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Jovens de Paquetá recebem primeira dose de vacina contra covid-19

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Cerca de 400 adolescentes entre 12 e 17 anos estão recebendo hoje (25) a primeira dose da vacina contra a covid-19 na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. Eles recebem o imunizante de Pfizer, único aprovado para esta faixa etária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A iniciativa é parte do projeto Paquetá Vacinada, desenvolvido pela prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Trata-se de um estudo para avaliar os efeitos da imunização em massa. A pesquisa pretende oferecer mais respostas sobre a segurança do imunizante, a eficácia, os efeitos adversos e também a proteção de moradores da comunidade não vacinados.

A Ilha de Paquetá é um bairro da capital fluminense que só é possível acessar por meio de barca. Cenário do clássico A Moreninha, romance de Joaquim Manuel de Macedo, ela está localizada na parte mais interna da Baía de Guanabara e possui pouco mais de 4 mil moradores. Com ruas de terra e casas histórias, a ilha tem 120 hectares.

A aplicação das doses começou às 9h e se encerra às 16h. Para participar do projeto, os adolescentes passaram por um inquérito sorológico e fizeram um teste rápido para covid-19. Foram coletados mais 2,3 mil exames. Nesta etapa, ficou constatado que 21% das crianças e adolescentes já apresentavam anticorpos contra a covid-19 por terem sido expostos ao coronavírus.

A segunda dose deverá ser aplicada no dia 15 de agosto, na mesma data dos adultos que foram imunizados em junho com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. No Brasil, ela é fabricada através de uma parceria com a Fiocruz.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Blumenau vacinou dois adolescentes de 17 anos em janeiro de 2021

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Blumenau vacinou adolescentes no início do ano
Reprodução: iG Minas Gerais

Blumenau vacinou adolescentes no início do ano

Ao menos dois adolescentes de 17 anos ‘furaram a fila’ da vacinação e receberam o imunizante de forma irregular e antecipada em Blumenau, Santa Catarina. Os jovens são funcionários de estabelecimentos de saúde do Município, e foram vacinados com doses da Coronavac e da Astrazeneca, que não tem autorização da Anvisa para a utilização nesse público. As informações são do portal ND+.

Os jovens receberam a vacina nos dias 26 de janeiro e 6 de fevereiro. Um deles foi vacinado em uma unidade de atenção básica, e o outro, em uma Central de Vacinação.

Vale lembrar que apenas o imunizante da Pfizer é liberado pela Anvisa para pessoas abaixo dos 18 anos. À época, a campanha de vacinação ainda engatinhava no Brasil e não incluía menores de idade – ou seja, mesmo funcionários de unidades de saúde, os adolescentes não poderiam receber a dose.

Ao portal ND+, de Santa Catarina, a prefeitura afirmou que os casos foram notificados para Dive-SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica) nos dias 2 e 6 de fevereiro, e estão sendo acompanhados desde então. Nenhum dos adolescentes apresentou alguma reação adversa.

O iG entrou em contato com a Prefeitura de Blumenau, e aguarda posicionamento.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Índia anuncia que retornará a exportação de vacinas a outros países

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Covid-19: Índia anuncia que retornará a exportação de vacinas a outros países
Reprodução: iG Minas Gerais

Covid-19: Índia anuncia que retornará a exportação de vacinas a outros países

A Índia retomará as exportações de  vacinas contra a Covid-19 em outubro, dando prioridade ao concórcio global de compartilhamento de vacinas, o Covax, e a países vizinhos, à medida que os suprimentos aumentam, disse o ministro da Saúde, Mansukh Mandaviya, na segunda-feira (20).

O país, principal fabricante de vacinas do mundo, interrompeu a exportação das doses em abril para focar na imunização de sua própria população, já que o número de infecções cresciam internamente naquele momento, culminando no dia 6 de maio, quando foram contabilizados 414.188 novos casos e uma média móvel de infecções de 389.803.

“A produção mensal de vacinas do país mais do que dobrou desde então e está prevista para quadruplicar para mais de 300 milhões de doses no mês que vem”, disse Mandaviya, acrescentando que somente os suprimentos considerados em excesso seriam exportados.

O ministro ainda falou que a produção total poderia ultrapassar 1 bilhão nos últimos três meses do ano, já que novas vacinas de empresas como a Biological E provavelmente serão aprovadas. “Ajudaremos outros países e também cumpriremos nossa responsabilidade em relação ao Covax”, afirmou a repórteres.

Antes da interrupção, a Índia doou ou vendeu 66 milhões de doses para quase 100 países.

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O anúncio da retomada das exportações no último trimestre do ano, de outubro a dezembro, ocorreu antes da visita do primeiro-ministro Narendra Modi a Washington esta semana, onde as vacinas provavelmente serão discutidas em uma cúpula dos líderes dos países do Diálogo de Segurança Quadrilateral (Quad, em inglês), composto por Estados Unidos, Índia, Japão e Austrália.

A Índia quer vacinar todos os seus 944 milhões de adultos até dezembro e já aplicou pelo menos uma dose a 64% deles e duas doses em 22%.


As vacinas da Índia aumentaram desde o mês passado, especialmente porque o maior fabricante de vacinas do mundo, o Instituto Serum da Índia, mais do que triplicou sua produção da vacina AstraZeneca para 200 milhões de doses por mês. As empresas indianas estabeleceram a capacidade de produzir quase 3 bilhões de doses de vacina contra o coronavírus por ano.

Ao todo, o país registrou 33,5 milhões de casos e 445 mil mortes por causa da Covid-19. Com a vacinação o número de casos positivos e óbitos têm diminuído. Nas últimas 24 horas, 30.256 pessoas contraíram a doença e 295 morreram devido ao vírus.

Fonte: IG SAÚDE

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