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Economia

Mudanças climáticas devem segurar alta da inflação de alimentos até 2022

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Valor do café atingiu maior nível desde 2014. Açúcar já está cerca de 30% mais caro
Divulgação/Idesam

Valor do café atingiu maior nível desde 2014. Açúcar já está cerca de 30% mais caro

Chuvas, secas, geadas, queimadas devem fazer os preços dos produtos agropecuários continuarem em alta pelo menos até o primeiro semestre de 2022, segundo analistas financeiros com base nas previsões de meteorologistas que afetam as plantações no Brasil.

Com as mudanças climáticas, essas situações extremas vêm acontecendo com mais frequência, numa fonte de pressão contínua sobre o preço dos alimentos

De janeiro a setembro, o açúcar ficou 34,6% mais caro em São Paulo e 29% no Rio. E  o café, com estragos causados pelas geadas entre julho e agosto, atingiu o maior nível de preços desde 2014.

Nos últimos 12 meses, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a alimentação no domicílio subiu 14,41%, um pouco menos que os 16% que rodou ao longo do ano, dando a primazia da alta para a energia, provocada pela maior seca em 91 anos.

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IGP-M acumula inflação de 21,73% em 12 meses

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O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel do país, registrou inflação de 0,64% em outubro. Em setembro, houve deflação (queda de preços) de 0,64%. Em relação a outubro do ano passado, ocorreu recuo da taxa, já que, naquela ocasião, o IGP-M teve inflação de 3,23%.

Com o resultado, o índice acumula inflação de 16,74% no ano e de 21,73% em 12 meses, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

A alta da taxa de setembro para outubro foi puxada pelos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que acompanha este segmento, teve inflação de 0,53% em outubro, ante uma deflação de 1,21% em setembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também subiu ao passar de 0,56% em setembro para 0,80% em outubro.

Por outro lado, a inflação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, caiu de 1,19% em setembro para 1,05% em outubro.

Edição: Kleber Sampaio

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Sem passagem no Congresso, reforma do IR pode vir via MP

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Relator da reforma do IR no Senado, Angelo Coronel
Geraldo Magela/Agência Senado

Relator da reforma do IR no Senado, Angelo Coronel

Conforme cresce a rejeição à proposta de reforma do Imposto de Renda no Senado, a Comissão de Assuntos Econômicos tenta bolar uma saída para evitar pontos de discordância no texto. Com isso, sugerem ao governo feral uma Medida Provisória (MP) que contemple a ampliação da faixa de isenção de R$ 1.903,98 para R$ 2,5 mil e preveja uma correção dos valores.

Segundo o colunista Lauro Jardim, a ideia é que a MP sirva como um “plano B” caso o projeto do IR seja mesmo reprovado no Senado. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pede que alterações sejam feitas no texto para não desagradar o mercado ou estados e municípios.

Apesar da pressa do governo em aprovar logo a reforma do IR, o relator da proposta no Senado, Ângelo Coronel (PSD-BA), diz que precisa ainda avaliar dois pontos sensíveis  do texto: a tributação de dividendos e a extinção dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), modalidades de remuneração das empresas aos seus acionistas.

Coronel afirmou que devido aos impasses a votação só deve acontecer só em 2022 , portanto, uma maneira de acelerar a aprovação do reajuste da faixa de isenção seria via MP, que tem poder de lei e vale durante 60 dias, podendo ser renovada por mais 60 até ser avaliada pelo Congresso.

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