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Mega-Sena de R$ 46 milhões: metade dos ganhadores ainda não buscou o prêmio

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Moradores do município fluminense acertaram sozinhas as seis dezenas do último sorteio; prazo para o saque do dinheiro é de 90 dias
Agência Brasil

Moradores do município fluminense acertaram sozinhas as seis dezenas do último sorteio; prazo para o saque do dinheiro é de 90 dias

A cidade de Araruama, no Rio de Janeiro, acaba de ganhar três novos milionários, que retiraram sua parte do prêmio de R$ 46.317.095,04 da Mega-Sena nesta terça-feira, segundo a Caixa Econômica Federal (CEF). Os outros três ganhadores do bolão ainda não sacaram o dinheiro e têm até 90 dias do anúncio para retirá-lo. A aposta, que levou o valor acumulado sozinha, foi feita na Loteria da Praça, casa lotérica localizada no centro da cidade. Foi a primeira vez em que o estabelecimento emitiu a cartela que levou o prêmio principal.

“Foi um bolão simples, de 6 dezenas, que cada bilhete custou 7 reais. Os ganhadores vão levar em média R$ 7 milhões para casa. Por acaso, a gente teve a sorte dos números sorteados terem sido aqui”, contou Maria Aparecida, funcionária da Loteria da Praça há 22 anos.

Os ganhadores do concurso 2.408 foram sorteados na noite deste sábado no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. Os números que garantiram mais de R$ 46 milhões aos seis ganhadores foram 04 – 29 – 30 – 38 – 43 – 57.

Além da Mega-Sena, foram sorteados os números da quina, que teve 65 vencedores levando R$ 59,3 mil cada, e da quadra, cujas 4.828 apostas levaram R$ 1.140,94 cada.

Os prêmios líquidos com valor de até R$ 1.332,78 (bruto de R$ 1.903,98) podem ser retirados em qualquer unidade lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Se o prêmio líquido ultrapassar esse valor, o pagamento somente poderá ser feito em agências da CEF, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e recibo de aposta original e premiado.

Os vencedores têm até 90 dias para fazer a retirada do prêmio. Ao fim desse prazo, se não tiver sido retirado, o valor é repassado ao Tesouro Nacional que faz a aplicação no FIES —  Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

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Datafolha: 75% dos brasileiros consideram Bolsonaro culpado pela inflação

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 Datafolha: 75% dos brasileiros consideram Bolsonaro culpado pela inflação
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Datafolha: 75% dos brasileiros consideram Bolsonaro culpado pela inflação

Para três em cada quatro brasileiros, o governo Bolsonaro tem responsabilidade pela alta da inflação nos últimos meses e para 71% também é ao menos parcialmente responsável pelo aumento do desemprego no país, de acordo com levantamento feito pelo Datafolha.

No tocante à inflação, que já chegou aos 9,68% no acumulado em 12 meses até agosto segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), 41% dos entrevistados afirmam que o governo de Jair Bolsonaro tem muita responsabilidade pelo aumento dos preços. Outros 34% dizem que o governo tem um pouco de responsabilidade. Para 23%, não tem nenhuma, e 2% não sabem.

Entre os brasileiros que classificam a gestão de Bolsonaro como ótima ou boa, 30% reputam ao presidente muita responsabilidade pela subida de preços e 45%, alguma responsabilidade.

O instituto também mediu a perspectiva da população em relação ao comportamento da inflação no futuro. Para 69%, os preços vão continuar a subir daqui para a frente. Outros 15% dizem que devem ficar como está e apenas 12% veem tendência de queda.

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Ao abordar o desemprego, 39% dos consultados afirmam que Bolsonaro tem muita responsabilidade na alta do número de pessoas sem trabalho nos últimos meses. Para 32%, o governo tem um pouco de responsabilidade, ao passo que 27% não o veem como responsável pela situaçao e 2% não sabem.

A maioria da população (54%) diz acreditar que o desemprego deve aumentar no futuro. Para 25%, deve ficar como está e 19% veem tendência de queda.

A taxa de desemprego do país é de 14,1%, de acordo com dados do segundo semestre deste ano divulgados na PNAD Contínua pelo IBGE. Há no país 14,4 milhões de desocupados e 5,6 milhões de desalentados (os que já desistiram de procurar trabalho).

A pesquisa foi realizada presencialmente com 3.667 pessoas maiores de 16 anos em 190 municípios entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. As respostas foram estimuladas.

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Pandemia de Covid-19 não justifica saque integral do FGTS, decide TST

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TST decide que a pandemia de Covid-19 por si só não justifica o saque integral do FGTS
Marcelo Casal Jr/Agencia Brasil

TST decide que a pandemia de Covid-19 por si só não justifica o saque integral do FGTS

Após contestação de trabalhadores, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que a pandemia de Covid-19 por si só não justifica o saque integral do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A relatora da matéria, ministra Maria Helena Mallmann, afirmou que, mesmo que seja considerada um estado de calamidade, a crise sanitária não pode ser equiparada a um “desastre natural” – previsto por lei para justificar o saque.

Segundo o  artigo 2º do Decreto 5.113/2004 , que dispõe sobre o FGTS, considera-se desastres naturais as ocorrências de:

  • vendavais ou tempestades;
  • vendavais muito intensos ou ciclones extratropicais;
  • vendavais extremamente intensos, furacões, tufões ou ciclones tropicais;
  • tornados e trombas d’água;
  • precipitações de granizos;
  • enchentes ou inundações graduais;
  • enxurradas ou inundações bruscas;
  • alagamentos; 
  • inundações litorâneas provocadas pela brusca invasão do mar;
  • rompimento ou colapso de barragens.

A movimentação da conta também é permitida aos trabalhadores em casos de aposentadoria, demissão sem justa causa, falecimento, idade igual ou superior a 70 anos e HIV, câncer ou outra doença grave. Todas as condições para o saque integral do FTGS podem ser conferidas neste link

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