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Polícia Civil prende suspeito com arma e munições durante cumprimentos de dois mandados de buscas em Jauru e Figueirópolis D’Oeste

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Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (15.09), nos municípios de Jauru (425 km a oeste de Cuiabá) e Figueirópolis D’Oeste (406 km a oeste da Capital), visando esclarecer uma subtração de gado na região.

A ação resultou na apreensão de uma arma de fogo e diversas munições. Um suspeito de 27 anos foi autuado em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo e munições de uso permitido.

As ordens judiciais de busca e apreensão domiciliar foram decretadas pela Comarca de Jauru, após investigação da Delegacia de Polícia para apurar uma ocorrência

de furto de 13 cabeças de gado ocorrida na zona rural do município, em dezembro de 2020.

De posse dos mandados os policiais civis realizaram buscas em dois endereços alvos. Em um dos locais a equipe localizou uma carabina calibre 22 semiautomática, além de 73 munições intactas, duas munições de calibre 38 e outras duas de calibre 32.

Diante do flagrante, o suspeito de 27 anos foi encaminhado até a Delegacia de Jauru, interrogado pelo delegado Marcos Cezar Farias Lyra, e autuado pelo crime de posse irregular de arma de fogo e munição de uso permitido.

Após a confecção dos autos o preso foi colocado à disposição da Justiça.

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Operação da PF apura fraude em contratos e serviços de MT

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PF apurou pagamentos ao grupo que superam R$ 100 milhões entre os anos de 2019 a 2021. Serão cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá, Curitiba (PR) e Balneário Camboriú (SC).

A Polícia Federal realiza nesta sexta-feira (30) a Operação ‘Curare’ contra uma organização criminosa investigada pelo envolvimento em fraudes em contratações emergenciais e recebimento de recursos públicos em Mato Grosso.
Segundo a PF, a atuação do grupo investigado se concentra na prestação de serviços especializados em saúde em, especialmente em relação ao gerenciamento de leitos de unidade de terapia intensiva exclusivos para o tratamento de pacientes acometidos pela Covid-19.
Ao todo, serão cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá, Curitiba (PR) e Balneário Camboriú (SC), além de medidas cautelares de suspensão de contratos administrativos e de pagamento “indenizatórios”, bem como de suspensão do exercício de função pública.

De acordo com a PF, no entanto, as contratações emergenciais e os pagamentos “indenizatórios” envolvem serviços variados como a realização de plantões médicos, disponibilização de profissionais de saúde, sobreaviso de especialidades médicas, comodato de equipamentos de diagnóstico por imagem, transporte de pacientes etc.
As empresas investigadas fornecem orçamentos de suporte em simulações de procedimentos de compra emergencial, como se fossem concorrentes.
Contudo, a investigação demonstrou a existência de subcontratações entre as pessoas jurídicas, que, em alguns casos, não passam de sociedades empresariais de fachada.
Simultaneamente ao agravamento da pandemia provocada pelo vírus, o núcleo empresarial passou a ocupar, cada vez mais, postos chaves nos serviços públicos prestados pela Secretaria Municipal de Saúde e Empresa Cuiabana de Saúde Pública, assumindo a condição de um dos principais fornecedores da Prefeitura de Cuiabá.
Em nota, a Prefeitura de Cuiabá disse que é a principal interessada na elucidação de toda e qualquer investigação e vai acatar as determinações judiciais. Afirmou também que a gestão preza pela transparência e se coloca a inteira disposição da Justiça.

 

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Foragido da justiça acusado de fazer parte de quadrilha de narcotráfico em MT é preso na Bolívia

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O foragido da Justiça Federal de Mato Grosso por tráfico de drogas, Luan Wander Rufino foi preso durante uma operação da polícia boliviana em um condomínio no município de Santa Cruz de La Sierra e entregue à polícia brasileira nesta terça-feira (15).

Luan é suspeito de fazer parte da quadrilha de narcotráfico internacional investigada na operação Hybris, da Polícia Federal (PF), deflagrada em 2015. Segundo a polícia, ele faria parte do ‘operacional’ da quadrilha.

Na época, foram apreendidos R$ 50 milhões em bens, entre eles, duas aeronaves do empresário Ricardo Cosme, suspeito de ser o líder da quadrilha.

Os bens encontrados pela PF seriam resultado de uma movimentação intensa de droga comprada na Bolívia e remetida para outros estados do Brasil ou para o exterior. A PF estima que a quadrilha transportava cerca de três toneladas de entorpecentes por mês, movimentando cerca de R$ 30 milhões mensais.

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