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Religioso que zombava de vacinas nas redes morre por covid-19 nos EUA

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BBC News Brasil

Um homem da Califórnia que zombava das vacinas contra a covid-19 em redes sociais morreu após uma batalha de um mês contra o vírus.

Stephen Harmon, membro da igreja Hillsong, era um oponente vocal das vacinas, e publicava uma série de piadas sobre não não tomá-las. “Tenho 99 problemas, mas a vacina não é um deles”, tuitou o jovem de 34 anos para seus 7.000 seguidores em junho.

Ele recebeu tratamento para pneumonia e covid-19 em um hospital nos arredores de Los Angeles, onde morreu na quarta-feira (21). Nos dias que antecederam a morte, Harmon documentou sua luta para permanecer vivo, postando fotos de si mesmo em sua cama de hospital. “Por favor, orem todos vocês, eles realmente querem me entubar e me colocar em um respirador”, disse ele.

Em seu último tuíte, na quarta-feira, Harmon disse que seria intubado. “Não sei quando vou acordar, por favor, orem”, escreveu ele.

Apesar de sua luta contra o vírus, Harmon ainda dizia que rejeitaria ser vacinado, afirmando que sua fé religiosa o protegeria.

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Antes de sua morte, ele brincou sobre a pandemia e as vacinas, compartilhando memes dizendo que confiava na Bíblia, e não no mais conhecido especialista em doenças dos EUA, o médico Anthony Fauci.

O fundador da igreja Hillsong, Brian Houston, confirmou a notícia de sua morte em um tuíte. “Ben acaba de nos transmitir a notícia devastadora de que nosso querido amigo, Stephen Harmon, faleceu da Covid. É de partir o coração”, disse Houston.

Pelo Instagram, ele prestou homenagem a Harmon. “Ele era uma das pessoas mais generosas que conheço e tinha muito pela frente”, escreveu Houston. “Ele sempre comparecia aos jogos de futebol de nossos netos e fará falta para muitos. Descanse em paz.”

Ele acrescentou que a igreja incentiva seus membros “a seguirem as orientações de seus médicos”. A Califórnia viu um aumento nos casos de Covid-19 nas últimas semanas, sendo a maioria dos casos levados a hospitais de não vacinados.


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Fonte: IG SAÚDE

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Anvisa diz que não há indícios que liguem morte de jovem à vacina anti-Covid

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Imunizante da Pfizer
Luiz Pessoa/SEI

Imunizante da Pfizer



A apuração sobre a causa da morte de um adolescente após se vacinar contra a Covid-19 indica que não há relação causal entre a aplicação do imunizante e o óbito. A informação foi divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na noite desta segunda-feira (20).

Em nota publicada no portal, a Anvisa afirma que representantes do seu setor de Farmacovigilância se reuniram mais cedo, em São Paulo, a fim de obter mais informações sobre a suspeita de evento adverso pós-vacinação do adolescente no estado. Na ocasião, a autarquia considerou que os dados apresentados foram consistentes e bem documentados ao indicar a ausência de relação entre a morte e a vacinação .

No domingo (19), a Anvisa já havia recebido o relatório de investigação elaborado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo. Segundo o órgão, o processo de avaliação indicado no documento concluiu não ser possível atribuir o óbito diretamente à imunização.

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A comitiva da Anvisa foi recebida pela Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), da Secretaria de Estado da Saúde, responsável por recomendar e adotar medidas de prevenção e controle de doenças e agravos de saúde. Além dela, uma especialista em farmacologia representou o Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde no encontro, que teve ainda as participações de técnicos dos Centro de Vigilância Sanitária e Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo.


Notificação à OMS

Embora não tenham identificado relação entre o óbito e a vacinação, a Anvisa vai notificar a Organização Mundial da Saúde (OMS) por conta da relação temporal entre a aplicação da vacina e o evento adverso – a adolescente faleceu oito dias após tomar a vacina.

Além disso, com as informações já colhidas, a agência brasileira vai participar das reuniões do International Coalition of Medicines Regulatory Authorities (ICMRA), um conselho de autoridades regulatórias que reúne as maiores autoridades do mundo em discussões acerca da segurança das vacinas, bem como do Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi). Ambos os encontros serão na manhã desta terça-feira (21).

Conflito com Ministério da Saúde O caso em questão gerou um conflito com o Ministério da Saúde, que chegou a recomendar a suspensão da aplicação da vacina em adolescentes sem comorbidades . Neste sentido, o ministro Marcelo Queiroga indicou a existência de “casos sob investigação” ao defender a medida. No entanto, o governo federal não encontrou apoio em outras entidades , que, como a Anvisa, Se posicionaram a favor da vacinação do grupo.

Fonte: IG SAÚDE

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Morte de adolescente em SP não é relacionada à vacina, conclui Anvisa

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Representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) receberam informações do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo que negam a relação entre a morte de uma adolescente no estado e sua vacinação contra covid-19. Segundo a Anvisa, os dados apresentados foram considerados “consistentes e bem documentados”.

Uma adolescente de São Paulo morreu sete dias depois de ter tomado vacina contra a covid-19. A causa provável, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foi atribuída ao diagnóstico de doença autoimune, denominada púrpura trombótica trombocitopênica (PPT), identificada com base no quadro clínico e em exames complementares.

“O relatório de investigação elaborado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo foi recebido pela agência na noite deste domingo, 19 de setembro, contendo detalhes de todo o processo de avaliação que concluiu não ser possível atribuir diretamente o óbito à vacinação”, informou a Anvisa em nota.

A agência notificará a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as investigações para avaliação quanto a qualquer possível sinal de segurança. Por fim, a Anvisa afirmou manter sua posição acerca dos benefícios das vacinas e de sua importância no combate à pandemia.

“Até o momento, os achados apontam para a manutenção da relação benefício versus risco para todas as vacinas autorizadas no Brasil, ou seja, os benefícios da vacinação excedem significativamente os seus potenciais riscos”.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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