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Sema abre inscrições para curso de Municipalização da Educação Ambiental

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) está com as inscrições abertas para a segunda edição do curso “Municipalização da Educação Ambiental: Cenários estruturantes, Leis e Programas – EaD 2021”. Os interessados podem se inscrever até o dia 23 de maio (domingo) pelo link http://bit.ly/MTMunicipalizacaoEducacaoAmbiental2021.

O curso se destina à comunidade em geral como objetivo de fomentar a estruturação da Política de Educação Ambiental nos Municípios com a compreensão do sistema indissolúvel da relação ambiental, social, econômica e cultural para formação de sociedades sustentáveis. 

A capacitação será de forma virtual, devido a pandemia de Covid-19, com início no dia 31 de maio. A carga horária é de 20 horas e pessoas de outros estados também podem se inscrever, sendo 80% das vagas para pessoas residentes em Mato Grosso e 20% reservadas para pessoas de fora do estado.

A superintendente de Educação Ambiental, Vânia Montalvão, destaca que “a grande procura e os resultados exitosos alcançados no ano passado trazem excelentes expectativas para mais esta edição de 2021”.

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Módulos

Dividido em dois módulos, a primeira parte traz reflexões sobre os contextos e desafios socioambientais no mundo atual, a importância das leis e programas, o entrelaçamento da Educação Ambiental e das políticas ambientais na gestão municipal, além das experiências e projetos que tiveram bom êxito e foram resultantes dos cursos ofertados pela Sema nos últimos anos em todo o estado.

No segundo módulo, o curso avança para uma dinâmica prática do processo de construção dos marcos normativos da Política Municipal de Educação Ambiental. Os módulos serão intercalados por webinar online com convidados especiais, apresentando as interfaces sobre a temática da municipalização da Educação Ambiental, para possibilitar diálogos e trocas de experiências.

As atividades serão realizadas por meio de videoaulas, textos, WhatsApp, webinar, indicação de filmes, entre outros e tem como base a Lei nº 10.903/2019 que institui a Política Estadual de Educação Ambiental de Mato Grosso e busca “Estimular e fortalecer a consciência crítica sobre as questões socioambientais”.

A capacitação será realizada em paralelo à Semana do Meio Ambiente, quando a Sema, em parceria com os municípios do estado, trabalhará o tema “Restaurando Ecossistemas e Homenageando Vidas”.

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Serviço

INSCRIÇÃO: http://bit.ly/MTMunicipalizacaoEducacaoAmbiental2021

PERÍODO DE INSCRIÇÃO: 17 a 23 de maio de 2021.

PERÍODO DO CURSO: 31 de maio a 04 de julho de 2021.

CERTIFICAÇÃO: 20 (vinte) horas.

FORMATO DO CURSO: A distância (aulas e encontros interativos on-line).

DÚVIDAS: [email protected]

Fonte: AMM

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Presidente da AMM participou da audiência da Comissão de Zoneamento Socioeconômico Ecológico da Assembleia Legislativa

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM, Neurilan Fraga, participou da audiência da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico da Assembleia Legislativa, ocorrida na última quarta-feira. A comissão recebeu também o secretário-adjunto de Investimentos, Inovação e Sustentabilidade, Walter Valverde, e o superintendente de Agronegócios, Sérgio Leal, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico-Sedec. 

Na ocasião, o presidente da AMM falou sobre a necessidade de um programa que priorize a produção local com sustentabilidade econômica e social. Fraga informou aos parlamentares que vem participando de diversas reuniões que discute o tema, considerado um dos mais importantes para Mato Grosso e para o Brasil.

Na sua avaliação, o Estado deve ter um projeto aprovado, para colocar o carimbo na produção local. “Temos que ter o zoneamento aprovado, garantindo ao nosso consumidor, o que produzimos com sustentabilidade econômica e social”, disse ele, ponderando que não adianta o Estado ser o grande produtor de grãos, se tem grande parte da população, vivendo com pouca renda, marginalizada pela ruqueza produzida no Estado.

Durante a audiência, Fraga disse ainda que na ouproposta do zoneamento, tem que ficar clara a preocupação com a questão econômica, com foco na sustentabilidade social. Ele lembrou que são movimentados mais de R$ 60 bilhões com as exportações do setor do agronegócio,   concentrado por apenas dez famílias, sendo que o  restante da população não participa deste processo. “Sabemos que é fruto do trabalho do agronegócio, mas a grande produção agrícola fica concentrada com uma minoria em Mato Grosso”, assinalou
Conforme o presidente da AMM, é preciso inverter a situação, quando se trata da inclusão social, ter um programa de desenvolvimento econômico que possa trabalhar as regiões empobrecidas. “Tem muitas regiões empobrecendo e outras ficando mais ricas. Estamos construindo ilhas de prosperidade e ilhas de bolsões de pobreza”, disse ele, questionando sobre o percentual da população que participou do crescimento desta riqueza em Mato Grosso. 

O governo estadual, segundo ele, deve ter o compromisso de descentralizar a produção de riqueza. É essencial que a Agricultura familiar tenha acesso a tecnologia e mais assistência técnica. “Necessitamos de um programa que apresente as ações socialmente sustentáveis. Que possamos produzir e gerar receita   no nosso estado, que as pessoas pobres possam ter mais oportunidades e melhor qualidade de vida”, alertou.

O presidente da comissão especial, deputado estadual Dr. Eugênio, pediu que a Sedec trabalhe para fazer mudanças na minuta de novo Zoneamento Socioeconômico Ecológico do estado que está sendo apresentada à população desde fevereiro. “Queremos receber para votação na Assembleia um projeto diferente, que não impeça o desenvolvimento do estado para evitarmos fazer um substitutivo que possa ser contestado na justiça”, disse o parlamentar.

A Casa vai ter a grande responsabilidade de votar esse novo zoneamento e é importante que o estado não seja impedido de ser um grande produtor de alimentos, defendeu.

A próxima reunião da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico está prevista para o próximo dia 29 e deve ser realizada com técnicos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em São Felix do Araguaia.

Fonte: AMM

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Mato Grosso registra 437.844 casos e 11.608 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (18.06), 437.844 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 11.608 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.391 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 437.844 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.918 estão em isolamento domiciliar e 411.604 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 438 internações em UTIs públicas e 366 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 78,35% para UTIs adulto e em 41% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (90.916), Rondonópolis (31.730), Várzea Grande (29.607), Sinop (21.269), Sorriso (15.182), Tangará da Serra (15.019), Lucas do Rio Verde (13.419), Primavera do Leste (11.126), Cáceres (9.462) e Alta Floresta (8.359).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 350.769 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 682 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na quinta-feira (17.06), o Governo Federal confirmou o total de 17.702.630 casos da Covid-19 no Brasil e 496.004 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 17.628.588 casos da Covid-19 no Brasil e 493.693 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta sexta-feira (18.06).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: AMM

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