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Mais de 40% do público-alvo já recebeu a primeira dose da vacina Covid-19

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O Brasil já aplicou a primeira dose da vacina Covid-19 em mais de 40% do público-alvo. São 64 milhões de brasileiros que receberam a primeira dose do ciclo vacinal para o enfrentamento da pandemia no país. O Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO) do Ministério da Saúde contempla uma população vacinável de 160 milhões, isto é, toda a população acima de 18 anos.

Entre os brasileiros que receberam a primeira dose, mais de 24,3 milhões já concluíram o esquema vacinal com a dose dois do imunizante. Ao todo, o Brasil já aplicou mais de 88 milhões de doses da vacina Covid-19.

“Nós estamos trabalhando para vacinar toda a população adulta do Brasil com a primeira dose da vacina Covid-19 até setembro deste ano. São doses de esperança para a população brasileira”, afirma o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 123,2 milhões de doses de diferentes laboratórios contratados para estados e Distrito Federal desde o início da campanha de vacinação, em janeiro. Entre os imunizantes distribuídos, foram cerca de 50 milhões da Coronavac/Butantan, mais de 56 milhões da AstraZeneca/Fiocruz e mais de 8,3 milhões da Pfizer/BioNTech.

As vacinas são destinadas à continuidade da vacinação de grupos prioritários, como pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, profissionais do ensino básico, além de trabalhadores do transporte aéreo e agentes das forças de segurança e salvamento, Forças Armadas, população ribeirinha, profissionais de saúde e pessoas acima de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência.

Os dados estão no painel de vacinação do Localiza SUS, plataforma do Ministério da Saúde que apresenta todo o andamento da campanha de vacinação contra a Covid-19 no País. As informações são atualizadas até 21 horas de 21 de junho de 2021.

MAIS VACINAS

Somente no mês de junho serão recebidas mais de 38 milhões de vacinas. Em julho, a previsão chega a 42 milhões de imunizantes. Ao todo, já foram encomendadas pela pasta mais de 660 milhões de doses até o fim deste ano, número suficiente para imunizar toda a população brasileira.

Fonte: AMM

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Marco Legal do Saneamento Básico e a regionalização dos resíduos sólidos estão debate na AMM

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Nesta quinta-feira, 29 de julho, no auditório da AMM, o tema sobre os desafios para regionalização e sustentabilidade dos serviços de resíduos sólidos estão em debate. O evento conta com a participação do Secretário Nacional de Saneamento do Ministério do Desenvolvimento Regional, Pedro Maranhão, com o Coordenador de Articulação Institucional da Secretaria Nacional do Saneamento do Ministério, Jamaci Avelino Júnior e o Secretário Nacional de Qualidade Ambiental do Meio Ambiente, André Luiz Felisberto França e a mensagem do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O assunto é de grande relevância para os municípios, considerando que a prestação regionalizada dos serviços, estabelecida pelo Marco Legal do Saneamento Básico, instituído pela Lei 14.026. A legislação possibilita a universalização dos serviços de saneamento básico, tendo como principais diretrizes a uniformização regulatória do setor e a prestação regionalizada dos serviços para garantir a sustentabilidade econômico-financeira, respeitando a autonomia dos municípios.

A não adesão dos municípios, pode impedir o acesso a recursos federais para ampliação e melhoria das condições do saneamento básico. O Marco apresenta as diretrizes para o saneamento, dispondo sobre regras para alocação de recursos  federais, bem como sobre os financiamentos e as responsabilidades dos municípios na regulamentação da referida legislação.

É de suma importância a participação de prefeitos e técnicos das prefeituras neste debate estratégico para as gestões municipais. Aqui os especialistas, irão esclarecer dúvidas e apontar caminhos para a regionalização e sustentabilidade dos resíduos sólidos, vão apresentar as diretrizes para o saneamento

As dificuldades enfrentadas por todos os prefeitos e prefeitas nos municípios refletem em várias situações. São muitos desafios dos gestores que convivem com  a cobrança do Ministério Público, das entidades ambientalistas, dos órgãos públicos e principalmente da população que vive nos municípios.

Fonte: AMM

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Marco Legal do Saneamento Básico e a regionalização dos resíduos sólidos em debate nesta quinta-feira na AMM

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Nesta quinta-feira, 29 de julho, no auditório da AMM, o tema sobre os desafios para regionalização e sustentabilidade dos serviços de resíduos sólidos estão em debate. O evento conta com a participação do Secretário Nacional de Saneamento do Ministério do Desenvolvimento Regional, Pedro Maranhão, com o Coordenador de Articulação Institucional da Secretaria Nacional do Saneamento do Ministério, Jamaci Avelino Júnior e o Secretário Nacional de Qualidade Ambiental do Meio Ambiente, André Luiz Felisberto França e a mensagem do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O assunto é de grande relevância para os municípios, considerando que a prestação regionalizada dos serviços, estabelecida pelo Marco Legal do Saneamento Básico, instituído pela Lei 14.026. A legislação possibilita a universalização dos serviços de saneamento básico, tendo como principais diretrizes a uniformização regulatória do setor e a prestação regionalizada dos serviços para garantir a sustentabilidade econômico-financeira, respeitando a autonomia dos municípios.

A não adesão dos municípios, pode impedir o acesso a recursos federais para ampliação e melhoria das condições do saneamento básico. O Marco apresenta as diretrizes para o saneamento, dispondo sobre regras para alocação de recursos  federais, bem como sobre os financiamentos e as responsabilidades dos municípios na regulamentação da referida legislação.

É de suma importância a participação de prefeitos e técnicos das prefeituras neste debate estratégico para as gestões municipais. Aqui os especialistas, irão esclarecer dúvidas e apontar caminhos para a regionalização e sustentabilidade dos resíduos sólidos, vão apresentar as diretrizes para o saneamento

As dificuldades enfrentadas por todos os prefeitos e prefeitas nos municípios refletem em várias situações. São muitos desafios dos gestores que convivem com  a cobrança do Ministério Público, das entidades ambientalistas, dos órgãos públicos e principalmente da população que vive nos municípios.

Fonte: AMM

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