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Alunos e professores de escolas públicas terão acesso à internet, garante lei

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Alunos usando Chromebooks em sala de aula
Divulgação/Allisson Roberto

Alunos usando Chromebooks em sala de aula

O governo promulgou nesta sexta-feira (11) a lei que determina que alunos e professores da educação básica pública tenham acesso à internet . A lei já está em vigor e, para ser posta em prática, foi feito o repasse de R$ 3,5 bilhões. A norma só foi possível após o Congresso Nacional rejeitar, em sessão no início de junho, o veto total do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que originou a lei.

Quando vetou o projeto, Bolsonaro afirmou que a matéria não apresentava estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro. Os Ministérios da Economia e da Educação argumentaram que a proposta aumentaria ainda mais a rigidez do Orçamento, o que dificultaria o cumprimento da meta fiscal e da regra de ouro, prevista na Constituição Federal .

De autoria da Câmara dos Deputados, o projeto foi aprovado pelo Senado em 24 de fevereiro deste ano. O relator no Senado foi o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A lei determina repasse de R$ 3,5 bilhões da União para estados, Distrito Federal e municípios investirem na ampliação do acesso à internet . As fontes de recursos para o programa serão o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e o saldo correspondente a metas não cumpridas dos planos gerais de universalização do serviço telefônico fixo.

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Durante a discussão da matéria no Senado, Alessandro explicou que os recursos podem assegurar a oferta mensal de 20 gigabytes de acesso à internet para todos os professores do ensino fundamental e médio das redes estaduais e municipais. Além deles, podem ser beneficiados os alunos da rede pública do ensino fundamental e médio integrantes de famílias vinculadas ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal ( CadÚnico ). Também podem ser beneficiados os matriculados nas escolas das comunidades indígenas e quilombolas .

A norma determina ainda que, caso não haja acesso à rede móvel na região ou a modalidade de conexão fixa para domicílios ou comunidades se mostre mais barata, o acesso à banda larga poderá ser contratado. Além disso, metade dos recursos poderá ser usada para aquisição de celulares ou tablets que possibilitem acesso à internet. Esses equipamentos poderão ser cedidos a professores e alunos em caráter permanente ou temporário, a critério dos governos locais.

O valor das contratações e das aquisições deverá considerar os critérios e os preços praticados em processos de compra similares realizados pela administração pública. A lei prevê ainda que empresas privadas nacionais ou estrangeiras doem celulares ou tablets por meio de chamamento público ou de manifestação de interesse. Essas contratações e aquisições, segundo o texto, serão caracterizadas como “tecnologias para a promoção do desenvolvimento econômico e social”. Dessa forma, as empresas de telefonia poderão receber recursos do Fust. Criado em 2000, o fundo é direcionado a medidas que visem à universalização de serviços de telecomunicações .

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Pandemia mudou modo como pessoas dão ‘match’ no Tinder? Entenda

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BBC News Brasil

Pandemia mudou modo como pessoas dão 'match', diz chefe do Tinder
Hazel Shearing – BBC News

Pandemia mudou modo como pessoas dão ‘match’, diz chefe do Tinder

Deslizar para esquerda ou para a direita, o gesto típico de quem usa o aplicativo Tinder , parece não ser mais suficiente para os solteiros vivendo no contexto de isolamento durante a pandemia de coronavírus .

O “match”, a confirmação de que os dois lados se interessaram reciprocamente, era antes apenas um pontapé para o encontro presencial — mas isso mudou com o novo cenário de intensas interações virtuais, disse à BBC o diretor do aplicativo, Jim Lanzone.

Agora, o Tinder está passando por uma reformulação para que os perfis sejam apresentados de forma mais “holística”, para que os usuários possam se conhecer bastante online.

As mudanças refletem uma nova postura, explica Lanzone, 50 anos, na única entrevista concedida no Reino Unido antes da reformulação do aplicativo.

“Como sabemos, nos últimos 15 a 18 meses, as pessoas realmente se abriram para se conhecer virtualmente antes de definirem relacionamentos offline; ou se abriram até para ter relacionamentos virtuais”, afirmou o diretor do Tinder.

“A maior tendência aqui é que as pessoas no Tinder, saindo da pandemia de covid… elas só querem desacelerar as coisas e se conhecer muito mais antes de decidirem ‘dar o match’ e de encontrar alguém offline.”

Chat antes do ‘match’

Os dados do aplicativo indicam que o número médio de mensagens enviadas por dia aumentou 19% em comparação com o período anterior à pandemia, e as conversas são 32% mais longas.

Metade dos usuários da Geração Z, como são normalmente classificados aqueles nascidos entre 1997 e 2015, teve encontros por conversa de vídeo e um terço fez mais atividades virtuais em conjunto, diz a empresa.

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A reformulação manterá a opção de uma pessoa deslizar para a direita se tiver interesse em outra, e para a esquerda se não. No entanto, as pessoas terão “mais ferramentas para mostrar uma versão mais multidimensional de si mesmas”, de acordo com Lanzone, que mora em San Francisco, Estados Unidos, e se tornou CEO do Tinder durante a pandemia no ano passado.

Os novos recursos incluem a opção de adicionar vídeos aos perfis e buscas mais precisas — por exemplo, alguém pode dizer ao aplicativo que quer encontrar pessoas que tenham animais de estimação ou que gostem de aventuras.

Pela primeira vez, os usuários poderão bater um papo com alguém antes de dar “match”, usando um recurso que lhes pede para dar sua opinião sobre um tópico.

Outros aplicativos de namoro — como o Hinge, que pertence à mesma empresa do Tinder, e o Bumble — já pedem aos usuários que respondam a perguntas e também postem fotos.

Você viu?

Mas Lanzone explica que esses aplicativos são destinados àqueles que procuram um relacionamento sério — um “estágio diferente” das pessoas na casa dos 20 anos que estão “abertas a uma gama mais ampla de possibilidades”.

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A decisão do Tinder de se concentrar mais em vídeos vem em um momento em que a popularidade do TikTok continua a crescer. ByteDance, a empresa chinesa por trás do aplicativo de vídeo de grande sucesso, viu seus lucros dobrarem no ano passado.

Jim Lanzone gesticula em palestra

Getty Images
Jim Lanzone assumiu o Tinder no ano passado, em meio à pandemia

Lanzone disse que os jovens da Geração Z, hoje cerca de metade dos usuários do Tinder, “vivem de vídeos, e por isso espera que estes usuários do Tinder atualizem constantemente seu perfil — em vez de ficar um tempo com o mesmo conjunto de vídeos e fotos.

Os dados do Tinder sugerem que usuários mais jovens valorizam em um parceiro a autenticidade e a abertura. Há também mais menções à saúde mental e a palavras como “ansiedade e” normalizar ” nos perfis.

Lanzone garante que o Tinder não se tornará uma mídia social, ao contrário do rival Bumble.

Menos drinks, mais trilhas

No entanto, o diretor afirma que a pandemia tirou as pessoas da trajetória linear do namoro que, em princípio, envolvia buscar candidatos no Tinder, dar “match”, combinar um encontro, ter um relacionamento e se casar.

“No verão passado (no hemisfério norte), quando houve uma flexibilização antes da próxima onda (de Covid-19) chegar, a tendência mudou muito rapidamente. Foram menos encontros para tomar um drink, e mais para fazer uma trilha juntos.”

Há “muito mais” em conhecer alguém “do que apenas dar ‘match’ e bater um papo rápido antes de se encontrar offline”, acrescentou ele.

“Acho que é hora de darmos às pessoas mais ferramentas para mostrar uma versão mais multidimensional de si mesmas.”

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iPhone 13? Fãs rejeitam nome e não querem que celular da Apple tenha o número 13

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Linha iPhone 12
Divulgação/Apple

Linha iPhone 12

O próximo smartphone da Apple pode não se chamar iPhone 13 se a empresa resolver ouvir seus fãs. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela empresa SellCell mostrou que 18% dos usuários de iPhones e iPads rejeitam o nome, já que o número 13 é conhecido por dar azar em algumas culturas.

“Nomear o próximo smartphone da Apple como iPhone 13 poderia te desanimar, visto que o número 13 é considerado azarado?”, perguntou a empresa. 81,7% dos entrevistados disseram que a decisão de comprar, ou não, o iPhone 13 não seria influenciada pela superstição, mas quase 20% disseram que se desanimam com o número.

A pesquisa ainda revelou que a triscaidecafobia, ou o medo do número 13, é mais comum em homens do que em mulheres: 25% contra 12%. A maior parte dos entrevistados ainda acredita que o próximo smartphone da Apple deveria se chamar apenas ‘iPhone (2021)’, seguindo o padrão utilizado em iPads e Macs .

A SellCell ainda perguntou aos usuários da Apple sobre as expectativas para a chegada dos novos sistemas operacionais, iOS 15 e iPadOS 15 . 52,6% dos entrevistados se disseram “um pouco” ou “nada” empolgados com a novidade, 28,1% se disseram “relativamente” empolgados, e apenas 19,3% disseram estar “extremamente” ou “muito” empolgados.

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