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JUSTIÇA

Justiça aceita denúncia contra jovens presos por assassinar PM em Várzea Grande

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Wesdra Victor Galvão de Souza, de 29 anos, e Alan Patric Schuller, de 27 anos, presos pela morte de um policial militar durante uma briga em uma loja de conveniência em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, viraram réus na Justiça pelo crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar.
 
A decisão, divulgada nesta semana, é do juiz Murilo Moura Mesquita, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande.
 
Os dois ainda não têm defesa constituída.
 
Roberto Rodrigues de Souza, de 31 anos, se desentendeu com os dois suspeitos no banheiro do estabelecimento e foi morto após ser chutado e receber golpes na cabeça. Roberto era soldado da Polícia Militar e estava de folga quando foi morto.

À época da prisão, eles disseram à polícia que não sabiam que Roberto era policial e nem queriam que a briga resultasse na morte dele. Depois da repercussão do crime, descobriram que a vítima era policial e decidiram fugir.

O caso

Roberto estava na companhia da namorada quando parou na conveniência para ir ao banheiro. O estabelecimento fica na Rodovia Mário Andreazza.

Estranhando a demora, a namorada de Roberto, que havia ficado no veículo esperando, decidiu procurá-lo. Ela, então, encontrou o namorado caído desacordado e foi informada por um funcionário sobre a briga.

Segundo a polícia, a briga aconteceu após ele ser agredido por se desentender com dois homens. O motivo da briga não foi informado pela Polícia Civil.

A briga

Câmeras de segurança registraram parte da briga: o policial tenta dar um soco em um dos suspeitos e é derrubado por ele. Em seguida, os dois suspeitos agridem o policial com socos, chutes e pontapés na cabeça.

As câmeras de segurança do estabelecimento registraram os suspeitos fugindo logo em seguida em dois carros.

Roberto foi encaminhado ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG), mas não resistiu e morreu. O soldado servia como policial em Acorizal, cidade próxima a Cuiabá.

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Botelho defende revitalização da bacia hidrográfica do Rio Jangada

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Em defesa do meio ambiente, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), apresentou o Projeto de Lei 893/2021 que institui normas gerais para a revitalização da bacia hidrográfica do Rio Jangada. O projeto começou a tramitar no dia 06 de outubro e aguarda parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

As normas para a revitalização estão embasadas na gestão sistemática de recursos hídricos; preservação e recuperação das áreas protegidas, biodiversidade e do solo; universalização e a integralidade na prestação de serviços de saneamento básico; desenvolvimento sustentável de atividades econômicas e o monitoramento permanente dos seus ativos ambientais.

O deputado defende esse trabalho para proporcionar aumento na oferta hídrica; fomento ao uso racional dos recursos hídricos; ampliação da área de cobertura vegetal de unidades de conservação e de preservação permanente e expansão de serviços de saneamento básico com atividades econômicas.

Se aprovado o projeto, as ações serão pautadas na inserção de recursos do orçamento estadual e financiamentos para a construção de reservatórios de água e de estações de tratamento; implementação de estudos de poços de água; elaboração e atualização dos planos de recursos hídricos do Rio Jangada e seus afluentes; fiscalização das outorgas de direito de uso de recursos hídricos; pagamento por serviços ambientais; assistência técnica e extensão rural, com foco no manejo sustentável; o monitoramento permanente dos ativos ambientais e a elaboração do plano de revitalização.

O Rio Jangada é um dos principais afluentes do Rio Cuiabá e um dos principais contribuintes da planície pantaneira. Botelho chama a atenção para a preservação, fazendo o alerta que a devastação da cobertura vegetal, matas ciliares, agrava o processo erosivo, gerando assoreamento do canal de drenagem, dentre outros transtornos, como o lançamento de esgoto nos rios.

Cita no projeto que estudos mostram como a ocupação humana e o uso, por muitas vezes inadequado do solo acabam causando impactos no ecossistema. Daí surge à importância do projeto de revitalização, que deverá ocorrer em parceria entre governo do Estado e a Prefeitura de Jangada para, dentre outras diretrizes, o tratamento de 100% dos resíduos líquidos e sólidos.

“A execução do plano de revitalização deverá assegurar a manutenção desse precioso patrimônio natural e, consequentemente, a preservação do Pantanal Mato-grossense, bioma natural patrimônio da humanidade”, concluiu.

Fonte: ALMT

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