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Datafolha: 75% dos brasileiros consideram Bolsonaro culpado pela inflação

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 Datafolha: 75% dos brasileiros consideram Bolsonaro culpado pela inflação
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Datafolha: 75% dos brasileiros consideram Bolsonaro culpado pela inflação

Para três em cada quatro brasileiros, o governo Bolsonaro tem responsabilidade pela alta da inflação nos últimos meses e para 71% também é ao menos parcialmente responsável pelo aumento do desemprego no país, de acordo com levantamento feito pelo Datafolha.

No tocante à inflação, que já chegou aos 9,68% no acumulado em 12 meses até agosto segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), 41% dos entrevistados afirmam que o governo de Jair Bolsonaro tem muita responsabilidade pelo aumento dos preços. Outros 34% dizem que o governo tem um pouco de responsabilidade. Para 23%, não tem nenhuma, e 2% não sabem.

Entre os brasileiros que classificam a gestão de Bolsonaro como ótima ou boa, 30% reputam ao presidente muita responsabilidade pela subida de preços e 45%, alguma responsabilidade.

O instituto também mediu a perspectiva da população em relação ao comportamento da inflação no futuro. Para 69%, os preços vão continuar a subir daqui para a frente. Outros 15% dizem que devem ficar como está e apenas 12% veem tendência de queda.

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Ao abordar o desemprego, 39% dos consultados afirmam que Bolsonaro tem muita responsabilidade na alta do número de pessoas sem trabalho nos últimos meses. Para 32%, o governo tem um pouco de responsabilidade, ao passo que 27% não o veem como responsável pela situaçao e 2% não sabem.

A maioria da população (54%) diz acreditar que o desemprego deve aumentar no futuro. Para 25%, deve ficar como está e 19% veem tendência de queda.

A taxa de desemprego do país é de 14,1%, de acordo com dados do segundo semestre deste ano divulgados na PNAD Contínua pelo IBGE. Há no país 14,4 milhões de desocupados e 5,6 milhões de desalentados (os que já desistiram de procurar trabalho).

A pesquisa foi realizada presencialmente com 3.667 pessoas maiores de 16 anos em 190 municípios entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. As respostas foram estimuladas.

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Ministro contraria Bolsonaro e diz que manterá conta de luz mais cara até abril

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Bento Albuquerque afirmou que manterá taxa mais cara na conta de luz até abril
Saulo Cruz/Ministério de Minas e Energia

Bento Albuquerque afirmou que manterá taxa mais cara na conta de luz até abril

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, contrariou o presidente Jair Bolsonaro e afirmou que manterá a bandeira tarifária mais cara na conta de luz pelo menos até abril de 2022. A informação foi dada à jornalista Carla Araújo, do UOL .

Segundo Albuquerque, é necessário esperar o volume de chuvas nos próximos meses para ver se há possibilidade de alterar a bandeira. Essa seria uma alternativa para segurar a crise hídrica do país.

Na última semana, Bolsonaro afirmou que irá pressionar Albuquerque a reduzir o valor da conta de luz nos próximos meses. O presidente justificou a volta do período de chuvas para retomar a normalidade da tarifa energética.

No entanto, o país ainda passa pela pior crise hídrica em 91 anos e, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), há possibilidade de apagão nos próximos meses.

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Bento Albuquerque ressaltou ser de alçada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a responsabilidade de alterar a bandeira tarifária. O ministro disse acreditar que a proposta também não deve entrar em pauta entre os conselheiros da Aneel.

Atualmente, a bandeira praticada pela agência reguladora é a de escassez hídrica. A bandeira cobra 50% a mais do valor praticado pela bandeira vermelha patamar 2, a mais cara da Aneel.

Os reservatórios de usinas hidrelétricas estão operando abaixo da capacidade desde o início do ano devido à pouco volume de chuvas no país. Em usinas do Sudeste e Centro-Oeste, a capacidade de geração de energia é a menor em 22 anos, segundo informou a ONS, na última semana.

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Bolsonaro vê inflação em queda, mesmo com projeção contrária do BC

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Jair Bolsonaro disse que inflação do país atingirá projeções da equipe econômica
Reprodução: Redes Sociais

Jair Bolsonaro disse que inflação do país atingirá projeções da equipe econômica

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (18) ver a inflação do país em queda nos próximos meses e acredita que atingirá as projeções do Ministério da Economia para 2021. A declaração foi dada em evento em São Roque de Minas (MG).

A fala de Bolsonaro, no entanto, contraria expectativas de economistas e do mercado financeiro, que acreditam na maior alta inflacionária dos últimos cinco anos.

“Creio que brevemente a inflação vai começar a cair”, disse o presidente aos participantes do evento.

Bolsonaro também vai contra a previsão do Banco Central. No boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, o BC aponta índice de 8,69% na inflação em 2021, 28° reajuste seguido.

Atualmente, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação brasileira está em 10,25% nos últimos 12 meses. O índice é o maior desde 2016, quando o país registrou inflação de 10,36%.

Para o IBGE, os frequentes reajustes nos combustíveis e a crise energética foram os principais fatores para a alta da inflação do país. Vale ressalta que a crise hídrica provocou ajustes na conta de luz, por exemplo, o ajuste do valor da bandeira vermelha patamar 2, a mais cara cobrada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

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