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TikTok e WeChat deixam de ser proibidos pelo governo dos EUA

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A bigtech pode ultrapassar Facebook, dizem especialistas
Divulgação / TikTok

A bigtech pode ultrapassar Facebook, dizem especialistas


O Departamento de Comércio dos Estados Unidos anunciou, nesta segunda-feira (21), a revogação de uma lista publicada em setembro que proibia transações com TikTok e WeChat .

A medida ocorre após o presidente Joe Biden revogar, no começo deste mês, várias ordens executivas do ex-presidente Donald Trump , que buscavam proibir novos downloads dos aplicativos do WeChat e do TikTok, de donos chineses, e ordenar uma revisão pelo Departamento de Comércio das questões de segurança apresentadas por esses aplicativos e outras.


O Departamento de Comércio durante o governo Trump também tentou banir o WeChat nos EUA e restrições semelhantes que teriam barrado o uso do TikTok.

O decreto de Biden instruiu o Departamento de Comércio a monitorar aplicativos como o TikTok que possam afetar a segurança nacional, bem como a fazer recomendações dentro de 120 dias para proteger os dados dos EUA adquiridos ou acessíveis por empresas controladas por adversários estrangeiros.

Ameaça

Em agosto de 2020, sob alegação de segurança nacional, Trump baixou um decreto que proibia qualquer americano residente nos EUA ou empresa no país a fazer negócios com os donos dos apps.

Chegou a dar um prazo de 90 dias para que a ByteDance, dona do TikTok, se desfizesse de suas operações nos EUA. Trump chegou a declarar apoio à compra das operações do TikTok nos EUA pela Microsoft, desde que o governo americano recebesse um percentual do valor do negócio.

Na prática, a decisão bania dois populares aplicativos nos EUA. O WeChat, uma plataforma com mais de 1 bilhão de usuários, é usado para comunicação, pagar contas e até chamar um táxi.

É também o canal usado por empresas para fazer negócios com companhias chinesas, já que o WhatsApp não é permitido no país asiático.

Segundo os EUA, segundo o governo, a Tencent, dona do WeChat, mantém laços com o Partido Comunista Chinês, que poderia usar o aplicativo para disseminar propaganda, rastrear usuários e roubar informações pessoais e privadas.

Em setembro do ano passado, liminar concedida pela juíza Laurel Beeler suspendeu o banimento do WeChat das lojas de aplicativos nos EUA.

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Google bane apps para encontrar um “sugar daddy” do Android

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Google bane apps
Unsplash/Kai Wenzel

Google bane apps

O Google vai proibir, a partir do dia 1º de setembro, que aplicativos para encontrar “sugar daddies” estejam na Google Play Store, a loja oficial do Android. Isso acontece porque a gigante de tecnologia está mudando suas regras e vai impedir qualquer tipo de app relacionado a “relações sexuais compensadas”.

O termo “sugar daddy”  é usado para definir relacionamentos nos quais indivíduos mais velhos e ricos dão presentes caros para parceiros mais jovens. Na Play Store, diversos aplicativos existem para dar um “match” entre os dois tipos de pessoas.

De acordo com o Android Police, nenhum desses aplicativos explicitamente diz que que os homens mais velhos devem recompensar as parceiras mais jovens financeiramente, mas a riqueza dos “daddies” é enfatizada.

Atualmente, a Play Store proíbe aplicativos que promovam “serviços que podem ser interpretados como fornecimento de atos sexuais em troca de compensação”. Agora, os novos termos alteram a redação, ampliando a definição para incluir explicitamente apps de “namoro compensado ou acordos sexuais em que se espera ou implique que um participante forneça dinheiro, presentes ou apoio financeiro a outro participante (‘sugar dating’)”.

O Google não diz o motivo pelo qual os aplicativos estão sendo banidos agora. Desde 2018, porém, os Estados Unidos passaram a punir empresas de tecnologia que “promovem ou facilitam a prostituição”.

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Xiaomi desenvolve pulseira inteligente com tela flexível

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Xiaomi Mi Band 6
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Xiaomi Mi Band 6

A Xiaomi está trabalhando em uma nova pulseira inteligente, chamada Mi Band X, de acordo com vazamentos vindos da China. Os rumores afirmam que a pulseira terá uma tela OLED flexível.

O nome Mi Band X tende a ser apenas provisório, representando as próximas gerações da Mi Band. Entre a Mi Band 5 e a Mi Band 6 , a Xiaomi não fez grandes avançoes tecnológicos, mas a tela flexível seria um grande salto.

A nova pulseira inteligente deve chegar ao mercado com design fino e tela flexível em 360 graus. Assim, a própria tela cobriria todo o pulso do usuário, sem a necessidade de haver uma pulseira, de fato, acompanhando a tela.

Vale lembrar que as informações são um vazamento e, portanto, o lançamento da Mi Band X pode, ou não, acontecer. Ainda não foram divulgados planos da Xiaomi para quando a novidade deve chegar ao mercado.

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