conecte-se conosco


Direto de Brasília

Renan afirma que ‘debate deve ser público’ após o vazamento do relatório da CPI

Publicado

Direto de Brasília


source
Renan Calheiros no Senado Federal
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Renan Calheiros no Senado Federal

relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou ser “contra o vazamento das minutas do relatório da CPI da Covid “, mas declara que ‘acabou sendo bom’ para tornar o debate público e transparente nos últimos dias da comissão. 

O senador ainda reitera que não foi ele quem divulgou as informações, publicadas em diversos veículos e diz não ser a favor de tais atos. “Fui contra. Mas, já que vazou, acabou sendo bom. O debate tem que ser público. Cada um [senador] deve dizer o que defende”, afirma.

A disseminação com os nomes de indiciados e os crimes que o presidente Jair Bolsonaro seria enquadrado, deixou alguns senadores irritados.

“Publicamente [o vazamento do relatório] vai ensejar esse debate [sobre] quem defende o que, isso é muito importante a essa altura do campeonato”, declarou Renan.

Alguns dos parlamentares acreditam que o vazamento foi proposital e chegou a constranger alguns senadores a apoiarem medidas que Renan Calheiros quer tomar contra o presidente Jair Bolsonaro.

Leia Também

Anteriormente, já havia afirmado que o relatório poderia sugerir o indiciamento do mandatário por pelo menos 11 crimes. 

O presidente da comissão, o senador Omar Aziz, afirmou nesta segunda (18),  que Renan Calheiros não é “o dono da verdade”. Renan responde que, de fato, “a verdade estará sempre com a maioria da CPI” e que o relatório não expressará suas convicções pessoais.

Segundo Renan, até agora Omar Aziz não o comunicou sobre quais são as divergências do presidente da CPI com suas ideias, mas que está aberto para debater com todos os que participam da comissão.


– Com informações de Folha de S. Paulo

Comentários Facebook

Direto de Brasília

Primeira parte da PEC dos Precatórios deve ser promulgada hoje

Publicado


Em comunicado conjunto, os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciaram que a parte convergente da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos Precatórios deverá ser promulgada nesta quarta-feira (8). Segundo Lira, equipes técnicas estão trabalhando desde ontem para levantar todos os pontos de consenso no texto e efetivar a promulgação.

Na última quinta-feira (2), Lira anunciou o fatiamento da PEC em duas partes – uma com os pontos de consenso entre as duas Casas e a outra com as mudanças feitas pelo Senado, que deveriam ser apreciadas novamente pela Câmara.

As partes alteradas durante a votação do  Senado, na última quarta-feira (1º), voltaram para a Câmara e terão de ser analisadas novamente. De acordo com Arthur Lira, esses pontos serão apensados à outra proposta de emenda constitucional (PEC) sobre o assunto e serão apreciados terça-feira (14). Assim, o presidente da Câmara espera ter o prazo de uma semana para negociação com lideranças e obtenção do quórum necessário para a votação de uma PEC.

Segundo Lira, na semana que vem a Câmara deve trabalhar de segunda a sexta para a votação dessa PEC e do Orçamento de 2022. “A Câmara dos Deputados e o Senado trabalharão juntos para que se encerre essa PEC importante, a fim de dar previsibilidade aos precatórios, ao orçamento e à dívida pública”, disse.

De acordo com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, há unanimidade de senso de urgência para a implantação do Auxílio Brasil “Estamos todos muito preocupados e ocupados em relação a uma sustentação do programa social”, afirmou.

Segundo Pacheco, os pontos acordados por ambas as casas devem somar mais de R$ 60 bilhões e garantirão o pagamento do auxílio. Entre eles estão as novas regras para o teto de gastos e para o pagamentos dos precatórios.

Edição: Graça Adjuto

Comentários Facebook
Continue lendo

Direto de Brasília

Decreto cria verbas para pagar Auxílio Brasil de R$ 400 em dezembro

Publicado


A edição extra do Diário Oficial da União (DOU) de hoje (7) trouxe o texto da medida provisória (MP) 1.076 de 2021, que antecipa o pagamento do novo valor do Auxílio Brasil – programa social de distribuição de renda que substitui o antigo Bolsa Família.

O instrumento cria um benefício extraordinário que complementa as parcelas já previstas do Auxílio Brasil para o valor de R$ 400 divulgado pelo governo. A manobra ocorre devido à necessidade de promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, que deverá ser fatiada e que possibilitará a alocação de recursos para o pagamento integral do Auxílio Brasil.

Segundo o calendário de pagamentos já divulgado pela Caixa, os créditos relativos à parcela de dezembro do Auxílio Brasil serão recebidos a partir da próxima sexta-feira (10).

Leia também:
» Veja o calendário do ciclo de pagamentos do Auxílio Brasil em dezembro

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a PEC dos Precatórios e afirmou que o instrumento não é “calote”, mas uma forma viável de realocar dívidas em prol de uma revisão justa de benefícios sociais.

“[A PEC dos Precatórios] não é um calote, muito pelo contrário. É uma renegociação, um alongamento de dívida para quem tinha mais de R$ 600 mil para receber do governo. É isso que nos permite um saldo, um espaço, para potencializar com justiça o programa”, disse o presidente durante a cerimônia de assinatura da concessão de frequências do 5G no Palácio do Planalto.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso