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Vale registra lucro R$ 38 bi segue a ação mais recomendada da Bolsa

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Vale (VALE3) atinge lucro líquido de quase US$ 7,6 bi e reforça seu posto de ação mais recomendada da Bolsa
Sophia Bernardes

Vale (VALE3) atinge lucro líquido de quase US$ 7,6 bi e reforça seu posto de ação mais recomendada da Bolsa

A mineradora Vale (VALE3) registrou um lucro líquido de US$7,586 bilhões no segundo trimestre de 2021. Desse modo, a empresa obteve uma alta de 658% em comparação com o mesmo período no ano passado, quando lucrou US$ 995 milhões, de acordo com relatório divulgado pela mineradora esta quarta-feira (28).

No entanto, os resultados de 2020 vieram em um momento em que a Vale enfrentava os efeitos da queda da barragem em Brumadinho, no estado de Minas Gerais.

A mineradora obteve um lucro extraordinário nesse período mesmo com a tragédia. Por conseguinte, o bom desempenho da companhia no último segundo trimestre se justifica pelo forte aumento no custo do minério de ferro.

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Acréscimo no 2T21 da Vale (VALE3)

De acordo com a Vale, no intervalo de um ano, o custo médio mais que dobrou, avançando para US$ 182,8 por tonelada. Visto que, o cenário de aumento nos preços cooperou para um avanço de 117% na receita da mineradora, indo para R$ 87,85 bilhões.

Leia a matéria completa no  site do 1Bilhão. 

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Ganhei uma ação contra o INSS: quando recebo os atrasados?

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Saiba quando você receberá os pagamentos atrasados do INSS, caso tenha movido ação judicial
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Saiba quando você receberá os pagamentos atrasados do INSS, caso tenha movido ação judicial

Quando um segurado da previdência social ganha uma ação por não ter recebido o benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no momento certo, ele tem o direito ao recebimento dos valores retroativos, também conhecidos como atrasados. Mas o depósito do dinheiro não sai imediatamente após a decisão do juiz. Ele depende de quando é emitida a ordem de pagamento pela Justiça e da liberação orçamentária por parte do governo e do Conselho da Justiça Federal (CJF). 

Ganhei a ação judicial contra o INSS, quando recebo os atrasados?

O segurado cuja soma dos atrasados é de até 60 salários mínimos — R$ 66 mil em 2021— recebe o dinheiro por meio de  Requisições de Pequeno Valor (RPVs) em até 60 dias após vencer a ação judicial. Por exemplo, se o juiz mandar fazer o pagamento dos atrasados neste mês, o CJF libera o valor em outubro, e o depósito é feito até novembro.

Mas, caso a soma dos atrasados seja superior a 60 salários mínimos, o aposentado vai receber o pagamento por meio dos precatórios , que são liberados apenas uma vez por ano. O lote dos precatórios de 2021 já foi quitado. Já os do ano que vem ainda vão entrar no Orçamento do governo federal. Portanto, essas pessoas só recebem o dinheiro em 2022.

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A previsão é que a União desembolse R$ 89 bilhões com dívidas judiciais em 2022 – isso inclui os atrasados do INSS. Mas as regras para receber a grana podem mudar. Em agosto, o governo federal enviou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ao Congresso Nacional que parcela o pagamento dos precatórios

A PEC prevê que retroativos de até R$ 455 mil sejam pagos à vista. Porém, os superprecatórios — valores acima de 60 mil salários mínimos (R$ 66 milhões) — poderão ser quitados com entrada de 15% e mais nove parcelas anuais até 2029.

Quanto vou receber?

Para o segurado que pede a revisão do benefício do INSS, os valores atrasados são de até cinco anos antes do pedido. Para calcular a quantia que será paga, é necessário multiplicar a diferença entre o valor que estava ganhando do INSS e o valor correto pelo número de meses em que recebeu o benefício, além de aplicar os juros e a multa previstos por lei.

Já aqueles que aguardam a concessão do benefício, recebem os atrasados desde a data inicial do pedido. Para saber quanto irá receber, o aposentado tem que multiplicar o valor do beneficio pela quantidade de meses em que o INSS deixou de pagá-lo desde a data do pedido até a data da concessão, corrigido de juros e multa.

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“É preciso ter respeito à regra do teto de gastos”, diz Pacheco

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Rodrigo Pacheco em evento da ABRAS
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Rodrigo Pacheco em evento da ABRAS

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, cobrou união, respeito e responsabilidade ao governo nesta segunda-feira (20). Segundo ele, as seguidas flexibilizações do teto de gastos desacreditam o setor produtivo quanto à capacidade do governo de cumprir a regra. 

“Tem faltado respeito nas relações institucionais e entre os Poderes. Esse não é o exemplo a ser dado à sociedade. Respeito é bom e a gente gosta, disse. “Está faltando respeito também à regra de responsabilidade fiscal, do teto de gastos”, ressaltou em evento da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). 

O presidente do Senado adicionou que o governo precisa cooperar, e deixar o clima de eleições para 2022.

“Jamais seremos subservientes ao poder Executivo, subjugados pelo Poder Judiciário, nós somos o Parlamento brasileiro. É preciso ter cooperação entre os partidos e coragem sem arrogância para enfrentar os verdadeiros inimigos: a fome, o desemprego, a miséria e a crise hídrica”. 

Pacheco defendeu também a redução dos impostos para empresários do setor e ressaltou que recebeu e está atento a projetos de interesse da categoria como o que flexibiliza prazos de validade para alimentos e da minimização das multas administrativas supermercados. 

“Devo sempre buscar uma mensagem de esperança e otimismo. Por mais que estejamos ainda na pandemia de uma doença muito séria, é preciso buscar o que mais precisamos que é o desenvolvimento econômico”.

Também esteve presente o deputado federal Efraim Filho, líder da frente de Comércio, Serviços e Empreendedorismo da Câmara dos Deputados. Ele cobrou um abrandamento das multas para gerentes de supermercados. Segundo ele, fiscais tem feito “extorsões” a “quem produz” no Brasil. 

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“Empreendedores não são vilões da história, são heróis, e, ainda por cima, são heróis da resistência”, enfatizou.


A ABRAS promove entre hoje e amanhã a primeira convenção presencial do setor desde o início da pandemia. Cerca de 400 representantes de 200 empresas e associações são esperados no evento que conta com a abertura do ministro da Cidadania João Roma, do ministro do Trabalho e Previdência  Onyx Lorenzoni, e participação do ministro da Economia, Paulo Guedes. 

O presidente da associação, João Galassi, fez a abertura do evento cobrando flexibilização das leis de vencimento de alimento, e fez apelo aos ministros para que o tema avance no governo. 

“Precisamos aumentar a doação, tenho certeza que com movimento simples, nós podemos erradicar a fome nesse país. Não parece, mas nós temos 30% de desperdício de alimentos”, disse.

Galassi também apresentou às autoridades presentes algumas demandas do setor, como a necessidade de abaixar as taxas abusivas dos vouchers de alimentação e cruzar o mapa da fome com o mapa do desperdício.



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