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Biden faz apelo por vacinação; EUA não devem cumprir meta

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, e a vice-presidente Kamala Harris fizeram um apelo ontem (18) aos norte-americanos para tomarem vacina contra covid-19, visto que o país provavelmente não cumprirá as metas de imunização da Casa Branca no próximo mês, em meio a preocupações sobre uma nova variante do coronavírus.

“Ajam agora, ajam agora”, disse Biden em declarações na Casa Branca, recomendando aos não vacinados a conversar com seus familiares e amigos que tomaram a vacina e com seus médicos.

Mortes e hospitalizações estão caindo “drasticamente em lugares onde as pessoas estão sendo vacinadas”, mas não em outras áreas, afirmou Biden. “Eles (índices) estão realmente subindo em alguns lugares.”

No ritmo atual, parece improvável que os Estados Unidos atinjam a meta de Biden de fazer com que 70% dos adultos recebam pelo menos uma dose da vacina contra covid-19 até 4 de julho, feriado do Dia da Independência.

Até sexta-feira, cerca de 65% das pessoas nos EUA haviam tomado pelo menos uma dose, e essa marca aumentou menos de um ponto percentual nas últimas duas semanas.

Esse ritmo teria que mais que dobrar nas próximas duas semanas para os Estados Unidos atingirem a meta.

A Casa Branca não fez comentários imediatos sobre a possibilidade de não atingir a meta de 4 de julho. Atualmente, apenas 15 Estados e Washington, D.C. alcançaram esse nível.

Os dados do governo dos EUA também mostram uma divisão política, com os Estados onde o ex-presidente Donald Trump venceu ficando bem atrás nas taxas de vacinação do que daqueles onde Biden venceu.

Os Estados Unidos administraram 300 milhões de vacinas contra covid-19 em 150 dias, disse uma autoridade da Casa Branca na sexta-feira.

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Castilho assume presidência do Peru e defende pais sem corrupção

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Com o compromisso de uma nova Constituição para o país, o socialista Pedro Castilho, de 51 anos, assumiu nesta quarta-feira (28) a presidência do Peru. No início da tarde de hoje, Castilho prestou juramento diante do plenário do Congresso unicameral, usando seu chapéu de palha de aba larga, uma marca de toda a sua campanha eleitoral. O acessório é típico de sua terra andina e natal Cajamarca. “Juro pela população do Peru, por um país sem corrupção e por uma nova Constituição”, disse o novo presidente.

A posse, marcada no dia do bicentenário da Independência do Peru, contou com a presença de alguns presidentes da América do Sul. O Brasil foi representado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão que volta ainda hoje para Brasília. Na última segunda-feira (26), quando embarcou para o Peru, Mourão disse pelo Twitter que iria levar “ao país amigo votos de felicidades”. “Que prossigamos na amizade e cooperação que sempre uniu Brasil e Peru”, acrescentou.

No último dia 20, o presidente Jair Bolsonaro cumprimentou Castillo pela vitória. “Reafirmo a disposição do governo brasileiro em trabalhar com as autoridades peruanas para reforçar os laços de amizade e cooperação entre nossas nações”, disse à época em uma postagem no Twitter.

Desafios

Entre os maiores desafios do novo presidente peruano estão o controle do surto de covid-19 mais letal do mundo em relação à população, a reativação da economia e a recuperação da confiança em um país marcado por constantes crises políticas.

Perfil

Professor de escola pública primária e filho de camponeses, o representante do partido Peru Livre, de esquerda, Castillo Terrones, também é líder sindical. No pleito presidencial realizado no último dia 19 de julho, ele derrotou a direitista, filha do ex-presidente peruano, Alberto Fujimori, Keiko Fujimori.

Eleições

O Escritório Nacional de Processos Eleitorais do Peru oficializou a vitória de Castilho à presidência somente no dia 19 de julho. O esquerdista conquistou 50,126% dos votos e a oponente, Keiko Fujimori, do partido de extrema-direita Fuerza Popular, teve 49.874% dos votos. Diante da diferença apertada entre eles, de pouco mais de 44 mil votos, o pleito, realizado em 6 de junho, teve o resultado questionado por Fujimori. A candidata entrou com cinco recursos para anular os resultados nas cidades de Huancavelica, San Román (Puno), Huamanga (Ayacucho), Chota e Cajamarca. Castillo foi proclamado presidente eleito pelo júri eleitoral, que levou um mês e meio para analisar as contestações.

*Com informações da Agência Reuters.

Edição: Valéria Aguiar

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Tóquio tem recorde de 3.177 novos casos de covid-19

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O governo metropolitano de Tóquio confirmou nesta quarta-feira (28) 3.177 novos casos de coronavírus na capital japonesa.

Assim, a cidade registra recorde diário de infecções pelo segundo dia consecutivo. A marca ficou acima dos três mil casos pela primeira vez desde o início da pandemia.

O número desta quarta-feira saltou 1.345 casos em comparação com o mesmo dia da semana passada.

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