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Cantor de lambadão esclarece boatos ligando seu nome à morte de policial, VEJA VIDEO

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Diego Marques Simão, cantor e vocalista da Banda Real Som, conhecida pelo gênero do lambadão, registrou um boletim de ocorrência para esclarecer que não tem qualquer envolvimento no espancamento e morte do soldado da Polícia Militar, Roberto Rodrigues de Souza, de 31 anos. O nome do vocalista foi divulgado em aplicativos de celulares como se fosse um dos envolvidos na confusão que terminou em homicídio.

O fato foi registrado na madrugada da última segunda-feira (26), numa conveniência situada na Avenida Mário Andreazza, em Várzea Grande.

Além de boletim de ocorrência, o cantor também procurou a imprensa para esclarecer o equívoco e desvincular seu nome do crime contra o policial militar. Depois que o nome dele passou a ser compartilhado como se fosse um dos autores do espancamento, a própria Polícia Militar esclareceu que a informação não procedia.

Em suas redes sociais o vocalista postou também postou a seguinte mensagem: “Eu não tenho nada a ver com o fato ocorrido, porém como meu nome e o nome da ‘Banda Real Som’, onde sou vocalista foi vinculado, procurei realizar os procedimentos cabíveis para prestar esclarecimento. Fiz o boletim de ocorrência onde esclareço que eu estava trabalhando no momento do ocorrido. Como a justiça de Deus não falha, já está tudo resolvido e esclarecido. Agradeço a todos que me ajudaram nesse momento”, disse o músico, após ter registrado oboletim ocorrência.

No ‘Programa do Pop’/SBT, relatou que já enfrentou problemas com exposição indevida de seu nome relacionando-o com a morte do militar. “Fiquei muito triste porque sou um cara que nunca mexeu com nada de errado e além disso, tem o nome da banda que acabou sendo envolvido, essa é a minha maior preocupação. Nunca pensei passar por isso”, disse Diego, que garantiu ainda que os responsáveis pelo erro serão punidos judicialmente.

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Adolescente morreu de púrpura trombótica não relacionada à vacina, diz Saúde

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O ministro da Saúde Marcelo Queiroga
Foto: Jefferson Rudy – 6.mai.2021/Agência Senado

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga

Uma análise feita pelo Ministério da Saúde mostrou que a  causa da morte da adolescente de 16 anos que tomou a vacina da Pfizer foi púrpura trombocitopênica trombótica, uma doença autoimune que predispõe a formação de coágulo e pode levar à morte. As informações são da colunista Mônica Bergamo , do jornal Folha de S. Paulo .

Os trombos viajam pela corrente sanguínea e podem se alojar em órgãos vitais, como o coração, pulmões e cérebro.

Na última sexta-feira (17), a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo já havia informado que o imunizante não foi a causa da morte da jovem  e, no documento que será divulgado ainda hoje pelo Ministério da Saúde, a pasta afirma que o óbito não está associado à vacina.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse não ser contra a imunização de adolescentes sem comorbidades, apesar de ter anunciado a suspensão da campanha para esse grupo na última semana . Mesmo com a determinação, diversas capitais continuaram a vacinação , como Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro.

De acordo com Queiroga, a decisão de interromper a campanha se deu por uma questão de logística e disponibilidade de vacinas . Técnicos do Ministério da Saúde que atuam no Programa Nacional de Imunização (PNI), no entanto, disseram não terem sido ouvidos para o decreto.

Fonte: IG SAÚDE

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Jornalista é agredida em motel por namorado e chama a Policia

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Uma jornalista acionou a Polícia Militar na manhã desta segunda-feira (20) para atenderem uma ocorrência de violência doméstica dentro de um motel no bairro 23 de Setembro, em Várzea Grande. A vítima havia sido agredida pelo ex-namorado, com quem tentava uma reconciliação, quando foi agredida e acionou a equipe de segurança.

Segundo informações repassadas pela própria jornalista, ela e o ex passaram a noite no motel. Pela manhã, ele ele teve uma crise de ciúmes ao pegar o celular dela e começou a agredi-la.

Em seguida, ela acionou a PM. Ao chegar ao local, os policiais tomaram ciência de que a vítima possuía uma medida protetiva contra o suspeito.

No estabelecimento, ainda houve uma confusão entre a vítima e os policiais. Ela disse que foi ofendida pelos PMs, que teriam lhe xingado ao saberem da medida de distanciamento social.

Já os policiais negam todas as acusações da vítima. Segundo eles, a mulher estaria completamente transtornada. Os militares afirmaram que não houve agressões físicas, tampouco verbais.

Os agentes alegam que apenas a questionaram como ela poderia estar em um quarto de motel com um rapaz. A situação foi registrada na Central de Flagrantes.

A motocicleta do acusado foi apreendida, por estar com a documentação irregular. O suspeito foi detido por descumprimento judicial. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 

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