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10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina

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10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina
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10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina

Alguns hábitos são passados de mãe para filha e acabam se perpetuando durante muito tempo; outros, por sua vez, são difundidos através das mídias, como filmes e redes sociais, e passam, assim, a fazer parte do cotidiano de algumas pessoas. No entanto, isso não quer dizer que sejam corretos ou saudáveis.

Portanto, é preciso ter bastante atenção nos vícios presentes na nossa rotina, especialmente quando falamos sobre saúde íntima , já que certas práticas e produtos podem vir a afetar a região vaginal, causando infecções e interferindo até mesmo no prazer sexual .

Assim, para ajudar você a manter a vagina sempre saudável e bem cuidada, confira abaixo as recomendações das ginecologistas Mariana Betioli, fundadora da Inciclo, e Evelyn Prete sobre 10 itens que devem ficar bem longe da sua região íntima !

1 – Sabonetes

De acordo com Betioli, não devemos lavar a vagina com sabonetes comuns, pois assim evitamos irritações e não desequilibramos o pH vaginal. “Algo fundamental para ajudar na saúde íntima é limpar a região do jeito certo. Só que a limpeza nunca deve ser feita na parte interna”, afirma a médica.

Ela explica que a vagina é autolimpante. Portanto, o ideal é levar somente a vulva, ou seja, a área externa; quanto à parte interna, ela diz: “Só com água e os dedos, já é possível limpar bem entre os lábios internos e externos”.

Betioli ainda observa que, caso a pessoa queira, o sabonete deve ser usado em pouca quantidade somente na vulva e no chamado monte de vênus, onde nascem os pelos da região. Mas atenção: após a limpeza, é importante enxaguar e secar muito bem a área. Além disso, ela ainda orienta para o uso de sabonetes neutros: “Aqueles de glicerina ou feitos para os bebês são os mais indicados”.

2 – Duchas

Ainda que seja essencial higienizar a região íntima, a limpeza não deve ser feita em excesso ou de forma agressiva. A fundadora da Inciclo explica que as duchas vaginais, por exemplo, retiram a proteção da vagina. “Ao fazer a ducha, desequilibramos a flora vaginal e ainda levamos bactérias da vulva para dentro da vagina, favorecendo o surgimento de vários problemas de saúde”, aponta.

Para ela, esse tipo de prática tem a ver com o mito de que a vagina tem um cheiro ruim e, portanto, precisa ser lavada a todo momento.

“A vagina é constantemente associada ao odor de peixe. Não é coincidência você ir na farmácia e ter uma prateleira cheia de produtos de higiene íntima feminina, com aroma de flores e doces. Não existe nada parecido para a higiene íntima dos homens porque é algo culturalmente enraizado”, afirma a médica. No entanto, ela argumenta que apesar da região ter, sim, um odor particular, ele é totalmente normal.

Caso esse odor seja muito forte e acompanhado de coceira ou ardor, ou então haja a ocorrência de corrimentos, Betioli recomenda ter atenção e procurar ajuda de um especialista.

3 – Secar a urina de trás para frente

Prete comenta que desde muito cedo as meninas se acostumam a secar a região íntima no sentido equivocado, de trás para frente.

Assim, a ginecologista ensina que o correto é sempre usar o papel higiênico de frente para trás, ou seja, no sentido da vagina para o ânus. “O contato do papel com a região do ânus pode trazer bactérias intestinais para a região da vagina, levando a infecções e desequilíbrio da flora vaginal”, esclarece Prete.

4 – Calcinhas de tecido sintético

Renda, elastano, lycra e microfibra estão entre os materiais mais usados na fabricação de roupas íntimas. Mas atenção: nem todos são grandes aliados da sua vagina! Por abafarem a região, os tecidos sintéticos podem ser bastante prejudiciais à saúde íntima.

“É importante manter a vulva arejada. Portanto, devemos evitar usar roupas apertadas, como calças jeans e se possível, preferir sempre calcinhas de algodão ou tecido respirável para ajudar na transpiração da região”, ressalta Betioli.

Para quem tem problemas maiores com umidade, dormir sem calcinha pode ser uma boa opção. Isso porque, de acordo com Betioli, “o hábito melhora a ventilação, evitando o acúmulo de fungos e o surgimento de casos de candidíase [infecção fúngica que tem como principais sintomas a coceira intensa e o corrimento], por exemplo.”

5 – Calças justas

Talvez, a geração Z não esteja tão errada em achar cringe usar calça skinny . Prete explica que, assim como ocorre com as calcinhas sintéticas, os modelos mais justos de calça também prejudicam a ventilação, a transpiração da região íntima e a manutenção da temperatura normal da genitália.

Além disso, a médica aponta que outro problema que esse tipo de calça pode gerar é o atrito, levando, assim, à formação de assaduras e ao escurecimento da região. “Dê preferência para tecidos leves e deixe para usar as calças mais justas e as jeans em dias que você for ficar um período curto fora de casa”, aconselha a ginecologista.

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6 – Absorventes descartáveis

Pois é! Está mais do que na hora de deixar de lado os absorventes descartáveis . Além de sustentáveis e econômicos a longo prazo, segundo Betioli, o coletor menstrual, o absorvente de pano e a calcinha absorvente são opções mais saudáveis para a região íntima.

“Os modelos mais populares do mercado – os absorventes descartáveis externo e interno – não são os mais indicados. O absorvente externo, assim como o protetor diário, possui camadas plásticas que não permitem a passagem de ar, criando um ambiente úmido e quente. Junto a isso, o sangue que fica em contato com a vulva começa a entrar em decomposição, o que também aumenta o risco de problemas”, afirma a responsável pela Inciclo.

Sobre os absorventes internos, a médica complementa dizendo que, quando inseridos no canal vaginal, esses produtos acabam sugando não só o sangue, mas também toda a umidade da vagina. Assim, o cenário torna-se favorável para a proliferação de bactérias indesejadas.

Para as curiosas de plantão, Betioli explica que o coletor menstrual é feito de silicone hipoalergênico, um material inerte e sem substâncias químicas, sendo, assim, benéfico para a saúde feminina, bem como os modelos de calcinhas absorventes e absorventes de pano que possuem tecidos respiráveis com tratamento antimicrobiano.

7 – Comida

Sexo com doces pode até ser divertido nos filmes e séries de televisão, mas, na vida real, as consequências da brincadeira podem não valer a pena. Sorvete, chantilly, leite condensado, chocolate, vegetais, legumes ou qualquer outra comida não devem ser introduzidos ou passados na vagina.

“Sabemos que durante a relação sexual, as pessoas buscam inúmeras formas de se estimular e tornar a transa diferente. Mas, ao usar alimentos que (certamente) não foram feitos para a prática, você cria um risco de contaminação. As consequências disso são diversas, como possíveis reações alérgicas e mais infecções vaginais”, afirma Betioli.

Além disso, Prete também faz um alerta para a alimentação em si. Isso porque maus hábitos alimentares podem, sim, levar a problemas vaginais recorrentes. Ela pondera que o consumo excessivo de gordura, carboidratos e açúcares, além dos alimentos industrializados, pode causar o aumento da produção de bactérias na vagina, culminando com infecções como a candidíase.

8 – Químicos em geral

Desodorantes, lenços umedecidos, hidratantes e lubrificantes cheios de químicos. Todos esses produtos, quando inseridos na vagina, podem causar irritações e até mesmo dermatite na região. Portanto, mantenha-os longe!

“A vulva é muito delicada e tem uma fina camada gordurosa protetora que o lenço umedecido, por exemplo, acaba removendo, o que pode ressecar, irritar, causar coceiras e corrimentos incomuns. Químicos, de forma geral, são inimigos de uma boa saúde íntima”, aconselha Betioli.

9 – Calcinha pendurada no banheiro

Apesar de ser bastante prático lavar a calcinha no banho e deixá-la pendurada no banheiro, especialmente dentro do box, o hábito não é recomendado.

Prete explica que, quando deixamos a calcinha no banheiro, estamos expondo a peça à umidade, fazendo com que, consequentemente, fungos se acumulem no tecido; afinal, o toalete está entre os cômodos mais úmidos da casa.

Outro ponto levantado pela médica é a própria descarga. Isso porque, ao ser acionada, faz com que bactérias se espalhem pelo ambiente, podendo, assim, contaminar o tecido da calcinha.

10 – Longos períodos com biquínis molhados

Tal como deixar a calcinha secando no banheiro não é uma boa ideia por conta da umidade e de bactérias, ficar com o biquíni molhado por um longo intervalo de tempo também não é legal.

A peça úmida em contato direto com a região vaginal contribui para a proliferação de fungos, podendo causar candidíase. “Sempre que puder, ao sair da piscina ou da praia, troque o biquíni molhado por peças secas, para preservar sua saúde íntima”, aconselha a Prete.

A importância do autoconhecimento

Por fim, Betioli afirma ser fundamental conhecer o seu próprio corpo, pois assim será possível observar padrões e perceber quando algo não vai bem. “A saúde da mulher como um todo ainda é rodeada de tabus, e é necessário desconstruir isso. Não deixe de se consultar com uma ginecologista de confiança, fazer exames regulares e acompanhar de perto a sua saúde íntima”, conclui a especialista.

Fontes : Mariana Betioli, fundadora da marca de coletores menstruais Inciclo , é obstetriz, especialista em gravidez, parto e maternidade; Evelyn Prete, ginecologista e obstetra, com especialização em Medicina Fetal em andamento.

Fonte: IG Mulher

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Desmistificando a ovulação: tudo o que você precisa saber sobre essa fase do ciclo!

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Desmistificando a ovulação: tudo o que você precisa saber sobre essa fase do ciclo!
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Desmistificando a ovulação: tudo o que você precisa saber sobre essa fase do ciclo!

Se você já ouviu falar ou é adepta ao método da tabelinha, provavelmente conhece o período do ciclo menstrual chamado ovulação. É nessa etapa que o óvulo é liberado pelo ovário e está pronto para ser fecundado pelo espermatozoide, resultando na gravidez.

Dessa forma, saber o dia em que a ovulação ocorre pode ser a chave para aquelas que desejam engravidar e maior proteção para quem não quer uma gestação. No entanto, não há uma data padrão, dado que a duração dos ciclos é individual e varia de uma mulher para a outra.

Então, como fazer essa conta? Normalmente, os ciclos costumam durar de 25 a 35 dias, portanto, o previsto é que a ovulação ocorra entre 12 a 16 dias antes da próxima menstruação, aproximadamente, na metade do ciclo. Mas, como é difícil falar de regras quando o assunto é organismo, vale lembrar ainda que alguns fatores podem tornar a ovulação precoce ou tardia, como estresse e uso de medicamentos, pois alteram o processo hormonal.

Visando entender melhor esse processo fundamental para a gestação, respondemos as principais dúvidas sobre o assunto com a colaboração do especialista em reprodução humana Nilo Frantz. Confira!

Alto Astral: Qual a diferença entre período fértil e ovulação?

Nilo Frantz: É importante esclarecer que não são a mesma coisa. A ovulação é o dia em que o óvulo maduro é liberado do ovário, estando pronto para ser fecundado. Já o período fértil engloba os dias que precedem e sucedem à ovulação. Isso porque, após liberado, o óvulo só sobrevive 24 horas no organismo da mulher, enquanto os espermatozoides podem durar de 3 a 5 dias no trato genital feminino. Logo, é considerado período fértil dos três dias antes até três dias depois da ovulação.

AA: A ovulação apresenta sintomas?

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NF: Ela pode gerar alguns sintomas, sim, como alteração no muco cervical, tornando-o mais transparente e elástico, aumento da sensibilidade dos seios e da temperatura corporal. Porém, é importante esclarecer que esses sinais passam despercebidos pela maioria das mulheres, o que dificulta saber o período exato da ovulação, então, o melhor é fazer os cálculos. Além disso, vale lembrar que mulheres que tomam anticoncepcionais orais não ovulam.

AA: É comum sentir dor neste período?

NF: Existem mulheres que sentem uma pontada de dor quando ovulam, mas muitas acabam não apresentando esse sintoma. Se a dor for intensa e constante, permanecendo por mais de um dia, pode ser sinal de endometriose, mioma, cistos, entre outros males que acometem a região pélvica. Nesse caso, é importante a consulta com um ginecologista.

AA: O que acontece depois da ovulação?

NF: Se o óvulo for fecundado, pode se implantar com sucesso no revestimento do útero, o que geralmente ocorre cerca de uma semana após a fertilização. A partir daí, o corpo começa a produzir o hormônio da gravidez, Gonadotrofina coriônica humana (hCG). Entretanto, se o óvulo não for fecundado, os níveis de estrogênio e progesterona diminuirão e o revestimento espesso do útero começa a se decompor. Assim, se dá a menstruação e o início do próximo ciclo menstrual.

Fonte: Nilo Frantz, médico ginecologista e obstetra, especialista em reprodução humana e Membro da ASRM (American Society for Reproductive Medicine).

Fonte: IG Mulher

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Tóquio 2020: 3 momentos dos uniformes femininos nos Jogos Olímpicos

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Tóquio 2020: 3 momentos dos uniformes femininos nos Jogos Olímpicos
Reprodução: Alto Astral

Tóquio 2020: 3 momentos dos uniformes femininos nos Jogos Olímpicos

Evento antigo, as Olimpíadas retornaram ao Japão após quase 60 anos. E, apesar dos Jogos de Tóquio terem começado a menos de uma semana, já deram (e muito) o que falar!

Isso porque, na última quinta-feira (22), pouco antes da abertura dos Jogos, a equipe feminina de handebol de areia da Noruega foi punida em 1.500 euros pela Federação Europeia de Handebol por se recusar a usar biquínis como uniforme. Com a postura, além de chamarem a atenção para a sexualização dos corpos femininos, as jogadoras também levantaram a questão sobre como as vestimentas esportivas de homens e mulheres são encaradas pela sociedade.

Segundo as regras dos Jogos, as atletas devem competir com o “uniforme pré-estabelecido”, no caso do handebol de areia, o biquíni, e não o shorts – saída proposta pelas norueguesas para evitar exposição excessiva. Assim, diferentemente de seus colegas do sexo masculino, que quase nunca estão sob os holofotes por conta de vestimentas, as mulheres enfrentam quase diariamente regras e imposições que visam controlar seus corpos, muitas vezes buscando angariar atenção através da hipersexualização.

Em entrevista para a revista Trip, em 2020, Carol Solberg, jogadora de vôlei de praia, contou que, apesar de gostar de jogar de biquíni, a situação pode vir a ser desagradavel uma vez que ela mesma já foi vítima de fotógrafos cujo objetivo eram fotos de conotação sexual. A jogadora também levantou a questão do clima, nem sempre favorável às peças de praia.

“Muitas vezes a gente joga em lugares tipo a Noruega, e entra uma frente fria que é um gelo. E aí e rola esse assunto: “Mas vai jogar de roupa? É ruim para a televisão!”. Por que? É triste pensar que um esporte está ligado à pessoa ligar a televisão e ver um monte de mulher de biquíni, não é esse o jogo”, revelou Carol à Trip.

Logo, para além de ser ou não permitido jogar de biquíni, saia ou calça, é necessário que as pessoas mudem suas percepções sobre o esporte e que as mulheres tenham, sim, o direito de competir com roupas que sejam confortáveis para elas e de forma que não sejam objetificadas.

Desse modo, confira 3 momentos distintos dos uniformes femininos nas Olimpíadas!

Vestido comprido e gola alta

charlotte_cooper
Charlotte Cooper foi pioneira nas Olimpíadas! / Reprodução

Na época em que as mulheres participavam somente das provas de golfe, tênis, hipismo, vela e croqué – esportes considerados belos e sem a necessidade de muito esforço físico – a inglesa Charlotte Cooper consagrou-se como a primeira mulher a levar para casa uma medalha de ouro em uma Olimpíada.

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Durante os Jogos da França, de 1900, os trajes femininos consistiam em longos vestidos de gola fechada, passando bem longe das saias curtas que, hoje, não saem das quadras!

Saias no box?

Alguns meses antes dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, a Aiba (Associação Internacional de Boxe Amador) cogitou incluir a saia como uniforme oficial do boxe feminino.

Diversas pugilistas mostraram-se contrárias à ideia, alegando que a recomendação “não tem nada a ver com o esporte e só serve para reforçar estereótipos de gênero e a subjugação das mulheres. A ideia de que as pugilistas devem usar saias reduz essas atletas a objetos sexuais”, como dizia petição encabeçada pela boxeadora canadense Elizabeth Plank.

Vale mencionar ainda que somente em 2012 as mulheres foram incluídas no boxe Olímpico – 108 anos depois dos homens!

Não ao collant!

ginastas alemãs
As ginastas alemãs aderiram à roupas menos cavadas nos Jogos de Tóquio. / Reprodução – Instagram (@__kim.bui_)

Pela primeira vez na história, as atletas femininas da ginástica artística da Alemanha se apresentaram no treino de pódio, realizado na última quinta-feira (22), vestindo macacões que cobrem as pernas até a altura dos tornozelos.

Apesar do chamado full-body suit não ser proibido na ginástica, as alemãs romperam padrões ao deixarem de lado os tradicionais collants que expõe grande parte dos corpos das ginastas por serem muito cavados.

Para o UOL Esporte, a ginasta Pauline Schäfer disse: “Temos a ideia de que cada ginasta deve estar confortável com as roupas que usa, e por isso criamos essa vestimenta. É muito importante que cada mulher use aquilo que ela quiser”.

Fonte: IG Mulher

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