conecte-se conosco


Economia

Entenda como funcionam as bandeiras tarifárias e os impactos na conta de luz

Publicado

Economia


source
Contas de luz vão ficar mais caras em junho
Reprodução: iG Minas Gerais

Contas de luz vão ficar mais caras em junho

A seca histórica no Sudeste levou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a acionar a bandeira vermelha nível 2 a partir de junho , encarecendo a conta de luz dos brasileiros. Agora, com a piora da crise hídrica, a Aneel já estuda subir mais de 60% o valor cobrado na bandeira de maior patamar do sistema.

Entenda o que são e como funcionam as bandeiras tarifárias na energia elétrica:

O que são as bandeiras tarifárias?

O sistema de bandeiras tarifárias foi implementado em 2015 para indicar aos consumidores, na conta de luz, os custos da geração de energia elétrica.

As bandeiras verde, amarela ou vermelha, tem essas cores para sinalizar ao cidadão o nível de preço necessário para se manter a oferta de energia. Assim, é possivel realizar um consumo de energia de forma mais consciente.

  • Bandeira verde: Significa que as condições para geração de energia estão favoráveis. A tarifa não sofre nenhum acréscimo.
  • Bandeira amarela: Indica que as condições para a geração de energia estão menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01343 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos.
  • Bandeira vermelha – patamar 1: Sinaliza que as condições para geração de energia estão mais caras. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04169 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos.
  • Bandeira vermelha – Patamar 2: É a bandeira de patamar mais elevado do sistema, quando as condições para geração estão em níveis ainda mais caros. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,06243 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

      O cálculo da bandeira é feito sobre a tarifa de energia. Ou seja, o valor pode variar de acordo com a distribuidora.

      Você viu?

      Qual a diferença entre as bandeiras tarifárias e tarifas de energia elétrica?

      As tarifas de energia são a maior parte da conta de luz dos consumidores e cobrem os custos de geração, transmissão e distribuição da energia elétrica, além dos encargos setoriais.

      Já as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Isso porque, dependendo das usinas utilizadas para gerar a energia, esses custos podem ser maiores ou menores, segundo a Aneel.

      Com a adoção das bandeiras em 2015, a variação de custos que antes só era repassada no reajuste seguinte – podendo ocorrer até um ano depois -, se tornou mais imediata e transparente. Ou seja, as bandeiras tarifárias refletem a variação do custo da geração de energia quando ele acontece.

      Como e quando as bandeiras mudam de cor?

      A cada mês, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reavalia as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica e a necessidade das bandeiras. A partir dessa avaliação, é feita uma previsão de geração de energia e os custos necessários a serem cobertos pelas bandeiras para suprir a demanda.

      Quando há escassez de chuvas, o custo extra para acionar as usinas termelétricas é repassado aos consumidores finais por meio da mudança da bandeira. No final de cada mês, a Aneel divulga o valor da bandeira vigente para o mês seguinte para todos os consumidores do SIN (Sistema Interligado Nacional).

      Comentários Facebook

      Economia

      TCU aprova concessão da via Dutra e da Rio Santos

      Publicado


      O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou o processo de concessão da rodovia BR-116/101/SP/RJ, a via Dutra, no trecho que liga as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O tribunal também aprovou o projeto de concessão à iniciativa privada da BR-101, a Rio-Santos, que vai de Santos ao Rio de Janeiro. A aprovação pelo TCU é a última etapa antes da publicação do edital de concessão. No total, as duas concessões somam 625,8 km que serão administrados pelo vencedor do leilão, ainda sem data prevista. A expectativa é que o certame ocorra no quarto trimestre deste ano.

      Na sessão de ontem (28), a Corte aprovou os estudos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). No total, estão previstos R$ 14,8 bilhões em investimentos por parte da iniciativa privada para ampliação de capacidade, com duplicações, implantação de terceiras e quartas faixas, vias marginais, entre outras melhorias.

      Na rodovia BR-116/RJ/SP, são 364 quilômetros de pistas entre o município de Seropédica (RJ) e o entroncamento com a BR-381/SP-01 (Marginal Tietê), em São Paulo (SP). Enquanto na BR-101/RJ/SP, são 271,7 quilômetros, desde o município do Rio de Janeiro (RJ) até Ubatuba (SP).

      O leilão terá um modelo híbrido de concorrência, que mescla desconto na tarifa de pedágio e o valor da outorga da concessão. Nesse formato, o edital traz o valor máximo da tarifa e um teto de desconto. Ganha o leilão quem oferecer o maior desconto ao usuário dentro do teto permitido. O valor de outorga servirá como critério para o desempate entre concorrentes. A duração do contrato é de 30 anos.

      Entre as alterações que terão que ser executadas está a implantação da nova subida para Serra das Araras, na BR-116/RJ, no trecho localizado entre os municípios fluminenses de Piraí e Paracambi. O projeto também determina a implantação de quatro pontos de parada e descanso para caminhoneiros – três na BR-116/RJ/SP e um na BR-101/RJ/SP.

      Outro ponto do projeto prevê a instalação de um sistema de pedágio sem a necessidade de uma praça para o pagamento. Batizado de free-flow, o sistema permite a adoção de uma valor variável de acordo com a demanda de veículos. O novo sistema deverá ser implementado na região do município de Guarulhos.

      O TCU também deu aval para a implantação de uma proposta que prevê a isenção do pedágio para motociclistas. A medida, entretanto, ainda precisa passar por ajustes no Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), que será conduzido pela ANTT.

      Edição: Lílian Beraldo

      Comentários Facebook
      Continue lendo

      Economia

      Nubank anuncia aumento no limite de crédito para quase 90% dos clientes

      Publicado


      source
      Mais de 35 milhões de clientes devem ser afetados
      Fernanda Capelli

      Mais de 35 milhões de clientes devem ser afetados

      O Nubank anunciou que aumentará o limite do cartão de crédito para 87,5% dos clientes, ao todo, 35 milhões serão beneficiado pela medida nos próximos 12 meses, diz a Folha de São Paulo. 

      O banco tem no total 40 milhões de clientes, e destes, pelo menos 10 milhões terão o limite ampliado até o final deste ano. Três milhões já no mês de agosto. 

      Para chegar nessa decisão, a instituição financeira desenvolveu, por dois anos, um novo modelo de análise de crédito.

      “É um padrão inovador, que pensa nas necessidades de nossos clientes sem comprometer o nosso modelo de negócio. Realizamos milhares de testes para entender mais profundamente o comportamento dos clientes e hoje podemos aumentar o limite de uma maneira responsável. Temos agora uma capacidade ainda mais precisa de projetar os gastos dos consumidores”, disse à Folha o diretor de ciência de dados do Nubank, Jacob Sisk.


      Comentários Facebook
      Continue lendo

      Policial

      Política

      Mato Grosso