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Sol em Câncer: momento de autoacolhimento

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João Bidu

Sol em Câncer: momento de autoacolhimento
Lúcia Agostinho

Sol em Câncer: momento de autoacolhimento

Quando o Sol entra em um signo, significa que a força daquele signo estará presente em todos nós, enquanto o Sol estiver naquele signo.

Câncer é o signo do afeto, do cuidado, do nutrir. Ao longo destes dias de Sol em Câncer, poderemos perceber com maior clareza aquilo que realmente nutre a nossa alma. E também como estamos nutrindo aquilo e quem amamos.

É momento de olhar pra nossa casa, seja nossa casa interior ou nosso lar, e perceber como podemos nos sentir mais à vontade. Quais mudanças podem ser feitas pra que você se sinta confortável com sua casa interior e com seu lar?

Câncer também é o signo que aborda questões passadas, nosso passado, nossa infância. Então podemos estar mais nostálgicas ao longo destes próximos dias, lembrando do que aconteceu anteriormente. Mas é importante que lembremos do passado com amor, e não com ressentimentos e mágoas.

É hora de autoacolhimento e de acolher tudo aquilo que é importante pra você.

Você viu?

Texto: Lucia Agostinho – astróloga

Instagram: @lucia_agostinho

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Fonte: IG Mulher

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Desmistificando a ovulação: tudo o que você precisa saber sobre essa fase do ciclo!

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Desmistificando a ovulação: tudo o que você precisa saber sobre essa fase do ciclo!
Reprodução: Alto Astral

Desmistificando a ovulação: tudo o que você precisa saber sobre essa fase do ciclo!

Se você já ouviu falar ou é adepta ao método da tabelinha, provavelmente conhece o período do ciclo menstrual chamado ovulação. É nessa etapa que o óvulo é liberado pelo ovário e está pronto para ser fecundado pelo espermatozoide, resultando na gravidez.

Dessa forma, saber o dia em que a ovulação ocorre pode ser a chave para aquelas que desejam engravidar e maior proteção para quem não quer uma gestação. No entanto, não há uma data padrão, dado que a duração dos ciclos é individual e varia de uma mulher para a outra.

Então, como fazer essa conta? Normalmente, os ciclos costumam durar de 25 a 35 dias, portanto, o previsto é que a ovulação ocorra entre 12 a 16 dias antes da próxima menstruação, aproximadamente, na metade do ciclo. Mas, como é difícil falar de regras quando o assunto é organismo, vale lembrar ainda que alguns fatores podem tornar a ovulação precoce ou tardia, como estresse e uso de medicamentos, pois alteram o processo hormonal.

Visando entender melhor esse processo fundamental para a gestação, respondemos as principais dúvidas sobre o assunto com a colaboração do especialista em reprodução humana Nilo Frantz. Confira!

Alto Astral: Qual a diferença entre período fértil e ovulação?

Nilo Frantz: É importante esclarecer que não são a mesma coisa. A ovulação é o dia em que o óvulo maduro é liberado do ovário, estando pronto para ser fecundado. Já o período fértil engloba os dias que precedem e sucedem à ovulação. Isso porque, após liberado, o óvulo só sobrevive 24 horas no organismo da mulher, enquanto os espermatozoides podem durar de 3 a 5 dias no trato genital feminino. Logo, é considerado período fértil dos três dias antes até três dias depois da ovulação.

AA: A ovulação apresenta sintomas?

Você viu?

NF: Ela pode gerar alguns sintomas, sim, como alteração no muco cervical, tornando-o mais transparente e elástico, aumento da sensibilidade dos seios e da temperatura corporal. Porém, é importante esclarecer que esses sinais passam despercebidos pela maioria das mulheres, o que dificulta saber o período exato da ovulação, então, o melhor é fazer os cálculos. Além disso, vale lembrar que mulheres que tomam anticoncepcionais orais não ovulam.

AA: É comum sentir dor neste período?

NF: Existem mulheres que sentem uma pontada de dor quando ovulam, mas muitas acabam não apresentando esse sintoma. Se a dor for intensa e constante, permanecendo por mais de um dia, pode ser sinal de endometriose, mioma, cistos, entre outros males que acometem a região pélvica. Nesse caso, é importante a consulta com um ginecologista.

AA: O que acontece depois da ovulação?

NF: Se o óvulo for fecundado, pode se implantar com sucesso no revestimento do útero, o que geralmente ocorre cerca de uma semana após a fertilização. A partir daí, o corpo começa a produzir o hormônio da gravidez, Gonadotrofina coriônica humana (hCG). Entretanto, se o óvulo não for fecundado, os níveis de estrogênio e progesterona diminuirão e o revestimento espesso do útero começa a se decompor. Assim, se dá a menstruação e o início do próximo ciclo menstrual.

Fonte: Nilo Frantz, médico ginecologista e obstetra, especialista em reprodução humana e Membro da ASRM (American Society for Reproductive Medicine).

Fonte: IG Mulher

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Tóquio 2020: 3 momentos dos uniformes femininos nos Jogos Olímpicos

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Alto Astral

Tóquio 2020: 3 momentos dos uniformes femininos nos Jogos Olímpicos
Reprodução: Alto Astral

Tóquio 2020: 3 momentos dos uniformes femininos nos Jogos Olímpicos

Evento antigo, as Olimpíadas retornaram ao Japão após quase 60 anos. E, apesar dos Jogos de Tóquio terem começado a menos de uma semana, já deram (e muito) o que falar!

Isso porque, na última quinta-feira (22), pouco antes da abertura dos Jogos, a equipe feminina de handebol de areia da Noruega foi punida em 1.500 euros pela Federação Europeia de Handebol por se recusar a usar biquínis como uniforme. Com a postura, além de chamarem a atenção para a sexualização dos corpos femininos, as jogadoras também levantaram a questão sobre como as vestimentas esportivas de homens e mulheres são encaradas pela sociedade.

Segundo as regras dos Jogos, as atletas devem competir com o “uniforme pré-estabelecido”, no caso do handebol de areia, o biquíni, e não o shorts – saída proposta pelas norueguesas para evitar exposição excessiva. Assim, diferentemente de seus colegas do sexo masculino, que quase nunca estão sob os holofotes por conta de vestimentas, as mulheres enfrentam quase diariamente regras e imposições que visam controlar seus corpos, muitas vezes buscando angariar atenção através da hipersexualização.

Em entrevista para a revista Trip, em 2020, Carol Solberg, jogadora de vôlei de praia, contou que, apesar de gostar de jogar de biquíni, a situação pode vir a ser desagradavel uma vez que ela mesma já foi vítima de fotógrafos cujo objetivo eram fotos de conotação sexual. A jogadora também levantou a questão do clima, nem sempre favorável às peças de praia.

“Muitas vezes a gente joga em lugares tipo a Noruega, e entra uma frente fria que é um gelo. E aí e rola esse assunto: “Mas vai jogar de roupa? É ruim para a televisão!”. Por que? É triste pensar que um esporte está ligado à pessoa ligar a televisão e ver um monte de mulher de biquíni, não é esse o jogo”, revelou Carol à Trip.

Logo, para além de ser ou não permitido jogar de biquíni, saia ou calça, é necessário que as pessoas mudem suas percepções sobre o esporte e que as mulheres tenham, sim, o direito de competir com roupas que sejam confortáveis para elas e de forma que não sejam objetificadas.

Desse modo, confira 3 momentos distintos dos uniformes femininos nas Olimpíadas!

Vestido comprido e gola alta

charlotte_cooper
Charlotte Cooper foi pioneira nas Olimpíadas! / Reprodução

Na época em que as mulheres participavam somente das provas de golfe, tênis, hipismo, vela e croqué – esportes considerados belos e sem a necessidade de muito esforço físico – a inglesa Charlotte Cooper consagrou-se como a primeira mulher a levar para casa uma medalha de ouro em uma Olimpíada.

Você viu?

Durante os Jogos da França, de 1900, os trajes femininos consistiam em longos vestidos de gola fechada, passando bem longe das saias curtas que, hoje, não saem das quadras!

Saias no box?

Alguns meses antes dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, a Aiba (Associação Internacional de Boxe Amador) cogitou incluir a saia como uniforme oficial do boxe feminino.

Diversas pugilistas mostraram-se contrárias à ideia, alegando que a recomendação “não tem nada a ver com o esporte e só serve para reforçar estereótipos de gênero e a subjugação das mulheres. A ideia de que as pugilistas devem usar saias reduz essas atletas a objetos sexuais”, como dizia petição encabeçada pela boxeadora canadense Elizabeth Plank.

Vale mencionar ainda que somente em 2012 as mulheres foram incluídas no boxe Olímpico – 108 anos depois dos homens!

Não ao collant!

ginastas alemãs
As ginastas alemãs aderiram à roupas menos cavadas nos Jogos de Tóquio. / Reprodução – Instagram (@__kim.bui_)

Pela primeira vez na história, as atletas femininas da ginástica artística da Alemanha se apresentaram no treino de pódio, realizado na última quinta-feira (22), vestindo macacões que cobrem as pernas até a altura dos tornozelos.

Apesar do chamado full-body suit não ser proibido na ginástica, as alemãs romperam padrões ao deixarem de lado os tradicionais collants que expõe grande parte dos corpos das ginastas por serem muito cavados.

Para o UOL Esporte, a ginasta Pauline Schäfer disse: “Temos a ideia de que cada ginasta deve estar confortável com as roupas que usa, e por isso criamos essa vestimenta. É muito importante que cada mulher use aquilo que ela quiser”.

Fonte: IG Mulher

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