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Semob mantém equipe na Trincheira Jurumirim para orientação de rotas alternativas

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Cuiabá


Luiz Alves

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Os dez dias de fechamento da trincheira Jurumirim (avenida Miguel Sutil) para obras do Governo do Estado, os agentes de Trânsito da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) registraram um pequeno número de ocorrências  nas rotas alternativas disponilizadas. A trincheira está parcialmente interditada desde a última quarta-feira (9) para que a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra)  realize obras de  recuperação e restauração.  Os agentes estão no local para orientar  os motoristas nos horários de pico:  7h às 8h e das 17:30 h até às 19h30. Nesses horários,  o trânsito fica mais lento, e por isso, as rotas alternativas são sugeridas. 

Os motoristas que estão no sentido Rodoviária/Coxipó, podem acessar  pelo bairro da Lixeira, Areão e podem sair na  Fernando Corrêa. Ou podem  seguir em frente e sair próximo ao Fort Atacadista e retornar a Miguel Sutil. Já sentido Fernando Corrêa/ CPA, na rotatória que dá acesso a estrada Jornalista Arquimedes P. Lima (estrada do Moinho), o motorista pode acessar o Pedral ou Jd. Leblon , passar próximo a Energisa, no  Barro Duro e  sair no Bosque da Saúde ou seguir para a região da grande CPA. Os motoristas  podem procurar outras rotas alternativas que fique melhor a cada um. 

O período estimado de fechamento da trincheira Jurumirim é de sete meses para que seja corrigido um problema no sistema de drenagem de águas pluviais. A previsão é que, somente na parte inferior, deva ser retirado cerca de 1,5 metro de solo e substituído por outro de melhor qualidade. Essa obra foi orçada em R$ 50,5 milhões e estava no pacote das grandes obras de mobilidade que seriam entregues em 2014 – antes dos jogos da Copa do Mundo – a Capital foi uma das subsedes.  Para realizar estes reparos na estrutura da trincheira, conforme o Governo do Estado, serão necessário um acréscimo de quase R$ 15 milhões. 

 

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Trinta e oito pacientes receberam alta hospitalar após vencer a Covid-19

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Nos últimos 26 dias, 38 pessoas que estavam internadas no Hospital Municipal São Benedito para tratamento contra a Covid-19 receberam alta médica. Os dados correspondem ao período de 01 a 26 de julho. Um dos pacientes a ter alta médica foi o professor Edson Luiz Gaspar, de 46 anos, morador do município de Porto Estrela. Para ele, os dias difíceis dos 32 dias de internação foram amenizados pelo atendimento recebido no hospital.

“Eu só tenho a agradecer a todos que me atenderam na UTI, desde as pessoas da limpeza, médicos e psicólogos. Fui muito bem atendido. A minha conexão com Deus me fez vencer. Por três vezes, eu quase fui entubado, mas minha saturação melhorava e o procedimento era adiado. Cheguei a ficar com 98% do pulmão comprometido. Eu considero que minha vida é um milagre”, enfatizou.

Ainda segundo o professor, a retomada da rotina está sendo feita de forma gradativa. “Eu ainda sinto cansaço dependendo do esforço que faço. Já marquei alguns exames de rotina e vou continuar me cuidando porque a pandemia não acabou”, asseverou.

Dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) apontam que desde o início da pandemia, em março passado até a segunda-feira (26), 98.361 mil pessoas residentes na capital testaram positivo para a Covid-19. Outras 17141 mil pessoas de outros municípios testaram positivo e foram tratadas pelas unidades de saúde de Cuiabá. Até esta segunda-feira (26), a taxa de ocupação dos leitos, do Hospital São Benedito está em 42% na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Já a ocupação do antigo Pronto-Socorro é de 50% nos leitos de UTI adulto. Ambas são unidades com atendimentos exclusivos de casos de Covid-19.

Até a data de hoje (29), a Prefeitura de Cuiabá já aplicou 363.586 doses, sendo 261.713 (primeira dose), 89.879 (segunda dose) e 11.994 (dose única).

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Arsec debate revisão ordinária do contrato de água e esgoto

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A Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec) realizou na manhã desta quarta-feira (28) audiência pública que debateu a 1ª primeira Revisão Ordinária do Contrato de Concessão dos Serviços Públicos de Água e Esgotamento Sanitário.

Na oportunidade, foi analisada a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro no âmbito do contrato de 5,35%, que não obrigatoriamente precisa ser repassado para fatura do usuário. Conforme explicou o presidente da ARSEC, Alexandro de Oliveira, existem outras formas de compor. Uma delas, por exemplo, é estender o prazo de contrato, e quem toma essa decisão ao final é o Poder Concedente.

A revisão do contrato deve acontecer a cada quatro anos. O procedimento é importante para garantir que todas as partes estejam cumprindo sua obrigação contratual.

“Essa audiência se refere a uma análise de um parecer apresentado pela Fundação Getúlio Vargas, que é uma consultora da Agência. Estamos em um processo de revisão ordinária, que nada mais é um processo que a gente faz toda uma reanálise do contrato, das obrigações que foram assumidas, dos custos do contrato e a gente verifica se esse contrato continua equilibrado economicamente ou não”, explicou.

“Embora seja uma obrigação legal e contratual zelar para que esse contrato se mantenha equilibrado economicamente, seja a mais ou a menos, o importante é que existem outras formas de recomposição que não necessariamente repassar esse percentual para o usuário, uma delas seria alongar um pouco mais o contrato, se abater nisso de tributos municipais ou até mesmo pagamento dessa diferença pelo Município”, ressaltou.

O diretor-geral da Águas Cuiabá, William Figueiredo, destacou que a empresa  investiu para melhorias do sistema. “São investimentos graças ao contrato de concessão, repactuação, Termo de Ajustamento de Conduta junto ao Ministério Público e a prefeitura”, pontuou. 

Na oportunidade, o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Juares Samaniego, destacou decisão recente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que determinou a inconstitucionalidade de quatro leis municipais que permitem a gratuidade na tarifa de água para igrejas e estádios. Nesse contexto, Samaniego perguntou à mesa se tal decisão poderia impactar no percentual pleiteado.

Em resposta, a economista Rosane Coelho da Costa, representando a FGV Projetos, sugeriu que esse tema fosse debatido numa evolução das discussões, uma vez que é uma decisão recente. “Quando nós fizemos os cálculos não contemplava essa decisão. A Agência teria que debruçar, discutir sobre isso e fazer um novo calculo, para posterior analisar em conjunto com todos os participantes do processo”, explicou Rosane.

Atendendo as medidas de biossegurança contra disseminação do vírus da Covid-19, a reunião foi realizada de forma virtual, pela plataforma Google Meet e transmitida, ao vivo, no YouTube pelo canal da ARSEC.

Nesta quinta-feira (29 de julho), o Conselho Regulatório da Arsec composto por membros da Prefeitura, Câmara de Cuiabá, e diversos sindicatos e demais representantes da sociedade civil organizada, deve deliberar sobre a revisão. Após isso, o tema será levada para discussão da Diretoria Colegiada da ARSEC.

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