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Covid-19: 5 meios de evitar infecção por coronavírus em ambientes fechados

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Covid: 5 meios de evitar infecção por coronavírus em ambientes fechados
David Shukman – Editor de Ciência da BBC News

Covid: 5 meios de evitar infecção por coronavírus em ambientes fechados

Sabemos que ambientes ventilados são primordiais para evitar o contágio por coronavírus.

Durante meses, pessoas ao redor do mundo foram orientadas a lavar as mãos e manter o distanciamento social para reduzir o número de infecções de covid-19.

Mas cientistas e engenheiros dizem também ser preciso pensar no ar que respiramos dentro de ambientes fechados, como nossas casas ou nossos locais de trabalho. Janelas abertas, quando possível, podem ser fundamentais para evitar o contágio, por exemplo.

Confira abaixo cinco recomendações sobre ambientes fechados.

Mulher negra no escritório com máscara

Getty Images
Se não há circulação de ar, risco de ser infectado por coronavírus aumenta consideravelmente

1: Evite locais abafados

Quando você entra em uma sala e tem a sensação de que o ar está “parado”, não há dúvida: algo está errado com a ventilação.

E, se não há circulação de ar, o risco de ser infectado pelo coronavírus aumenta consideravelmente.

Pesquisas recentes mostram que em espaços confinados pode haver “transmissão aérea” do vírus – com minúsculas partículas de vírus pairando no ar.

Portanto, se um lugar parecer abafado, dê meia-volta e saia, recomenda Hywel Davies, diretor técnico do Chartered Institution of Building Services Engineers, associação de engenheiros de serviços de construção sediada no Reino Unido.

Ele diz que é vital ter um fluxo de ar limpo.

“Se você tem alguém infectado em um prédio e há muita circulação de ar, todo o material infeccioso que está sendo liberado acaba diluído. Com isso, o risco de ser infectado é menor.”

Ar condicionado

Alamy
Ar condicionado é bem-vindo nos dias quentes, mas verifique tipo de aparelho que você tem

2: Verifique o ar condicionado

Dos escritórios às lojas, o ar condicionado é bem-vindo nos dias quentes – mas verifique o tipo de aparelho que você tem.

Os mais comuns funcionam da seguinte maneira: “sugam” o ar externo, resfriam o ambiente e, em seguida, eliminam o ar interno.

Em outras palavras, estão recirculando o ar.

Isso não é um problema por alguns minutos, mas pode se tornar um risco ao longo de algumas horas.

Um estudo que analisou um restaurante na China culpou esse tipo de ar-condicionado por espalhar o vírus.

Um cliente era “pré-sintomático” – em outras palavras, ele estava infectado com o coronavírus, mas não percebeu porque ainda não havia desenvolvido os sintomas.

Os cientistas calculam que ele liberou o vírus enquanto respirava e falava, e o patógeno acabou circulando pela sala por correntes de ar em redemoinho devido a ares-condicionados instalados na parede.

O resultado foi que outras nove pessoas foram infectadas.

Davies aponta novamente para a importância do ar fresco.

“Se houvesse um bom suprimento de ar externo, muito provavelmente menos pessoas seriam infectadas – se é que haveria alguma.”

Unidade de ar condicionado em telhado de prédio

Getty Images
“Quanto mais ar fresco, menor o risco de recirculação do vírus pelo prédio

3: Questione a ‘proporção de ar fresco’

Em um edifício moderno, com as janelas fechadas, como você pode ter acesso a ar fresco suficiente?

Normalmente, esses prédios têm um sistema de ventilação no qual o ar viciado é extraído das salas e canalizado para uma unidade de tratamento de ar, geralmente no telhado.

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Lá, o ar fresco pode ser sugado de fora e misturado com o antigo ar interno, antes de ser enviado de volta para o prédio.

Dado o risco de infecção por coronavírus, a recomendação dos especialistas é maximizar o suprimento fresco.

“Ter 100% de ar externo ou perto de 100% é uma coisa boa”, diz Catherine Noakes, professora de Engenharia Ambiental de Edifícios na Universidade de Leeds, na Inglaterra.

“Quanto mais ar fresco, menor o risco de recirculação do vírus pelo prédio.”

A desvantagem de operar 100% com ar fresco é o custo – o ar que entra precisa ser aquecido no inverno e resfriado no verão, o que requer mais energia, aumentando o valor da conta de luz.

4: Verifique os filtros de ventilação

Um sistema de ventilação moderno possui filtros, mas estes não são à prova de falhas.

Nos Estados Unidos, pesquisadores que analisaram um hospital no estado de Oregon descobriram que traços de coronavírus foram capturados pelos filtros, mas alguns acabaram escapando.

O professor Kevin van den Wymelenberg, que liderou o projeto, acredita que limpar os filtros pode revelar se há alguém infectado trabalhando em um edifício.

Na Coreia do Sul, um operador de telemarketing que trabalhava no 11º andar de um prédio infectou mais de 90 pessoas.

Se os filtros tivessem sido verificados com mais frequência, a presença do vírus poderia ter sido detectada antes.

O professor van den Wymelenberg diz que os dados dos filtros podem “nos mostrar onde e quando” combater infecções.

5: Cuidado com as correntes de ar

Homem branco olha através de janela de escritório

Getty Images
Ar fresco é chave para reduzir contágio pelo vírus

Fale com qualquer especialista na área e eles dirão que o ar fresco é a chave para reduzir o contágio pelo vírus.

Mas não é algo tão simples.

Nick Wirth costumava projetar carros de corrida de Fórmula 1 e agora aconselha supermercados e empresas de processamento de alimentos sobre como gerenciar o fluxo de ar para manter as pessoas seguras.

Ele demonstra preocupação com o fato de que, se alguém sentado ao lado de uma janela aberta estiver infectado com o coronavírus, poderá espalhá-lo para outras pessoas que estejam a favor do vento.

“Se você abrir uma janela, para onde vai o ar?”, pergunta ele. “Não queremos pessoas na linha direta desse fluxo de ar”.

“Mais ar fresco em geral é melhor, mas se estiver fluindo horizontalmente e cheio de vírus, pode ter consequências indesejadas.”

A professora Noakes concorda com o argumento, mas ressalva que os benefícios de muito ar fresco diluindo o vírus superam quaisquer riscos.

Uma janela aberta pode fazer com que mais pessoas entrem em contato com o vírus, mas em quantidades menores e menos arriscadas, na opinião dela.

Não é surpresa que haja divergências – estamos sempre aprendendo algo novo sobre o coronavírus.

Mas o ar que respiramos deve fazer parte de qualquer esforço para tornar os edifícios mais seguros.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde recomenda Pfizer a gestantes que tomaram 1ª dose da AstraZeneca

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Vacina de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Vacina de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (26) uma nova recomendação para a vacinação de gestantes e puérperas contra a covid-19. Aquelas que receberam a primeira dose da AstraZeneca poderão tomar a segunda dose de outro tipo de imunizante para completar o ciclo vacinal.  A preferência é que essa nova aplicação seja da vacina da Pfizer/BioNTech.

Leia também:  Esquema misto com AstraZeneca e Pfizer produz melhor resposta imunológica

A recomendação, até agora, era que mulheres nesse grupo esperassem o fim do puerpério para a tomar a segunda dose. Essa orientação foi dada após a morte de uma gestante no Rio de Janeiro,  cujo falecimento teria relação com o fato de ter sido tomada a primeira dose da vacina AstraZeneca.

“O Ministério da Saúde recomendou a interrupção. E, como sabemos, com o aumento da morbidade neste grupo, retomamos a vacinação e, hoje, apresentaremos a modificação”, explicou a secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite.

Ela destacou, contudo, que essa situação é excepcional. Nos demais casos, a aplicação de doses diferentes em uma pessoa (chamada tecnicamente de intercambialidade) deve ser tratada como erro.

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“Não é permitida a intercambialidade nos casos normais. Ainda é considerado erro de vacinação. E, quando isso ocorrer, deve ser tratado como erro vacinal e registrado no e-SUS [sistema de dados do Sistema Único de Saúde]”, disse a secretária.

Para as grávidas e puérperas que ainda não se vacinaram, segue a orientação para que tenham a aplicação de doses sem o vetor viral, como CoronaVac ou Pfizer.

Terceira dose

Na entrevista coletiva onde foi apresentada a nova orientação, a secretária responsável pelo enfrentamento à covid-19 afirmou que a pasta não recomenda a aplicação de uma terceira dose, mas que o assunto está sendo discutido.

“Essas tratativas são motivos de estudos e análises nas câmaras técnicas. Estamos planejando a vacinação do próximo ano. Isso será motivo de um fórum para que possamos debater quais serão os esquemas para o próximo ano”, informou.

Perguntada sobre o crescimento de casos da variante delta do coronavírus, Rosane Leite classificou esta como “a maior preocupação do ministério no momento”. Ela lembrou que o Programa Nacional de Imunizações reforçou a vacinação em faixas e linhas de fronteira, como forma de tentar evitar que novos casos entrem por países vizinhos.

A secretária reforçou que a vacinação com a primeira dose é uma estratégia fundamental para combater a disseminação do vírus e para evitar que as pessoas tenham quadros evoluindo para situações graves ou para mortes.

Rosana Leite disse que a previsão da pasta para agosto é receber 63 milhões de doses. Diante da chegada de mais remessas, o ministério também avalia a possibilidade de redução do intervalo entre a primeira e segunda dose.

Fonte: IG SAÚDE

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Suspeitos de matar soldado são identificados; caçada continua aos assassinos

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A Polícia Militar identificou no inÍcio da tarde desta segunda-feira (26), como sendo Alan Parick Shuller, de 27 anos, e Wesdra Victor Galvão de Souzade, 29 anos, os suspeitos pela morte do policial militar, Roberto Rodrigues de Souza, de 31 anos. O soldado foi brutalmente espancado durante essa madrugada, na conveniência “Espaço Vip”, localizada na Mário Andreazza, em Várzea Grande. Ele morreu no Pronto-Socorro Municipal logo após dar entrada no box de emergência.

Apesar de identificados, ambos os suspeitos continuam sendo procurados. A identidade das duas mulheres que estavam com eles no momento da confusão, ainda foi divulgada.

Imagens do circuito interno do estabelecimento registraram toda a agressão sofrida pelo PM, que foi socorrido, mas morreu pouco tempo depois. O carro utilizado pelos suspeitos, um gol de cor preta, também está sendo procurado.

Após espancar a vítima com chutes, socos e cadeiradas, os homens e duas mulheres entraram num veículo Gol de modelo antigo e fugiram. Um segundo carro que aparece nas imagens, aparentemente, amigos que estão acompanhando os criminosos, também está sendo procurado, a fim de contribuir na localização dos suspeitos.

Um dos suspeitos possui passagens criminais por crimes de tráfico, roubo e já havia sido preso por sequestro em ocasião anterior. A Polícia Civil ainda não confirmou o envolvimento dos suspeitos na morte do policial militar. Por enquanto, ambos são considerados suspeitos.

O soldado Rodrigues ingressou na Polícia Militar em novembro do ano de 2015 e estava lotado no 2º Comando Regional de Várzea Grande. Ele chegou a trabalhar no Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão e atualmente trabalhava no Núcleo de Polícia Militar de Acorizal (62 km de Cuiabá).

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