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Bolsonaro é o único sem vacina entre líderes do G20 na Assembleia da ONU

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Jair Bolsonaro
O Antagonista

Jair Bolsonaro

O presidente  Jair Bolsonaro é o único entre os líderes do G20 que alega não ter tomado vacina contra a Covid-19. Ele embarcou para os Estados Unidos para discursar durante a abertura da 76ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). 

Dos 19 líderes do G20 que estarão presentes no evento, Bolsonaro foi o único que teve um discurso negativo em relação a vacinação. Ele alegou que não tomou e que não iria tomar a vacina para o evento da ONU. 

Três outros líderes não divulgaram nota oficial com a situação vacinal, são eles:  primeiro-ministro da Rússia, Mikhail Mishustin, e os dois ministros das Relações Exteriores da China e da Arábia Saudita. 

Tanto Salman Bin Abdulaziz Al-Saud, rei da Arábia Saudita, quanto Vladir Putin, presidente da Rússia, já se vacinaram contra a Covid-19. Ainda que a situação do presidente da China, Xi Jinping, seja um mistério, ele não comparecerá presencialmente ao evento. 

Não se vacinar e não estimular a vacinação é algo incomum entre os líderes das principais pontencias. Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido,  e Justin Trudeau, presidente do Canadá, divulgaram seus processos imunização nas redes sociais. 

“Tomando minha segunda dose. Quando chegar a sua vez, tome a sua”, escreveu Boris no Instagram:


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Trudeu, ao compartilhar sua foto tomando a vacina, encorajou a população a fazer o mesmo e agradeceu aos profissionais da saúde. “Estamos encorajando você a se vacinar quando for sua vez. Devemos isso a nós mesmos, nossos entes queridos e nossos funcionários da linha de frente”: 

Biden, por sua vez, lembrou da importância de vacinar o máximo de pessoas o mais rápido possível. “Minha prioridade número um é vacinar as pessoas o mais rápido possível para colocar nosso país de volta nos trilhos: 



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Inclusão de perguntas no Censo para identificar casos suspeitos de autismo divide opiniões

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Especialistas em políticas públicas sobre Transtorno do Espectro Autista divergiram sobre a necessidade de obter informações sobre casos suspeitos da doença no Censo Demográfico do ano que vem. O questionário atual apenas indaga se existe alguma pessoa na residência já diagnosticada. O assunto foi debatido em audiência das comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; e de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

Representante da Comissão Especial de Defesa dos Direitos da Pessoa com Autismo do Pará, Nayara Barbalho defendeu o aprimoramento da sondagem para levantar casos suspeitos a partir de perguntas específicas.

Gustavo Sales/Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Inserção de perguntas sobre Autismo no Censo Demográfico Nacional 2020. Membro da Comissão Especial de Defesa dos Direitos da Pessoa com Autismo do PA, Nayara Barbalho
Nayara Barbalho: casos atualmente são subnotificados

“Se houver no Censo perguntas que tratem apenas de pessoas com diagnóstico fechado, iremos ter uma subnotificação. Estaremos deixando uma imensa parcela de fora desse atendimento”, disse. “Não posso deixar de trazer a experiência do Pará: inauguramos no ano passado, no meio da pandemia, um centro com 300 novas vagas, e elas já estão lotadas.”

Nayara afirmou que é importante iniciar o tratamento de pessoas com autismo mesmo sem o diagnóstico final.

Já para a fundadora do Icoproject, centro de desenvolvimento físico voltado a crianças e adolescentes com autismo, Elyse Matos, uma pergunta subjetiva pode gerar um número irreal de casos.

Ela explicou que em Curitiba, no Paraná, está em andamento um programa que entrevista pais de crianças com idade entre 18 e 24 meses. Esse questionário, com 23 perguntas, tem o objetivo de detectar o transtorno precocemente. Para Elyse, essa iniciativa pode ser ampliada, e as políticas públicas deveriam ser baseadas no cruzamento de várias pesquisas diferentes.

Gustavo Sales/Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Inserção de perguntas sobre Autismo no Censo Demográfico Nacional 2020. Deretoria de Pesquisa do IBGE, Maria Lucia
Maria Lucia Vieira: mudança no Censo dependeria de testes

A diretora de Pesquisa do IBGE, Maria Lucia Vieira, disse que não deverá ser possível modificar o questionário para o Censo de 2022, porque as perguntas dependem de testes.

Atendimento
A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Autismo, Marlla de Sousa, e Gilberto Pereira, da Associação dos Amigos dos Autistas, reforçaram que seria importante ter uma ideia do número de pessoas não diagnosticadas para fortalecer o tratamento.

Conforme Pereira, no Distrito Federal, por exemplo, o atendimento público é precário. “Nós tínhamos um convênio com a Secretaria de Educação, na década de 1980, quando atendíamos no contraturno 60 pessoas. Com o passar dos anos, foi caindo. Nos últimos governos, tivemos 20 e, na atual gestão, estamos com seis atendidos”, lamentou.

Regulamentação
A deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC), que solicitou a audiência em conjunto com a deputada Tereza Nelma (PSDB-AL), informou que pretende discutir a necessidade de uma regulamentação da Lei Romeo Mion, que criou a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, para torná-la mais efetiva.

Isso porque alguns estados estariam tendo de elaborar novas normas para implantar o documento. Estima-se que haja dois milhões de pessoas com o transtorno no Brasil.

Reportagem – Sílvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira

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Comissão debate venda da Oi Móvel para outras operadoras

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Depositphotos
quatro pessoas segurando celulares
Deputado teme que haja concentração de mercado, prejudicando os consumidores

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados promove audiência pública na quinta-feira (21) para tratar da venda da Oi Móvel para as operadoras Claro, TIM e Vivo.

O debate foi solicitado pelo deputado Elias Vaz (PSB-GO). Ele lembra que a Oi apresentou pedido de recuperação judicial em 2016 e, desde então, começou a receber propostas de compra. Em dezembro, foi vendida por R$ 16,5 bilhões para a Claro, TIM e Vivo. “O caso revela um movimento coordenado das operadoras com o objetivo de ampliar suas participações e concentrar o mercado. O resultado dessa negociação poderá ser altamente prejudicial aos consumidores brasileiros, que já não contam com muitas opções neste segmento”, diz o deputado.

Foram convidados para a audiência pública:

  • a diretora do departamento de Política Setorial do Ministério das Comunicações, Nathália Almeida Lobo;
  • a superintendente de Competição substituta da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Priscila Honório Evangelista;
  • um representante do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade);
  • o coordenador do Programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Diogo Moyses;
  • o vice-presidente e diretor de Regulamentação e Assuntos Institucionais da Oi S/A, Carlos Eduardo Monteiro de Morais Medeiros e o diretor de Relações Institucionais e governamentais, Eduardo Levy;
  • o vice-presidente jurídico e regulatório da Claro, Oscar Petersen;
  • um representante da operadora Tim;
  • um representante da operadora Vivo; e
  • o presidente da Associação NeoTV, Alex Jucius.

O debate está programado para as 10 horas no plenário 11.

Da Redação – AC

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