

Saiba mais em 1Bilhão , parceiro do iG.

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Bolsonaro publica MP para pagar R$ 400 a famílias do Auxílio Brasil

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Alan Santos/ PR

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Após o Congresso firmar um acordo para fatiar a Proposta de Emenda à Constituição 23/2021 (PEC dos Precatórios) , o presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou a medida provisória (MP) que institui o Benefício Extraordinário. O recurso visa atender às famílias que são beneficiárias do Auxílio Brasil , programa sucessor do Bolsa Família.

O benefício terá valor necessário para alcançar a marca de R$ 400 e será pago junto à parcela de dezembro do Auxílio Brasil . Em novembro, o novo Bolsa Família teve valor médio de R$ 217,18.

Descrito como “extraordinário”, o pagamento se refere apenas a este mês de dezembro, mas com possibilidade de prorrogação de janeiro a dezembro do próximo ano, “consideradas as famílias beneficiárias no mês de referência do pagamento do referido benefício e observada a disponibilidade orçamentária e financeira”.

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Para que o governo pague os R$ 400 planejados em 2022, ele depende da conclusão da votação da PEC. A pauta, que é alvo de discussão no Congresso, prevê o adiamento do pagamento de dívidas da União, os precatórios. 

O governo diz que isso é necessário para abrir espaço no orçamento para o repasse de um auxílio maior aos mais pobres. É por conta dessa dependência que a MP já prevê a possibilidade de prorrogação nos próximos meses.

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Bolsonaro publica MP para pagar R$ 400 a famílias do Auxílio Brasil

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Após o Congresso firmar um acordo para fatiar a Proposta de Emenda à Constituição 23/2021 (PEC dos Precatórios), o presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou a medida provisória (MP) que institui o Benefício Extraordinário. O recurso visa atender às famílias que são beneficiárias do Auxílio Brasil, programa sucessor do Bolsa Família.

O benefício terá valor necessário para alcançar a marca de R$ 400 e será pago junto à parcela de dezembro do Auxílio Brasil. Em novembro, o novo Bolsa Família teve valor médio de R$ 217,18.

Descrito como “extraordinário”, o pagamento se refere apenas a este mês de dezembro, mas com possibilidade de prorrogação de janeiro a dezembro do próximo ano, “consideradas as famílias beneficiárias no mês de referência do pagamento do referido benefício e observada a disponibilidade orçamentária e financeira”.

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Para que o governo pague os R$ 400 planejados em 2022, ele depende da conclusão da votação da PEC. A pauta, que é alvo de discussão no Congresso, prevê o adiamento do pagamento de dívidas da União, os precatórios. 

O governo diz que isso é necessário para abrir espaço no orçamento para o repasse de um auxílio maior aos mais pobres. É por conta dessa dependência que a MP já prevê a possibilidade de prorrogação nos próximos meses.

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