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Covid-19: Brasil tem 183 mortes e 21,6 milhões de casos em 24 horas

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Desde o início da pandemia de covid-19, 603.465 morreram pela doença no Brasil. Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 183 novas mortes. 

Ainda há 3.099 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação sobre se a causa foi covid-19 ainda demanda exames.

Boletim epidemiológico 18.10.2021 Boletim epidemiológico 18.10.2021

Boletim epidemiológico 18.10.2021 – Ministério da Saúde

O total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia alcançou 21.651.910 no Brasil. Entre ontem e hoje, as secretarias estaduais e municipais de saúde confirmaram 7.446 novos diagnósticos de covid-19.

Ainda conforme as autoridades de saúde, há 235.037 casos em acompanhamento, de pessoas que estão com o quadro de covid-19 confirmado.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde no balanço diário desta segunda-feira (18). A atualização sistematiza as informações sobre casos e mortes levantadas pelas secretarias municipais e estaduais de saúde.

Até esta segunda-feira, 20.813.408 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 96,1% das pessoas que foram infectadas pelo novo coronavírus desde o princípio da pandemia.

Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Nas terças-feiras em geral há mais registros por causa da atualização dos dados.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (151.129), Rio de Janeiro (67.584), Minas Gerais (55.218), Paraná (39.877) e Rio Grande do Sul (35.196).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.842), Amapá (1.989), Roraima (2.018), Tocantins (3.834) e Sergipe (6.022).

Vacinação

No total, até o início da noite desta segunda-feira, o sistema do Ministério da Saúde marcava a aplicação de 260,3 milhões de doses da vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 151,4 milhões da primeira dose e 108,8 milhões da segunda dose e dose única.

O Ministério da Saúde passou a disponibilizar os dados sobre vacinação em novo endereço. Do painel, foram retiradas as informações sobre a distribuição de doses. Consultado pela Agência Brasil, o ministério justificou a mudança com uma melhoria do sistema.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Pessoas com doenças alérgicas têm risco 38% menor de Covid-19, diz estudo

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Questões inflamatórias, infecciosas e alérgicas podem causar a rinite
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Questões inflamatórias, infecciosas e alérgicas podem causar a rinite

Pessoas com doenças alérgicas têm um risco até 38% menor de desenvolver Covid-19. A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Universidade Queen Mary de Londres, publicada recentemente na revista Thorax.

Para explorar quais fatores aumentam o risco da doença, os pesquisadores analisaram dados de 16 mil pessoas que responderam questionários online entre 1º de maio de 2020 e 5 de fevereiro de 2021. Foram analisados apenas fatores que poderiam influenciar no risco de contrair a infecção, incluindo idade, circunstâncias familiares, trabalho, estilo de vida, peso, altura, condições médicas de longa data, uso de medicamentos, estado de vacinação, dieta e ingestão de suplementos.

No total, 16 mil pessoas responderam ao primeiro questionário, mas apenas 14,3 mil continuaram preenchendo os demais e finalizaram a enquete final. Em média, os participantes tinham 59 anos, a maioria (70%) era mulher e 95% identificaram sua origem étnica como branca.

No período do estudo, 446 participantes (quase 3%) receberam diagnóstico de Covid-19 e 32 foram hospitalizados. Os resultados mostraram que doenças desencadeadas por alérgenos, como eczema, dermatite atópica e rinite alérgica foram associadas a uma redução de 23% no risco de Covid-19. Entre os que tinham doença atópica e asma, o risco foi 38% menor.

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Como este é um estudo observacional, não é possível estabelecer uma relação entre causa e consequência. Mas uma das hipóteses citadas pelos pesquisadores para a diminuição do risco de Covid-19 em pessoas com doenças alérgicas é o fato dessas pessoas apresentarem redução da expressão de ECA2, enzima utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células.

O uso de imunossupressores também foi associado a uma probabilidade 53% menor de infecção pelo novo coronavírus. Mas os pesquisadores ressaltam que isso pode ser decorrente do fato dessas pessoas se protegerem mais contra a doença.

Já os fatores que foram associados ao aumento no risco de Covid-19 foram: etnia asiática, superlotação familiar, socializar com outras famílias, frequentar ambientes públicos fechados, profissões que exijam contato direto com outras pessoas, além de sobrepeso e obesidade.

Surpreendentemente, fatores comumente associados ao aumento do risco de complicações da doença, como idade avançada, sexo masculino e outras condições médicas não aumentaram a probabilidade de Covid-19 neste estudo. De acordo com os autores, a maioria dos casos da doença relatados no estudo foram leves, o que indica que os fatores de risco para o desenvolvimento de Covid-19 em geral não são necessariamente os mesmos associados a quadros casos graves e morte.

Fonte: IG SAÚDE

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Vacinas não protegem totalmente contra ômicron, mas infecção tende a ser leve

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Ômicron escapa às vacinas e não causa casos graves, diz análise
Reprodução: iG Minas Gerais

Ômicron escapa às vacinas e não causa casos graves, diz análise

Começam a surgir os primeiros dados sobre pessoas infectadas com a  variante Ômicron. Apesar de ainda serem preliminares, com número pequeno de casos, podem indicar uma tendência: há infecção por Covid mesmo para quem está vacinado, mas os casos tendem a ser leves.

Os dados vêm da província de Gauteng, epicentro da Ômicron na África do Sul, e do Reino Unido. A Agência de Segurança e Saúde britânica informou que, de um grupo de 22 casos, apenas seis não estavam vacinados e dois tinham status vacinal desconhecido. No Brasil, já se sabe que os três primeiros casos também eram pessoas com esquema vacinal completo. Nos EUA, há um caso positivo em pessoa vacinada com três doses.

De acordo com o geneticista Salmo Raskin, diretor do Laboratório Genetika, de Curitiba, já estava claro que a variante tem escape à infecção natural, ou seja, quem foi infectado previamente por outra variante da Covid não está protegido contra essa. Mas agora surgem informações sobre o status de vacinação dos pacientes.

“Sabendo da limitação dos dados, tanto os que vêm da África do Sul quanto os da Inglaterra apontam para o mesmo lugar: também existe um escape para quem está vacinado. Aparentemente, agora que já passaram três semanas desde a detecção da Ômicron, o número de casos graves é pequeno e não houve mortes confirmadas. Então, dados preliminares sugerem que as pessoas vacinadas não vão ter uma doença grave. As coisas que vão se montando”, afirma Raskin.

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Segundo o geneticista, em cerca de uma semana o cenário deve ficar mais claro:

“Devemos saber em uma semana porque vão sair os resultados de estudos laboratoriais: soros de convalescentes, anticorpos monoclonais com a Ômicron, vacinas contra a variante. As culturas virais demoram para ficar prontas e ser analisadas. Além disso, vamos ver a evolução dos casos, que geralmente se definem depois de entre 7 e 10 dias.”

Fonte: IG SAÚDE

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