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Conta de luz: volta da ‘bandeira normal’ pode triplicar reajuste para 2022

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Conta de luz: Volta da 'bandeira normal' pode triplicar reajuste para 2022
Fernanda Capelli

Conta de luz: Volta da ‘bandeira normal’ pode triplicar reajuste para 2022

A medida  anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na última quinta-feira (14), de determinar ao Ministério de Minas e Energia a volta da “bandeira normal” nas contas de luz pode gerar um aumento maior que o previsto nas tarifas em 2022. Segundo cálculos da PSR, uma das consultorias mais renomadas do setor elétrico, um aumento de 5% na energia elétrica no próximo ano é realidade. Caso a bandeira de Escassez Hídrica seja cancelada, o reajuste esperado para 2022 pode até triplicar. As informações foram publicadas pelo jornal ‘O Globo’.

A projeção é considerada conservadora, pois engloba a alta do dólar e o custo que ainda não foi integralmente coberto de acionar usinas termelétricas, mas não inclui, por exemplo, o aumento dos combustíveis que são usados nestas usinas.

Como o país está gerando energia mais de forma mais cara, o valor que não está sendo coberto pelas tarifas seria repassado para o próximo ano e faria parte do cálculo do reajuste anual das distribuidoras. A chamada bandeira da crise hídrica representa uma sobretaxa de R$ 14,20 a cada cem quilowatts-hora consumidos e seguiria em vigor até abril.

O Ministério de Minas e Energia tem uma reunião marcada para a próxima semana com representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e distribuidoras de energia para falar sobre o assunto.

Simulações disponibilizadas pela PSR indicam que, sem a bandeira, a conta poderia subir até 17,3%, se não houver qualquer tipo de cobrança extra até abril.

Para tentar segurar as contas no próximo ano, o governo já anunciou medidas, como a transferência para as tarifas de parte da arrecadação da privatização da Eletrobras, prevista para o primeiro trimestre do ano que vem.

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Variante sul-africana da Covid-19 derruba preço do Petróleo em 11,5%

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Variante sul-africana da Covid-19 derruba preço do Petróleo em 11,5%
Reprodução: ACidade ON

Variante sul-africana da Covid-19 derruba preço do Petróleo em 11,5%

Os preços do petróleo despencaram mais de 11% nesta sexta-feira, na pior sessão diária desde abril do ano passado, em meio ao temor generalizado da nova variante do coronavírus, descoberta na África do Sul.

O preço do contrato para janeiro do barril do Brent, usado como referência mundial, caiu 11,5%, cotado a US$ 72,72 em Londres. Já os preços do WTI, referência americana, recuaram 13%, negociados a US$ 68,15 em Nova York.

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Ambos os contratos contabilizam sua quinta semana de perdas e registraram suas maiores perdas em números absolutos desde abril de 2020, quando, pela primeira e única vez, o WTI ficou negativo.

Os traders esperavam que o petróleo dos EUA fechasse abaixo de US$ 70 na sexta-feira, suporte técnico para o mercado.

“A resposta óbvia para a preocupação com uma nova variante é uma possível restrição às viagens internacionais, o que é mortal para o complexo petrolífero”, disse John Kilduff, sócio da Again Capital LLC.

A OPEP está monitorando a evolução da nova variante do coronavírus, disseram fontes na sexta-feira, com alguns expressando preocupação de que as perspectivas para o mercado de petróleo possam piorar a menos de uma semana de uma reunião para fixar a política de produção.

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Bolsonaro: grande problema do preço dos combustíveis é politica da Petrobras

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Bolsonaro: grande problema do preço dos combustíveis é politica da Petrobras
O Antagonista

Bolsonaro: grande problema do preço dos combustíveis é politica da Petrobras

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar nesta sexta-feira (26) o preço dos combustíveis, mas dessa vez ao alvo não foi o imposto estadual e sim a política de paridade internacional adotada pela Petrobras em 2016. O mandatário disse que “recebeu informações” sobre futura alta no preço das passagens urbanas. 

“Entre outros problemas, é o ICMS? Sim”, disse. “Agora, qual o grande problema? Paridade com o preço internacional.  Por que? Somos obrigados a importar em torno de 25% de diesel e gasolina”. 

O preço de paridade de importação (PPI) reflete os custos totais para internalizar um produto. É uma referência calculada com base no preço de aquisição do combustível (no caso do Brasil, geralmente o preço negociado em Houston, nos EUA). Durante o governo do ex-presidente Michel Temer a estatal assumiu a política no estatuto. 

Hoje, devido à  variante sul-africana do novo coronavírus, o Petróleo Brent recuou 11,42%, representando uma queda de US$ 9,32 no peço do barril.

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Elevação nas passagens

Bolsonaro disse ainda que “recebeu informações” sobre uma elevação “considerável” no preço das passagens de transportes urbanos devido à elevação no preço dos combustíveis. 

“Chegou pra mim documentos, informações que teremos uma alta considerável no preço da passagem dos transportes urbanos”, afirmou.

Perguntado sobre onde seria o aumento, Bolsonaro disse que “quase que geral”, graças à alta nos preços. “Isso aí vai bater nos mais pobres”, finalizou.

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