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Saúde

Rio vacina adolescentes de 13 anos nesta semana

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O município do Rio de Janeiro anunciou hoje (20) que vai vacinar nesta semana adolescentes de 13 anos de idade contra a covid-19, em primeira dose. A Secretaria Municipal de Saúde informou que será usada exclusivamente a vacina da Pfizer, a única autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para esta faixa etária.

Segundo o calendário, as meninas serão imunizadas na quarta (22) e na quinta-feira (23), enquanto os meninos receberão a vacina na sexta-feira (24).

Dose de reforço

A segunda dose e a dose de reforço continuam sendo aplicadas na cidade. No caso da dose de reforço, serão imunizados os idosos de 84 a 89 anos ou mais, conforme o calendário: hoje (89 anos ou mais), amanhã (88 anos ou mais), quarta-feira (87 anos ou mais), quinta-feira (86 anos ou mais), sexta-feira (85 anos ou mais) e sábado (84 anos ou mais).

Também recebem a dose de reforço as pessoas com alto grau de imunossupressão com 60 anos ou mais (hoje e amanhã) e com 40 anos ou mais (a partir de quarta-feira).

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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SP anuncia redução de intervalo de doses da Pfizer para 21 dias

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O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje (18), por meio de suas redes sociais, que o intervalo entre as duas doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech será reduzido para 21 dias. Isso significa que, quem tomou a primeira dose desse imunizante no estado de São Paulo e ainda aguarda para tomar a segunda dose, poderá fazê-lo assim que completar 21 dias da primeira dose.

Quando começou a ser aplicada no Brasil, o intervalo entre as duas doses da Pfizer/BioNTech era de doze semanas, ou seja, em torno de três meses. Em setembro deste ano, o governador Doria já havia reduzido o intervalo entre as doses de doze para oito semanas. E agora ele voltou a reduzir o intervalo, para apenas 21 dias, mesmo período em que essa vacina tem sido aplicada em diversos outros países.

“Vamos reduzir de 8 semanas para 21 dias o intervalo entre a 1ª e a 2ª dose da Pfizer. A medida vai beneficiar cerca de 2 milhões de pessoas que poderão completar o esquema vacinal mais cedo em São Paulo. Vacina no braço”, escreveu Doria em suas redes sociais.

A intenção do governo paulista é aumentar rapidamente a quantidade de pessoas no estado com esquema vacinal completo. Quando uma pessoa completa o seu esquema vacinal, ela está mais protegida contra o novo coronavírus, especialmente contra a variante Delta, que já é predominante em São Paulo. Até este momento, 63,96% da população total do estado de São Paulo completou o esquema vacinal.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Estudo consegue reconstituir visão de 10 crianças na Itália

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Equipamento utilizado para exame oftamológicos
Pixabay

Equipamento utilizado para exame oftamológicos

Um estudo da Azienda Ospedaliera da Universidade Luigi Vanvitelli, de Nápoles, na Itália, conseguiu restituir a visão de 10 crianças provenientes de várias partes do país, informou a instituição nesta segunda-feira (18).

Todos usaram uma nova terapia gênica, o medicamento Luxturna, que foi aprovado nos Estados Unidos em 2017 e na União Europeia em 2018. Com a substância voretigeno neparvoveque, ele é focado para tratar de distrofias hereditárias da retina, ligadas ao gene RPE65, causando uma doença rara na visão.

Esse tipo de problema é estudado na universidade Vanvitelli há cerca de 15 anos em parceria com a Fondazione Telethon e o Children Hospital da Filadélfia, dos Estados Unidos.

O sucesso dos tratamentos também para outras doenças faz com que Nápoles seja referência na Itália para problemas sérios de visão e, segundo a instituição, mostra como a colaboração entre público e privado pode garantir que pacientes, que até pouco tempo não tinham a possibilidade de cura, tenham acesso a terapias inovadoras.

“Os 10 pacientes hoje podem escrever, ler e mover-se com autonomia. Os resultados que conseguimos obtiveram um alargamento do campo da visão, um aumento da capacidade de enxergar de perto e de longe e em condições de baixa luminosidade. Isso tem um enorme valor científico e clínico ao mostrar que, em uma doença degenerativa, a via do tratamento precoce é a vencedora”, disse a professora de Oftalmologia e diretora da Clínica Ocular da universidade, Francesca Simonelli.

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A especialista contou que, em 2019, a instituição tratou os dois primeiros pacientes após receber a autorização da Agência Italiana de Medicamentos (Aifa) e que, “dois anos depois de terapias, podemos confirmar a absoluta estabilidade dos resultados e um bom perfil de segurança, em dados que nos deixam confiantes que as conquistas em termos de capacidade visual durem por um longo período”.

Já o reitor da universidade, Gianfranco Nicoletti, agradeceu ao apoio da região da Campânia, que investe em terapias gênicas e nos profissionais da instituição pelo “excelente trabalho desenvolvido e que nos coloca entre os primeiros centros da Europa para o tratamento em idade pediátrica”.

Conforme a instituição, tratar um paciente que sofre de distrofia hereditária da retina com terapia gênica requer tanto um percurso preparatório como um processo de administração do medicamento extremamente complexo e que terá longa duração.

A clínica da universidade é a primeira do país a obter o certificado para esse tipo de uso e inclui não apenas uma especialidade, mas uma equipe altamente especializada de médicos, cirurgiões, farmacêuticos hospitalares, enfermeiros e técnicos que precisam trabalhar “em sinergia”.

“Estamos particularmente animados que o nosso Centro, que na Europa tem o maior número de pacientes pediátricos tratados com Luxturna, pode escrever essa nova página da medicina com a região da Campânia. Agora nós temos à disposição uma terapia tal que permite oferecer aos pacientes e as suas famílias uma esperança real”, conclui Simonelli.

Fonte: IG SAÚDE

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