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Vacinação contra Covid-19 ultrapassa 4 bilhões de doses aplicadas no mundo

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Vacinação contra Covid-19 ultrapassa 4 bilhões de doses aplicadas no mundo
Reprodução: iG Minas Gerais

Vacinação contra Covid-19 ultrapassa 4 bilhões de doses aplicadas no mundo


Mais de 4 bilhões de doses de vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas em todo mundo, de acordo com uma contagem realizada pela France-Presse com base em dados oficiais até esta quinta-feira (29).

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Os primeiros dois bilhões foram administrados em cerca de 140 e 40 dias, respectivamente. O terceiro foi aplicado em 26 dias e o último bilhão foi aplicado em 30 dias, o que mostra uma ligeira desaceleração.

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A cada 10 doses, quatro foram usadas na China, que totaliza 1,6 bilhão de doses administradas. Índia e Estados Unidos aparecem em segundo e terceiro no pódio de números absolutos, com 451 milhões e 343 milhões de doses aplicadas, respectivamente.

Em relação à população, os Emirados Árabes Unidos estão na frente, com 168 doses por 100 habitantes, seguido por Uruguai e Bahrein, que já ultrapassam 60% da população vacinada. Em seguida vêm Catar, Chile e Canadá; Israel, Singapura, Reino Unido, Mongólia e Dinamarca e Bélgica. Esses países têm entre 52% e 63% de sua população totalmente imunizada.

Estados Unidos e União Europeia também têm quase metade de sua população totalmente vacinada. 

Em média, foram aplicadas 52 doses para cada 100 habitantes do mundo. Há, no entanto, uma desigualdade entre países de “alta renda”, que administraram uma média de 97 doses a cada 100 habitantes, em comparação com países de “baixa renda”, que injetaram apenas 1,6 dose.

Os dados mostram também que Burundi, Eritreia e Coreia do Norte ainda não iniciaram a vacinação contra a Covid-19 e que a vacina da AstraZeneca é a mais difundida, sendo aplicada em 79% dos países e territórios que já começaram suas campanhas.

Fonte: IG SAÚDE

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Ministério da Saúde terá que fornecer remédio de R$ 11 mi para bebê com AME

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Benjamin, de quatro meses, sofre de Atrofia Muscular Espinhal (AME)
Reprodução/redes sociais

Benjamin, de quatro meses, sofre de Atrofia Muscular Espinhal (AME)

A juíza federal Joana Carolina Lins Pereira, da 12ª Vara Federal de Pernambuco, determinou hoje que o Ministério da Saúde forneça um medicamento que custa 2,1 milhões de dólares (R$ 11 milhões) ao pequeno Benjamin Brener Guimarães, de apenas quatro meses , em até 20 dias.

Benjamim sofre de uma rara doença chamada Atrofia Muscular Espinhal (AME), degenerativa e irreversível de origem genética. Os pais da criança, Túlio Barbosa Guimarães e Nathalie Brener, solicitaram ao Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento Zolgensma, que não é ofertado pelo sistema público brasileiro, e mas recebeu uma outra medicação.

“Em seu lugar, foi disponibilizada outra medicação, cujo uso já foi iniciado, mas que não é a indicada por sua especialista para o seu tratamento específico, pois, apesar de poder desacelerar os efeitos nefastos da AME, não produz os efeitos necessários para salvar a vida do pequeno Benjamin; ademais, é um fármaco para uso por toda a vida e que traz sérios riscos de hidrocefalia”, escreveu a magistrada.

“É imprescindível o fornecimento do medicamento indicado, já que é o único que permite a possibilidade de melhora e cura da AME, através de uma terapia genética única. A demora na obtenção do medicamento poderá implicar a perda da chance de sobrevivência”, completou.

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Benjamin foi submetido a uma perícia, onde a necessidade do medicamento mais caro foi confirmada.

O caso ficou conhecido após o lançamento da campanha ‘Ajude o Ben’, um financiamento coletivo onde a família pedia por contribuições para custear a medicação. Até o momento, R$ 122 mil já foram arrecadados. Na decisão, a Justiça ordena que este valor seja abatido do montante a ser pago pela União.

“Salvar uma vida não é despesa. É investimento. Aqui, importa em dar a um ser humano a oportunidade de crescer, estudar, trabalhar, constituir família. Por ora, entretanto, do que o paciente Benjamin precisa é de uma oportunidade para viver, de uma oportunidade para respirar.  Decorridos estes vinte anos de magistratura, posso dizer que, salvando a vida de uma criança, tudo terá valido a pena. Afinal, nosso ofício é distribuir justiça e garantir a paz social, é assegurar o cumprimento dos princípios constitucionais que nos são tão caros, e entre os quais se sobressaem o direito à vida e à dignidade da pessoa humana”, disse ainda a magistrada.

“Se o Estado tem condições de prover esses direitos, sem sacrifício que não possa ser contornado – seja com mais economia em áreas de reconhecida desnecessidade, seja através de remanejamentos orçamentários -, não se pode negar a uma criança o direito de viver”, considerou a juíza, concluindo esperar que o paciente Benjamin “constitua a mais viva evidência da boa e justa aplicação dos recursos públicos”, finalizou.

Fonte: IG SAÚDE

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Blumenau vacinou dois adolescentes de 17 anos em janeiro de 2021

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Blumenau vacinou adolescentes no início do ano
Reprodução: iG Minas Gerais

Blumenau vacinou adolescentes no início do ano

Ao menos dois adolescentes de 17 anos ‘furaram a fila’ da vacinação e receberam o imunizante de forma irregular e antecipada em Blumenau, Santa Catarina. Os jovens são funcionários de estabelecimentos de saúde do Município, e foram vacinados com doses da Coronavac e da Astrazeneca, que não tem autorização da Anvisa para a utilização nesse público. As informações são do portal ND+.

Os jovens receberam a vacina nos dias 26 de janeiro e 6 de fevereiro. Um deles foi vacinado em uma unidade de atenção básica, e o outro, em uma Central de Vacinação.

Vale lembrar que apenas o imunizante da Pfizer é liberado pela Anvisa para pessoas abaixo dos 18 anos. À época, a campanha de vacinação ainda engatinhava no Brasil e não incluía menores de idade – ou seja, mesmo funcionários de unidades de saúde, os adolescentes não poderiam receber a dose.

Ao portal ND+, de Santa Catarina, a prefeitura afirmou que os casos foram notificados para Dive-SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica) nos dias 2 e 6 de fevereiro, e estão sendo acompanhados desde então. Nenhum dos adolescentes apresentou alguma reação adversa.

O iG entrou em contato com a Prefeitura de Blumenau, e aguarda posicionamento.

Fonte: IG SAÚDE

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