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Suspeitos de matar soldado são identificados; caçada continua aos assassinos

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A Polícia Militar identificou no inÍcio da tarde desta segunda-feira (26), como sendo Alan Parick Shuller, de 27 anos, e Wesdra Victor Galvão de Souzade, 29 anos, os suspeitos pela morte do policial militar, Roberto Rodrigues de Souza, de 31 anos. O soldado foi brutalmente espancado durante essa madrugada, na conveniência “Espaço Vip”, localizada na Mário Andreazza, em Várzea Grande. Ele morreu no Pronto-Socorro Municipal logo após dar entrada no box de emergência.

Apesar de identificados, ambos os suspeitos continuam sendo procurados. A identidade das duas mulheres que estavam com eles no momento da confusão, ainda foi divulgada.

Imagens do circuito interno do estabelecimento registraram toda a agressão sofrida pelo PM, que foi socorrido, mas morreu pouco tempo depois. O carro utilizado pelos suspeitos, um gol de cor preta, também está sendo procurado.

Após espancar a vítima com chutes, socos e cadeiradas, os homens e duas mulheres entraram num veículo Gol de modelo antigo e fugiram. Um segundo carro que aparece nas imagens, aparentemente, amigos que estão acompanhando os criminosos, também está sendo procurado, a fim de contribuir na localização dos suspeitos.

Um dos suspeitos possui passagens criminais por crimes de tráfico, roubo e já havia sido preso por sequestro em ocasião anterior. A Polícia Civil ainda não confirmou o envolvimento dos suspeitos na morte do policial militar. Por enquanto, ambos são considerados suspeitos.

O soldado Rodrigues ingressou na Polícia Militar em novembro do ano de 2015 e estava lotado no 2º Comando Regional de Várzea Grande. Ele chegou a trabalhar no Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão e atualmente trabalhava no Núcleo de Polícia Militar de Acorizal (62 km de Cuiabá).

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Adolescente morreu de púrpura trombótica não relacionada à vacina, diz Saúde

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O ministro da Saúde Marcelo Queiroga
Foto: Jefferson Rudy – 6.mai.2021/Agência Senado

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga

Uma análise feita pelo Ministério da Saúde mostrou que a  causa da morte da adolescente de 16 anos que tomou a vacina da Pfizer foi púrpura trombocitopênica trombótica, uma doença autoimune que predispõe a formação de coágulo e pode levar à morte. As informações são da colunista Mônica Bergamo , do jornal Folha de S. Paulo .

Os trombos viajam pela corrente sanguínea e podem se alojar em órgãos vitais, como o coração, pulmões e cérebro.

Na última sexta-feira (17), a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo já havia informado que o imunizante não foi a causa da morte da jovem  e, no documento que será divulgado ainda hoje pelo Ministério da Saúde, a pasta afirma que o óbito não está associado à vacina.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse não ser contra a imunização de adolescentes sem comorbidades, apesar de ter anunciado a suspensão da campanha para esse grupo na última semana . Mesmo com a determinação, diversas capitais continuaram a vacinação , como Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro.

De acordo com Queiroga, a decisão de interromper a campanha se deu por uma questão de logística e disponibilidade de vacinas . Técnicos do Ministério da Saúde que atuam no Programa Nacional de Imunização (PNI), no entanto, disseram não terem sido ouvidos para o decreto.

Fonte: IG SAÚDE

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Jornalista é agredida em motel por namorado e chama a Policia

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Uma jornalista acionou a Polícia Militar na manhã desta segunda-feira (20) para atenderem uma ocorrência de violência doméstica dentro de um motel no bairro 23 de Setembro, em Várzea Grande. A vítima havia sido agredida pelo ex-namorado, com quem tentava uma reconciliação, quando foi agredida e acionou a equipe de segurança.

Segundo informações repassadas pela própria jornalista, ela e o ex passaram a noite no motel. Pela manhã, ele ele teve uma crise de ciúmes ao pegar o celular dela e começou a agredi-la.

Em seguida, ela acionou a PM. Ao chegar ao local, os policiais tomaram ciência de que a vítima possuía uma medida protetiva contra o suspeito.

No estabelecimento, ainda houve uma confusão entre a vítima e os policiais. Ela disse que foi ofendida pelos PMs, que teriam lhe xingado ao saberem da medida de distanciamento social.

Já os policiais negam todas as acusações da vítima. Segundo eles, a mulher estaria completamente transtornada. Os militares afirmaram que não houve agressões físicas, tampouco verbais.

Os agentes alegam que apenas a questionaram como ela poderia estar em um quarto de motel com um rapaz. A situação foi registrada na Central de Flagrantes.

A motocicleta do acusado foi apreendida, por estar com a documentação irregular. O suspeito foi detido por descumprimento judicial. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 

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