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Reunião coordenada pela AMM para debater retorno das aulas na rede pública será nesta quarta-feira

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Prefeitos, secretários municipais de Educação e de Saúde vão se reunir nesta quarta-feira (21), às 15 horas, em videoconferência, para debater a viabilidade do retorno das aulas na rede pública com base em critérios sanitários de controle da pandemia e infraestrutura das escolas para receber alunos e professores. A reunião será realizada pela Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM em parceria com a  União dos Dirigentes Municipais de Educação-Undime e o Conselho dos Secretários Municipais de Saúde-Cosems, com a participação do Ministério Público Estadual. A meta é levantar quantos municípios  já estão preparados para retomar as atividades escolares no dia 3 de agosto de forma segura e as localidades que ainda não têm condições de retomar as atividades.

A medida foi definida na última quarta-feira durante a reunião também por videoconferência, com os gestores  municipais, representantes da Secretaria de Estado de Educação, Ministério Público Estadual,  Tribunal de Contas, Undime, Cosems, Sintep e Assembleia Legislativa. Na ocasião 280 pessoas participaram do debate on-line. A maioria dos participantes defendeu o retorno das aulas, considerando a redução no número de casos e óbitos pela covid-19, a crescente evasão escolar e os prejuízos pedagógicos provocados pela paralisação de quase um ano e meio das atividades escolares.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, ressaltou a importância da reunião desta quarta-feira, com a participação dos prefeitos e dos secretários municipais de Saúde e de Educação. “Quero reforçar a necessidade de discutir a questão. Vamos saber quais as ações que estão sendo tomadas para o retorno das atividades. Quais os municípios que tem mais dificuldades, os que não tem condições de retomar ás aulas e de que forma vamos ajuda-los”, observou Fraga.

Diante de uma consulta pela equipe técnica da AMM, muitos municípios já fizeram adaptação das escolas de forma segura para receber os alunos e os professores. “Defendemos também um retorno simultâneo com o governo do estado para otimizar o serviço do transporte escolar, que atende alunos das redes estadual e municipal de forma compartilhada”, disse ele, destacando que é muito importante que o retorno seja amplamente debatido com as instituições que representam o setor educacional e a área de Saúde.

Com os dados, será possível traçar um diagnóstico da situação nos municípios, com base nas informações dos gestores e dos secretários municipais, além de reforçar a adoção das medidas de biossegurança recomendadas pelas autoridades em Saúde, como o distanciamento em sala de aula, nos intervalos, no transporte escolar, como também a adequação dos prédios escolares, com ventilação e outras providências.

O presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso-Cosems, Marco Noberto Felipe, afirmou que é totalmente favorável à volta das aulas, pois as taxas da UTIs estão baixas. “Nós vacinamos praticamente 100% dos profissionais de educação. Sobre a vacinação da 2ª dose, temos que ter cautela aos prazos da aplicação. Só para lembrar que em agosto de 2020 já saiu uma portaria e recurso para compra de Epis para volta às aulas. Mais de 80% professores também já foram vacinados contra a gripe.   A vigilância sanitária também está preparada para auxiliar as escolas e Mato Grosso vai receber 180 mil doses nos próximos dias, ampliando ainda mais a imunização do estado”, explicou.

Na avaliação do presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT), Eduardo Ferreira, tão importante quanto a vacina é construir protocolos de biossegurança.  “Saliento que nós já estamos há um ano e seis meses sem aulas presenciais. Nós temos que garantir vida e a educação, e esse problema não vai ser resolvido apenas em poucos anos. É de nossa responsabilidade criar condições de acesso às salas de aulas, mas não defendemos datas e sim condições a esse retorno”, frisou.

Na última reunião, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, defendeu o retorno das aulas e lembrou que 27 municípios já voltaram na modalidade híbrida. Ele ressaltou que há evidências de que a escola é um ambiente seguro, com o cumprimento dos protocolos de segurança. Segundo Porto, no estado o calendário é 3 de agosto e as escolas estaduais estão prontas. “Temos equipes percorrendo as unidades escolares para verificar o cumprimento de medidas de biossegurança. Em vários municípios as escolas já adequaram os seus espaços. A Seduc está à disposição dos prefeitos para orientação, material e outras necessidades”, pontuou o secretário.

O promotor de Justiça, Miguel Slhessarenko Junior, relatou  na última reunião que a atividade escolar é a única que ainda não retornou neste contexto de pandemia. Ele ressaltou que o Brasil e recordista mundial de escolas fechadas e que a aula remota é uma medida excepcional. “75% dos alunos não estão mais tendo aproveitamento de forma virtual. Precisamos que cada um dos prefeitos e secretários de Educação organizem as redes escolares, definam os protocolos e realizem acompanhamento das condições epidemiológicas do município”, frisou, lembrando que desde o ano passado há protocolos aprovados, situações definidas e detalhadas para o retorno seguro das atividades.

Fonte: AMM

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Mato Grosso registra 483.466 casos e 12.669 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (26.07), 483.466 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 12.669 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.171 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 483.466 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 10.194 estão em isolamento domiciliar e 459.024 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 344 internações em UTIs públicas e 316 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 63% para UTIs adulto e em 37% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (98.394), Rondonópolis (34.321), Várzea Grande (32.364), Sinop (23.339), Sorriso (16.937), Tangará da Serra (16.604), Lucas do Rio Verde (14.482), Primavera do Leste (12.699), Cáceres (10.527) e Barra do Garças (9.717).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 373.911 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 655 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No domingo (25.07), o Governo Federal confirmou o total de 19.688.663 casos da Covid-19 no Brasil e 549.924 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 19.670.534 casos da Covid-19 no Brasil e 549.448 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta segunda-feira (26.07).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: AMM

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AMM orienta prefeitos sobre a implantação do modelo de Escola Cívico-Militar

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Em comunicado enviado aos prefeitos, a Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM está orientando os gestores sobre a implantação do modelo de Escola Cívico-Militar – Pecim na modalidade autofomentada. Os procedimentos para a medida estão na Portaria Nº 532/2021, do ministério da Educação, que estabelece as normas para a execução do programa.  

A AMM esclarece que a modalidade de pactuação autofomentada de que trata a Portaria consiste no apoio técnico a ser prestado pelo Ministério da Educação – MEC às escolas públicas regulares estaduais, municipais e distritais participantes do Pecim que não recebam apoio financeiro e nem disponibilização de militares das Forças Armadas pelo Programa.

Para tanto será necessário que o prefeito ou secretário de educação formalize manifestação de interesse a qualquer momento. O Pecim será implantado por intermédio das seguintes ações: apoio técnico para a implantação e execução das Ecim; apoio à capacitação dos profissionais que atuarão nas Ecim, nas modalidades presencial e/ou a distância; monitoramento e avaliação e certificação.

O apoio do MEC na modalidade autofomentada se restringirá ao apoio técnico, ao monitoramento, à capacitação e à certificação, não havendo repasse de recursos e nem disponibilização de militares das forças. Os custos com remuneração dos militares, que atuarão nas escolas selecionadas serão de responsabilidade dos estados, dos municípios e do Distrito Federal.  

A AMM reforça a importância de avaliar cada política pública, sendo a da educação aquela que demanda por estudos e pesquisas necessárias para a definição de metodologia de ensino e permanência na escola.

Acesso do documento elaborado pela AMM

Fonte: AMM

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