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Rio: Entrada em eventos-teste poderá ser feita com passaporte da vacina em dia

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Rio: Entrada em eventos-teste poderá ser feita com passaporte da vacina em dia
Pixabay / Divulgação

Rio: Entrada em eventos-teste poderá ser feita com passaporte da vacina em dia

A apresentação do teste com resultado negativo para Covid-19 não será mais necessária para a participação em eventos-teste na  cidade do Rio de Janeiro. Em decreto publicado nesta quinta-feira, no Diário Oficial do Município, o prefeito Eduardo Paes substitui a obrigatoriedade da dobradinha teste de antígeno e comprovante de vacinação com o esquema vacinal completo. Agora, público, colaboradores, artistas e integrantes da produção podem apresentar um ou outro documento, não sendo mais obrigado ter os dois juntos.

Desde 26 de agosto, para a realização de eventos-testes era necessário apresentar o diagnóstico negativo de Covid-19, feito em um exame de antígeno no período de 48h antes do evento. Junto a ele, o comprovante de vacinação — que segue sem poder ter atrasos nem pendências.

Aos poucos, o município vem flexibilizando as regras para os eventos-teste. No dia 3 deste mês foi realizado o primeiro sem a obrigatoriedade de máscara e de distanciamento, isso com a presença de público. Na última sexta-feira, a prefeitura divulgou a lista de mais 12 eventos permitidos para outubro e novembro.

Uso de máscaras

Entre as medidas que a cidade do Riotem previsto para a próxima etapa de seu plano de flexibilização é a desobrigação do uso de máscaras em locais abertos e sem aglomeração. O plano da prefeitura prevê uma mudança nas regras quando o município atingir 65% da sua população geral com a vacinação completa. Isso pode não demorar, já que a expectativa é que o Rio atinja esse percentual na próxima semana. Um especialista ouvido pelo GLOBO estipulou a probabilidade de contágio em ambientes com 50% ou 100% das pessoas imunizadas sem o uso do item de proteção individual.

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Fonte: IG SAÚDE

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Pfizer vai pedir à Anvisa uso de vacina em crianças de 5 a 11 anos

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A Pfizer informou que deve submeter pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aprovação do uso da sua vacina contra a covid-19, a ComiRNAty, em crianças entre 5 a 11 anos no mês de novembro deste ano.

Conforme divulgou a Reuters, a vacina da Pfizer/BioNTech apresentou 90,7% de eficácia contra o novo coronavírus em um ensaio clínico com crianças de 5 a 11 anos, informou a farmacêutica norte-americana na sexta-feira (22).

Atualmente, a vacina da farmacêutica tem autorização da Anvisa para ser aplicada em adolescentes com 12 anos ou mais. Sua aplicação para jovens de 12 a 15 anos foi autorizada no mês de junho deste ano pela agência sanitária.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Saúde firma acordo para instalar unidade da Universidade de Oxford no Brasil

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Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido
Reprodução/ Oxford Student

Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido


Uma unidade da Universidade de Oxford deve ser instalada no Brasil até 2022. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na sede da instituição de ensino, no Reino Unido.

Segundo a Folha de S. Paulo, o plano foi firmado com a assinatura de um termo de compromisso entre Queiroga e a universidade. O objetivo da unidade brasileira é priorizar a pesquisa em saúde global e promover a formação de novos profissionais especializados em doenças infecciosas, pesquisas clínicas e no desenvolvimento de vacinas.

Ao lado do laboratório AstraZeneca, a Universidade de Oxford é responsável pelo desenvolvimento de um dos principais imunizantes contra a Covid-19 . De acordo com a publicação, mais de 113 milhões de doses dessa vacina foram distribuídas no Brasil.


Diante dos propósitos apontados, a unidade brasileira deverá ter cursos de mestrado, PhD e também atualizações para profissionais da área. O jornal conta que a iniciativa tem apoio do governo britânico e suporte acadêmico e científico da Universidade de Siena, na Itália, do Institute for Global Health, do Internacional Vaccines Institute e de outras entidades internacionais. Um candidato considerado provável para sediar o projeto no Brasil é o Instituto Nacional de Cardiologia, que fica no Rio de Janeiro.

Fonte: IG SAÚDE

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