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LIBERDADE

Moraes manda soltar jornalista preso por ter incentivado ato no 7 de setembro

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Blogueiro bolsonarista Wellington Macedo
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Blogueiro bolsonarista Wellington Macedo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a soltura do jornalista Wellington Macedo de Souza, preso no início de setembro sob suspeita de  incentivar a realização de atos antidemocráticos no 7 de setembro.

Moraes entendeu que não havia mais justificativa para a prisão dele, já que as manifestações do dia 7 já ocorreram. Por isso, determinou sua transferência para prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, além de outras restrições, como a proibição de participar em redes sociais, restrição de aproximação da Praça dos Três Poderes e proibição de comunicação com outros investigados.

Com isso, Wellington Macedo já foi colocado em liberdade na madrugada desta sexta-feira. Ele estava preso desde o dia 3 de setembro, depois que Moraes entendeu que Macedo tinha descumprido a determinação de não utilizar redes sociais.

Sua defesa chegou a argumentar que Macedo estava passando por problemas de saúde na prisão, com transtornos psicológicos e dificuldade de se alimentar. Uma vistoria do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos feita no mês passado para verificar suas condições no Complexo Penitenciário da Papuda recomendou o envio de Macedo para a prisão domiciliar.

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Sua prisão havia sido decretada junto com a do líder caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, o Zé Trovão, que está foragido no México. No caso dele, o decreto de prisão ainda está mantido, mas não chegou a ser cumprido porque ele se encontra no exterior.

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Aluno é achado morto em cachoeira, na Chapada dos Guimarães

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O estudante Daniel Hiarle Arruda de Oliveira, 14, foi encontrado morto na madrugada desta terça-feira (7), em uma das cachoeiras perto do Véu das Noivas, em Cachoeiras de Chapada dos Guimarães (67 km ao Sul de Cuiabá), após se afogar durante uma aula de campo, promovida pela Escola Estadual Welson Mesquita de Oliveira – antiga Escola Pascoal Ramos.

 

Polícia foi acionada por volta das 20h30, pelo padrasto da vítima, que estava na escola cobrando informações sobre o paradeiro do menino. Ele foi informado pelos colegas de turma que Daniel desapareceu durante a aula de campo, realizado no Circuito de Cachoeiras. Lá, os policiais conversaram com os professores responsáveis pela aula, bem como outros servidores que também estiveram presentes. Equipe do Corpo de Bombeiros e Polícia Civil foram acionadas e as buscas tiveram inicio na localidade turística.

 

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) onde aguarda ser liberado, para família

 

Daniel completou 14 anos no último dia 1º. Reportagem entrou em contato com a Seduc, que vai se manifestar por nota. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Juiz mantém acusado de matar ex mulher e ex-sogro preso

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O juiz Luís Augusto Veras Gadelha, da Vara da Violência Doméstica da Comarca de Várzea Grande, converteu em prisão preventiva a prisão em flagrante de Junior dos Santos Igesca, detido na noite de ontem por matar a ex-mulher Franciele Robert da Silva Igesca, de 33 anos, e o sogro, Aparecido José da Silva, 67anos, no fim da tarde deste domingo.

Junior Igesca passou por audiência de custódia na tarde de hoje. Na decisão, o magistrado destacou que estão presentes nos autos os indícios de prática de crime, inclusive com a confissão do suspeito. “Há, sem dúvida, prova da materialidade e indícios suficientes da autoria do crime, já que o indiciado, sem adentrar ao mérito, confirmou hoje em audiência que tentou matar o sogro

Aparecido José da Silva e tirou a vida da sua excompanheira Franciele Robert da Silva. No presente caso, a gravidade dos fatos imputados ao indiciado é patente e a conversão do flagrante em prisão preventiva é o único caminho a ser, por ora, trilhado por este Juízo”, diz trecho da decisão.

Na sequência, Gadelha destacou a gravidade do fato atribuído a Igesca. Nos autos, ainda não costava o óbito de Aparecido, que morreu apenas nesta segunda-feira num hospital particular.

O juiz citou que os fatos já desvendados identificam a periculosidade de Junior Igesca, frisando que a segregação cautelar é a medida que se impõe. “Nesse sentido, observo que a forma como foram praticados os crimes revelam a extrema periculosidade e frieza do indiciado, que, certamente por não aceitar a separação, ceifou a vida da ex-companheira a facadas na frente da sua filha, de apenas 12 anos de idade, e ainda tentou a matar o sogro, que tentou impedir o feminicídio. Deve o indiciado, portanto, permanecer preso durante a conclusão do inquérito policial e eventual instrução criminal para garantia da ordem pública em razão da gravidade em concreto da sua conduta”, concluiu o magistrado.

Com a decisão, Igesca será encaminhado para um presídio da Baixada Cuiabana.

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