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CORTE DE NERGIA

Aneel prorroga suspensão de corte de luz de família de baixa renda

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Medida valeria até 30 de junho, mas foi prorrogada pela agência. A Aneel já adotou uma medida semelhante no começo da pandemia.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prorrogou nesta terça-feira (15) a decisão de suspender o corte de energia elétrica de famílias de baixa renda por falta de pagamento. A medida, que valia até 30 de junho, agora segue até 30 de setembro.
 
A proibição do corte vale para as cerca de 12 milhões de famílias que se enquadram na tarifa social de energia elétrica.
 
A medida foi adotada em razão da crise provocada pela pandemia da Covid-19. O país vive atualmente um dos piores momentos da pandemia e já contabiliza quase 500 mil mortos.
 
“É importante reconhecer que a pandemia afeta de forma mais intensa a parcela mais vulnerável da população, para a qual a fatura de energia representa proporção mais significativa do orçamento familiar, e com isso a resolução traz medidas protetivas que permitem suportar esse período da pandemia com a manutenção de um serviço que é essencial”, afirmou em nota o diretor da agência, Hélvio Guerra, relator do processo.
Medidas anteriores
No começo de 2020, no início da pandemia do novo coronavírus, a Aneel adotou uma medida semelhante, mas a proibição do corte por falta de pagamento englobava todos os consumidores residenciais e serviços essenciais.
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Saúde recomenda Pfizer a gestantes que tomaram 1ª dose da AstraZeneca

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Vacina de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Vacina de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (26) uma nova recomendação para a vacinação de gestantes e puérperas contra a covid-19. Aquelas que receberam a primeira dose da AstraZeneca poderão tomar a segunda dose de outro tipo de imunizante para completar o ciclo vacinal.  A preferência é que essa nova aplicação seja da vacina da Pfizer/BioNTech.

Leia também:  Esquema misto com AstraZeneca e Pfizer produz melhor resposta imunológica

A recomendação, até agora, era que mulheres nesse grupo esperassem o fim do puerpério para a tomar a segunda dose. Essa orientação foi dada após a morte de uma gestante no Rio de Janeiro,  cujo falecimento teria relação com o fato de ter sido tomada a primeira dose da vacina AstraZeneca.

“O Ministério da Saúde recomendou a interrupção. E, como sabemos, com o aumento da morbidade neste grupo, retomamos a vacinação e, hoje, apresentaremos a modificação”, explicou a secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite.

Ela destacou, contudo, que essa situação é excepcional. Nos demais casos, a aplicação de doses diferentes em uma pessoa (chamada tecnicamente de intercambialidade) deve ser tratada como erro.

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“Não é permitida a intercambialidade nos casos normais. Ainda é considerado erro de vacinação. E, quando isso ocorrer, deve ser tratado como erro vacinal e registrado no e-SUS [sistema de dados do Sistema Único de Saúde]”, disse a secretária.

Para as grávidas e puérperas que ainda não se vacinaram, segue a orientação para que tenham a aplicação de doses sem o vetor viral, como CoronaVac ou Pfizer.

Terceira dose

Na entrevista coletiva onde foi apresentada a nova orientação, a secretária responsável pelo enfrentamento à covid-19 afirmou que a pasta não recomenda a aplicação de uma terceira dose, mas que o assunto está sendo discutido.

“Essas tratativas são motivos de estudos e análises nas câmaras técnicas. Estamos planejando a vacinação do próximo ano. Isso será motivo de um fórum para que possamos debater quais serão os esquemas para o próximo ano”, informou.

Perguntada sobre o crescimento de casos da variante delta do coronavírus, Rosane Leite classificou esta como “a maior preocupação do ministério no momento”. Ela lembrou que o Programa Nacional de Imunizações reforçou a vacinação em faixas e linhas de fronteira, como forma de tentar evitar que novos casos entrem por países vizinhos.

A secretária reforçou que a vacinação com a primeira dose é uma estratégia fundamental para combater a disseminação do vírus e para evitar que as pessoas tenham quadros evoluindo para situações graves ou para mortes.

Rosana Leite disse que a previsão da pasta para agosto é receber 63 milhões de doses. Diante da chegada de mais remessas, o ministério também avalia a possibilidade de redução do intervalo entre a primeira e segunda dose.

Fonte: IG SAÚDE

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Suspeitos de matar soldado são identificados; caçada continua aos assassinos

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A Polícia Militar identificou no inÍcio da tarde desta segunda-feira (26), como sendo Alan Parick Shuller, de 27 anos, e Wesdra Victor Galvão de Souzade, 29 anos, os suspeitos pela morte do policial militar, Roberto Rodrigues de Souza, de 31 anos. O soldado foi brutalmente espancado durante essa madrugada, na conveniência “Espaço Vip”, localizada na Mário Andreazza, em Várzea Grande. Ele morreu no Pronto-Socorro Municipal logo após dar entrada no box de emergência.

Apesar de identificados, ambos os suspeitos continuam sendo procurados. A identidade das duas mulheres que estavam com eles no momento da confusão, ainda foi divulgada.

Imagens do circuito interno do estabelecimento registraram toda a agressão sofrida pelo PM, que foi socorrido, mas morreu pouco tempo depois. O carro utilizado pelos suspeitos, um gol de cor preta, também está sendo procurado.

Após espancar a vítima com chutes, socos e cadeiradas, os homens e duas mulheres entraram num veículo Gol de modelo antigo e fugiram. Um segundo carro que aparece nas imagens, aparentemente, amigos que estão acompanhando os criminosos, também está sendo procurado, a fim de contribuir na localização dos suspeitos.

Um dos suspeitos possui passagens criminais por crimes de tráfico, roubo e já havia sido preso por sequestro em ocasião anterior. A Polícia Civil ainda não confirmou o envolvimento dos suspeitos na morte do policial militar. Por enquanto, ambos são considerados suspeitos.

O soldado Rodrigues ingressou na Polícia Militar em novembro do ano de 2015 e estava lotado no 2º Comando Regional de Várzea Grande. Ele chegou a trabalhar no Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão e atualmente trabalhava no Núcleo de Polícia Militar de Acorizal (62 km de Cuiabá).

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