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Bolsonaro diz que decidiu “não tomar mais a vacina” contra Covid-19

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Bolsonaro diz que decidiu
Reprodução: iG Minas Gerais

Bolsonaro diz que decidiu “não tomar mais a vacina” contra Covid-19

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na manhã desta quarta-feira (13), em entrevista à Rádio Jovem Pan, que optou por “não tomar mais a vacina” contra o novo coronavírus. A justificativa, segundo o mandatário, é a de que seus anticorpos já estão em níveis satisfatórios.

“No tocante à vacina, decidi não tomar mais a vacina. Estou vendo novos estudos, estou com a minha imunização lá em cima, IgG (anticorpos) está 990, para quê vou tomar a vacina? Para mim, a liberdade acima de tudo. Se o cidadão não quer tomar a vacina, é um direito dele e ponto final. Seria a mesma coisa que você jogar R$ 10 na loteria para ganhar R$ 2. Não tem cabimento isso”, ressaltou Bolsonaro.

No dia primeiro de abril de 2021, durante sua live, o presidente havia declarado que sua decisão ocorreria após a campanha de imunização e que ele seria o “último brasileiro” a decidir se optaria ou não pela vacina.

“Está uma discussão agora se eu vou me vacinar ou não vou me vacinar. Eu vou decidir. O que eu acho? Eu já contraí o vírus. Eu acho que deve acontecer: depois que o último brasileiro for vacinado, se tiver sobrando uma vacina, então eu vou decidir se me vacino ou não. Esse é o exemplo que um chefe deve dar. Igual no quartel. Geralmente o comandante é o último a se servir”.

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Pacientes são removidos às pressas após incêndio em Hospital de Cuiabá.

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O incêndio iniciou a após explosão em um compressor no Primeiro andar.

Um incêndio mobilizou equipes de socorro do SAMU, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar no Hospital Geral, na madrugada desta terça feira (19), em Cuiabá. Segundo as primeiras informações, uma explosão de um compressor teria causado um incêndio no primeiro andar do prédio, onde fica a UTI neo natal.

Os pacientes foram retirados as pressas e encaminhados para outras unidades de saúde.

 

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Brasil registra menor média móvel de mortes desde o início da pandemia

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Em 19 de abril de 2021 o Brasil registrou a maior média móvel de morte em decorrência da covid-19: cerca de 3 mil óbitos diários. Hoje (19), exatos 7 meses após o ápice, o Ministério da Saúde informa que a vacinação em massa contra a doença surtiu efeito. Segundo a pasta, a queda no número de óbitos foi de quase 90% – tendência que se acumula desde junho.

O boletim divulgado na noite de ontem (18) mostra que a média móvel de mortes está em 379,5, acompanhada pela queda expressiva também no número de novos casos da doença, que está em 12,3 mil ao dia.

“Nós temos um Sistema Único de Saúde (SUS) forte, com mais de 38 mil salas de vacinação, capaz de vacinar mais de 2 milhões de brasileiros e um governo extremamente preocupado com a vida. Por isso, adquiriu mais de 550 milhões de doses de vacinas [contra a] covid-19, investiu bilhões com habilitação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) e vacinou mais de 90% da população brasileira com a primeira dose. Vacina é a saída para acabar com o caráter pandêmico da doença. Só assim vamos retornar para o nosso normal”, afirmou em nota o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Segundo Queiroga, o sucesso da ampla campanha de vacinação deve se estender para 2022 com a compra antecipada de 354 milhões de doses de vacinas aprovadas no país. O plano de vacinação para 2022 foi apresentado no início do mês de outubro.

“Nós já temos asseguradas mais de 300 milhões de doses para vacinar a nossa população. É uma vacinação um pouco diferente do que aconteceu em 2021, porque não é uma vacinação primária. Mas, o mais importante é: teremos doses de vacinas para todos”, declarou Queiroga.

O painel de vacinação do Ministério da Saúde mostra que mais de 108 milhões de brasileiros já cumpriram integralmente o esquema vacinal. Essa população corresponde a 68% do público-alvo da campanha do Programa Nacional de Imunização (PNI). A ferramenta informa, ainda, que 3,6 milhões de pessoas já tomaram a dose de reforço, recomendada para pessoas acima de 60 anos, imunossuprimidos (aqueles cujos mecanismos normais de defesa contra infecção estão comprometidos) e profissionais de saúde.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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