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Operação Engalobados investiga fraudes na contratação de empresas para o fornecimento de testes de COVID-19 e locação de equipamentos laboratoriais

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Polícia Federal


Rio Branco/AC – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (13/10) a Operação Engalobados, visando combater fraudes na contratação de empresas para o fornecimento de testes de COVID-19 e locação de equipamentos laboratoriais, por meio de dispensa de licitação feita pela Secretaria de Saúde de Cruzeiro do Sul, sob justificativa de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia causada pelo vírus SARS COV- 2, coronavírus, o que pode ter acarretado prejuízo ao erário em mais de R$ 1.8 milhão.

O trabalho contou com a participação de cerca de 45 policiais federais, a fim de cumprirem 13 mandados de busca e apreensão em empresas e residências situadas em Cruzeiro do Sul/AC e Morrinhos/GO; 4 mandados cautelares de sequestro de bens; e 1 mandado de prisão preventiva. Ao todo, 9 pessoas foram intimadas para prestar esclarecimentos.

 A investigação iniciou-se em março de 2021, com base no indício de que no processo de cotação para composição do preço médio de mercado das dispensas de licitação teria sido manipulado, a fim de direcionar as contratações com sobrepreço para determinadas empresas. Como exemplo, tem-se que a empresa contratada para locação de equipamentos laboratoriais possui por atividade econômica principal a prestação de serviços de publicidade e sequer possuía os equipamentos à época da contratação. Ademais, a investigação aponta que os serviços não estariam sendo prestados da forma como contratados, mas em menor quantidade, embora as empresas estivessem recebendo integralmente pelo valor acordado.

A Operação Engalobados foi assim nomeada tendo em vista que engalobar é uma expressão do estado do Acre que significa mentira, passar a perna e trapacear, o que remete a ações das empresas e de alguns agentes públicos da Secretária de Saúde de Cruzeiro do Sul/AC, ao utilizarem de meios para direcionar e superfaturar as dispensas de licitações.

Por fim, a Polícia Federal continuará a apuração das infrações penais, sendo que, até o momento, foram capitulados os crimes de peculato e crime contra à licitação.

Em razão da pandemia causada pela COVID-19, todas as cautelas foram observadas e consideradas em prol da segurança de todos os envolvidos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

Fone: (68) 3212-1200 / 3212-1211/ 3212-1213
E-mail: [email protected]

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PF combate fraude eletrônica em Minas Gerais

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Belo Horizonte/MG– A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça, 19/11, a Operação Renove, em Minas Gerais. O objetivo é reprimir fraude eletrônica bancária.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão no município de Contagem, na região metropolitana da capital mineira. 

As investigações começaram após o Projeto Tentáculos (força tarefa que integra a PF e instituições bancárias) informar sobre possível ocorrência de crime. Com a andamento das investigações, foram identificadas transferências eletrônicas indevidas de uma conta em um banco localizado em Santa Catarina para outra em Contagem, esta pertencente a uma ONG (Organização Não Governamental).

Durante as buscas, autorizadas pelo Juízo da 35ª Vara Federal de Belo Horizonte, foram apreendidos telefones celulares e documentos que serão submetidos a perícia.

Os envolvidos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes furto qualificado e associação criminosa. As penas podem chegar a 13 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

Contato: (31) 3330-5270.
E-mail: [email protected]

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Operação Mercês investiga crimes eleitorais e contra a administração pública no Mato Grosso do Sul

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Corumbá/MS – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19/10) a Operação Mercês, para investigar servidores públicos municipais e membros do poder legislativo municipal, que supostamente teriam praticado crimes eleitorais e contra a administração pública nas eleições municipais do ano de 2020, em Corumbá/MS.

A operação visa dar cumprimento a sete mandados judiciais de busca e apreensão, na cidade de Corumbá/MS.

O nome da Operação – Mercês – advém do latim e sintetiza o modo de funcionamento da prática eleitoreira clientelismo, observada nesta investigação. Por meio da troca de favores ou troca de mercês, estes investigados utilizaram a máquina pública, que deveria servir tão somente ao povo, para angariarem apoio político para suas próprias candidaturas ou de terceiros.

Comunicação Social da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul

Contato: (67) 3368-1105

[email protected] / www.pf.gov.br

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