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RESPONSABILIDADE COM A PANDEMIA

PRIMEIRA-DAMA DE VÁRZEA GRANDE TESTA POSITIVO PARA COVID-19

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A PROMOTORA DE JUSTIÇA E PRIMEIRA-DAMA, KIKA DORILÊO BARACAT, SEGUE EM ISOLAMENTO E COM SINTOMAS LEVES E RECOMENDA QUE TODOS PROCUREM ATENDIMENTO MÉDICO E A VACINA COMO MEIO DE SOBREPOR AS ADVERSIDADES

A promotora de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso e primeira-dama de Várzea Grande, Kika Dorilêo Baracat, testou positivo para Covid-19. Resultado de exames e consultas clínicas confirmaram as suspeitas decorrentes de sintomas sem grandes incidências.

Em virtude do resultado positivo da esposa, o prefeito Kalil Baracat, que no final do ano passado já havia testado positivo, também realizou exame e consultas médicas, com o resultado negativo para Covid-19, permitindo cumprir sua agenda de trabalho com segurança, mas redobrando os cuidados.

Com sintomas leves, a primeira-dama recebeu a primeira dose da vacina há cerca de um mês. Kika está bem e segue em isolamento social em casa. O prefeito destaca que ela receberá todos os cuidados necessários e reforça a continuidade das medidas de biossegurança, como uso de máscara, higienização das mãos e o distanciamento social e principalmente a busca pela vacinação como forma mais eficiente de combater os sintomas e a doença da COVID 19.

A Família Baracat agradece as manifestações de carinho e lembra a importância da adoção de cuidados redobrados e da procura de vacina por todos indistintamente para se vencer a pandemia com união, responsabilidade e principalmente com medidas de biossegurança.

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“Mulher tem que ganhar bem”, diz advogada de vítimas de João de Deus

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Advogada defende vítimas de João de Deus
Reprodução: iG Minas Gerais

Advogada defende vítimas de João de Deus

Luiza Nagib Eluf não vê outra solução para o assédio e violências que as mulheres sofrem. Para a advogada, “no dia que a mulher tiver dinheiro, vai transar com o homem que ela quiser”. Ela defende as vítimas do médium  João de Deus e do cardiologista Nabil Gorayeb, que cometeram crimes sexuais.

A ex-promotora afirmou à Folha de S.Paulo que depender financeiramente do homem é o pior que pode acontecer com a outra metade da população. “É preciso tomar cuidado para não acreditar no ‘eu a sustento, querida’. Mulher tem que ganhar bem, tem que ganhar muito. Não pode se satisfazer com o dinheiro que paga a manicure”, disse.

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Para ela, o aumento de denúncias mostra que as mulheres estão se intimidando menos. “Antigamente, a mulher ficava com medo. Se denunciava, sobrava para ela no fim da história. Ela sofre o assédio, o estupro, o espancamento e aí, quando vai reportar, a autoridade culpa a vítima pelo o que ela sofreu. O patriarcado é assim. Tudo errado é a mulher que faz. São seres, vamos dizer, inferiores. Em São Paulo, começamos mais nitidamente a lutar contra a conduta no caso Roger Abdelmassih”, disse.

Luiza conta que a relação de mulheres com abusadores, como João de Deus, é uma dominação extrassensorial. “Coloca a mulher em posição mais difícil. Além do sujeito ser mais forte fisicamente, ele ainda é João de Deus, ou seja, se considera Deus. Muitas das pessoas que foram a Abadiânia achavam que ele era um Deus, que curava, que tinha poderes”, disse.

Ela contou que por volta de 15 mulheres foram ao escritório dela e contavam “cenas de horror”. “Choraram demais, ele abusava de moças que estavam querendo salvar a mãe, o pai. Em geral, moças que ele estuprou não estavam lá para socorro de si. Ele se aproveitava disso. Em alguns casos repetiu o estupro uma, duas, três vezes”, conta.

Para ela, o que mais a chocou foi um caso já prescrito. “Ele [João de Deus] havia estuprado, atirado, esfaqueado e jogado a menina no rio e ela não morreu. Estupro tem que ser crime imprescritível. Isso é manobra do patriarcado. Eles querem que depois de um certo tempo não seja mais punível”, disse.

Fonte: IG Mulher

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Preço do gás de cozinha vai aumentar mais uma vez em Mato Grosso

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A partir desta quartafeira (1º), o botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg começa a ser entregue pelas distribuidoras às revendas de Mato Grosso com acréscimo médio de 8%. Entre as companhias engarrafadoras e comercializadoras que entregam o produto no Estado, a maior alta é anunciada pela Copagaz, que aplicará reajuste de R$ 7,42 por botijão nas vendas realizadas a partir do dia 1º. Outras distribuidoras que fornecem o gás de cozinha para o varejo local informam majorações de R$ 5,89 e R$ 5,32, como é o caso da Nacional Gás e Ultragaz, respectivamente, que passam a entregar o P13 mais caro a partir da próxima sexta-feira (3) .

Mato Grosso continua mantendo o preço mais alto do país para o gás de cozinha, com o botijão repassado atualmente por até R$ 130 para o consumidor final, informa a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em algumas localidades mais remotas do Estado, o insumo básico custa R$ 140, conforme diagnóstico sobre o mercado do GLP em Mato Grosso apresentado em requerimento para instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), ainda sob análise.

Os novos valores programados para setembro foram informados por meio de cartas enviadas às revendas. A justificativa das distribuidoras para os reajustes está na revisão anual dos preços do GLP para a rede de revendedores. Estão incluídos nos cálculos a correção dos salários dos funcionários, que ocorre anualmente no 9º mês de cada ano, bem como despesas com frete, insumos e demais custos operacionais, inclusive elevações do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que é a referência para cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias, Bens e Serviços (ICMS).

Outro lado  

A Ultragaz confirma, em nota enviada à reportagem, que como ocorre em todos os anos e conforme previsto em contrato, no próximo mês é realizada a revisão anual dos preços de venda do GLP para a rede de revendas. “Esta revisão decorre dos impactos inflacionários na estrutura de custos da companhia, além do aumento de despesas de folha de pagamento em razão da data-base de setembro. Este último período foi especialmente impactado pela alta da inflação em diversos componentes importantes dos custos operacionais, tais como aço, tinta, diesel, energia elétrica, entre outros”. Buscando equalizar o aumento de custos de forma equilibrada, a Ultragaz informa que será realizado um incremento de R$ 5,32 no preço de fornecimento do GLP (13kg) a partir de 3 de setembro.

As demais distribuidoras – Nacional Gás, Supergasbrás e Copagaz – também foram procuradas pela reportagem, mas não se manifestaram até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.

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