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Sabrina Sato diz que demorou dez meses para ter relações sexuais após o parto

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Duda Nagle e Sabrina Sato
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Duda Nagle e Sabrina Sato


Sabrina Sato fez uma revelação sobre sua vida sexual após o nascimento de Zoe, de 2 anos. A apresentadora, que é casada com Duda Nagle, participou do programa “Mães de Verdade”, transmitido pelas redes sociais, e contou que demorou um tempo até voltar à ativa.

“Quando ela fez 10 meses, eu ainda não tinha voltado a ser mulher, não tinha transado direito, não tinha feito nada. Mexe com todos os hormônios”, desabafou.

Na conversa, também estavam Mirella Santos e Luiza Possi, que está grávida do segundo filho. A cantora revelou que com ela foi diferente. “Gente, eu transava loucamente”.

Já Mirella reforçou a experiência de Sabrina. “Então amor, você é um caso à parte, por isso está grávida de novo!”

Fonte: IG Mulher

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Massagem Tântrica: entenda a prática milenar

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Massagem Tântrica: entenda a prática milenar
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Massagem Tântrica: entenda a prática milenar

Você já ouviu falar em massagem tântrica? Essa técnica milenar indiana anda ganhando cada vez mais reconhecimento através das trocas proporcionadas pela internet.

Amplamente conhecida por ser usada pelos casais durante o momento de intimidade, o que muita gente não sabe é que a prática também oferece autoconhecimento . Dessa forma, o sexo tântrico trabalha o fluxo de energia corporal e a manipulação dos chacras, indo muito além dos orgasmos.

Portanto, lembre-se: o tantra vai muito além do sexo e do erótico!

A técnica envolve a transferência de energias entre as partes do corpo, ou seja, além de sair da mesmice do dia a dia ao tentar algo diferente com o(a) parceiro(a), o tantra intensifica cada vez mais a reconexão dos casais .

Outro ponto é que, diferente de uma massagem convencional, a tântrica é feita com toques sutis e mais específicos, proporcionando autoconhecimento e a expansão da sensibilidade. Com isso, ela atua na obtenção de uma forma transformadora no modo de ver a realidade, através de práticas que despertam emoções e sensações de prazer.

Benefícios

De acordo com João Heringer, massoterapeuta tântrico, há diversos fatores positivos ao praticar a técnica, como, por exemplo, a ampliação da capacidade de obter orgasmos e aliviar o estresse . “O corpo tem uma série de terminações nervosas capazes de proporcionar prazer, além do estímulo e manipulação dos chacras. Além disso, o orgasmo libera endorfina que serve também como sedativo e ajuda na contenção dos nervos”, explica.

Ademais, é possível, segundo o especialista, obter um desbloqueio emocional, visto que a massagem e o sexo tântrico podem eliminar pensamentos dolorosos e traumas do passado que são capazes de gerar desequilíbrio nas emoções. Também há um despertar sexual, uma vez que praticantes do sexo e da massagem tântrica usam a energia sexual para fins fora do quarto, aplicando-a, por exemplo, na vida pessoal.

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E por ser um ato muito íntimo, a massagem faz com que os indivíduos passem a se conhecer mais, ou seja, há também uma melhora da autoestima .

Malefícios

Segundo o massoterapeuta tântrico, não existem males e nada que atente à saúde, porém, ele desaconselha a prática para pessoas em situações especificas. “A massagem tântrica é desaconselhada em situações em que o corpo não esteja em plenas condições, por exemplo, quando a temperatura corporal está acima de 38 °C. Também é contraindicado a utilização de vibradores na massagem em mulheres gestantes”, alerta.

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A massagem tântrica pode incluir a manipulação de órgãos genitais?

Após entender quais são os objetivos dessa massagem, muitas pessoas têm questões em relação à manipulação dos órgãos genitais. De acordo com Heringer, após o início da massagem, depois de sentir o corpo do parceiro estabelecendo uma conexão energética e se entregar ao momento, é possível passar a manusear o órgão genital do(a) parceiro(a).

No caso das mulheres , o estímulo sexual, que leva ao orgasmo, não significa que a massagem ou o sexo tântrico chegou ao fim, pois elas são capazes de terem múltiplos orgasmos durante uma mesma relação. “Essas ondas de prazer estão ligadas à capacidade orgástica dos genitais. Dessa forma, a sexualidade da pessoa se transforma, criando novas experiências em relação ao prazer”, clarifica.

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Como criar uma atmosfera para a massagem?

Antes colocar o tantra em prática, o especialista alerta que é de grande importância criar um ambiente que colabore com o ápice da entrega e do envolvimento no momento da massagem tântrica. “Por essa razão, a atmosfera deve ser tratada como prioridade tanto como a contemplação e a intenção”, conta João Heringer.

Sendo assim, confira como criar um clima perfeito para você colocar em prática a massagem tântrica:

Ambiente : deve ser aquele que agrada ambas as partes envolvidas. Comece desenvolvendo um espaço visando o conforto do casal, para se sentirem bem à vontade.

Música : o som é um condutor de emoções que potencializa sensações em todas as situações. Na atmosfera da massagem, a música funciona como segundo pilar. “Crie uma playlist especial e procure focar sempre nesses parâmetros: outro idioma, letras românticas e ritmos alternados”, indica o profissional.

Cheiro : velas aromáticas e incensos aguçam os sentidos, porém é importante se atentar às fragrâncias. Procure saber o que seu(sua) parceiro(a) gosta para que a experiência seja prazerosa para ambos.

Luz : segundo a cromoterapia, cores vermelhas ou alaranjadas tendem a se comunicar com os dois primeiros chacras, que possuem uma ligação com a libido. Invista em uma lâmpada vermelha ou velas nessa tonalidade.

Fonte: João Heringer , massoterapeuta tântrico com formação em Massoterapia, Hipnose e Tantra.

Fonte: IG Mulher

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10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina

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10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina
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10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina

Alguns hábitos são passados de mãe para filha e acabam se perpetuando durante muito tempo; outros, por sua vez, são difundidos através das mídias, como filmes e redes sociais, e passam, assim, a fazer parte do cotidiano de algumas pessoas. No entanto, isso não quer dizer que sejam corretos ou saudáveis.

Portanto, é preciso ter bastante atenção nos vícios presentes na nossa rotina, especialmente quando falamos sobre saúde íntima , já que certas práticas e produtos podem vir a afetar a região vaginal, causando infecções e interferindo até mesmo no prazer sexual .

Assim, para ajudar você a manter a vagina sempre saudável e bem cuidada, confira abaixo as recomendações das ginecologistas Mariana Betioli, fundadora da Inciclo, e Evelyn Prete sobre 10 itens que devem ficar bem longe da sua região íntima !

1 – Sabonetes

De acordo com Betioli, não devemos lavar a vagina com sabonetes comuns, pois assim evitamos irritações e não desequilibramos o pH vaginal. “Algo fundamental para ajudar na saúde íntima é limpar a região do jeito certo. Só que a limpeza nunca deve ser feita na parte interna”, afirma a médica.

Ela explica que a vagina é autolimpante. Portanto, o ideal é levar somente a vulva, ou seja, a área externa; quanto à parte interna, ela diz: “Só com água e os dedos, já é possível limpar bem entre os lábios internos e externos”.

Betioli ainda observa que, caso a pessoa queira, o sabonete deve ser usado em pouca quantidade somente na vulva e no chamado monte de vênus, onde nascem os pelos da região. Mas atenção: após a limpeza, é importante enxaguar e secar muito bem a área. Além disso, ela ainda orienta para o uso de sabonetes neutros: “Aqueles de glicerina ou feitos para os bebês são os mais indicados”.

2 – Duchas

Ainda que seja essencial higienizar a região íntima, a limpeza não deve ser feita em excesso ou de forma agressiva. A fundadora da Inciclo explica que as duchas vaginais, por exemplo, retiram a proteção da vagina. “Ao fazer a ducha, desequilibramos a flora vaginal e ainda levamos bactérias da vulva para dentro da vagina, favorecendo o surgimento de vários problemas de saúde”, aponta.

Para ela, esse tipo de prática tem a ver com o mito de que a vagina tem um cheiro ruim e, portanto, precisa ser lavada a todo momento.

“A vagina é constantemente associada ao odor de peixe. Não é coincidência você ir na farmácia e ter uma prateleira cheia de produtos de higiene íntima feminina, com aroma de flores e doces. Não existe nada parecido para a higiene íntima dos homens porque é algo culturalmente enraizado”, afirma a médica. No entanto, ela argumenta que apesar da região ter, sim, um odor particular, ele é totalmente normal.

Caso esse odor seja muito forte e acompanhado de coceira ou ardor, ou então haja a ocorrência de corrimentos, Betioli recomenda ter atenção e procurar ajuda de um especialista.

3 – Secar a urina de trás para frente

Prete comenta que desde muito cedo as meninas se acostumam a secar a região íntima no sentido equivocado, de trás para frente.

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Assim, a ginecologista ensina que o correto é sempre usar o papel higiênico de frente para trás, ou seja, no sentido da vagina para o ânus. “O contato do papel com a região do ânus pode trazer bactérias intestinais para a região da vagina, levando a infecções e desequilíbrio da flora vaginal”, esclarece Prete.

4 – Calcinhas de tecido sintético

Renda, elastano, lycra e microfibra estão entre os materiais mais usados na fabricação de roupas íntimas. Mas atenção: nem todos são grandes aliados da sua vagina! Por abafarem a região, os tecidos sintéticos podem ser bastante prejudiciais à saúde íntima.

“É importante manter a vulva arejada. Portanto, devemos evitar usar roupas apertadas, como calças jeans e se possível, preferir sempre calcinhas de algodão ou tecido respirável para ajudar na transpiração da região”, ressalta Betioli.

Para quem tem problemas maiores com umidade, dormir sem calcinha pode ser uma boa opção. Isso porque, de acordo com Betioli, “o hábito melhora a ventilação, evitando o acúmulo de fungos e o surgimento de casos de candidíase [infecção fúngica que tem como principais sintomas a coceira intensa e o corrimento], por exemplo.”

5 – Calças justas

Talvez, a geração Z não esteja tão errada em achar cringe usar calça skinny . Prete explica que, assim como ocorre com as calcinhas sintéticas, os modelos mais justos de calça também prejudicam a ventilação, a transpiração da região íntima e a manutenção da temperatura normal da genitália.

Além disso, a médica aponta que outro problema que esse tipo de calça pode gerar é o atrito, levando, assim, à formação de assaduras e ao escurecimento da região. “Dê preferência para tecidos leves e deixe para usar as calças mais justas e as jeans em dias que você for ficar um período curto fora de casa”, aconselha a ginecologista.

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6 – Absorventes descartáveis

Pois é! Está mais do que na hora de deixar de lado os absorventes descartáveis . Além de sustentáveis e econômicos a longo prazo, segundo Betioli, o coletor menstrual, o absorvente de pano e a calcinha absorvente são opções mais saudáveis para a região íntima.

“Os modelos mais populares do mercado – os absorventes descartáveis externo e interno – não são os mais indicados. O absorvente externo, assim como o protetor diário, possui camadas plásticas que não permitem a passagem de ar, criando um ambiente úmido e quente. Junto a isso, o sangue que fica em contato com a vulva começa a entrar em decomposição, o que também aumenta o risco de problemas”, afirma a responsável pela Inciclo.

Sobre os absorventes internos, a médica complementa dizendo que, quando inseridos no canal vaginal, esses produtos acabam sugando não só o sangue, mas também toda a umidade da vagina. Assim, o cenário torna-se favorável para a proliferação de bactérias indesejadas.

Para as curiosas de plantão, Betioli explica que o coletor menstrual é feito de silicone hipoalergênico, um material inerte e sem substâncias químicas, sendo, assim, benéfico para a saúde feminina, bem como os modelos de calcinhas absorventes e absorventes de pano que possuem tecidos respiráveis com tratamento antimicrobiano.

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7 – Comida

Sexo com doces pode até ser divertido nos filmes e séries de televisão, mas, na vida real, as consequências da brincadeira podem não valer a pena. Sorvete, chantilly, leite condensado, chocolate, vegetais, legumes ou qualquer outra comida não devem ser introduzidos ou passados na vagina.

“Sabemos que durante a relação sexual, as pessoas buscam inúmeras formas de se estimular e tornar a transa diferente. Mas, ao usar alimentos que (certamente) não foram feitos para a prática, você cria um risco de contaminação. As consequências disso são diversas, como possíveis reações alérgicas e mais infecções vaginais”, afirma Betioli.

Além disso, Prete também faz um alerta para a alimentação em si. Isso porque maus hábitos alimentares podem, sim, levar a problemas vaginais recorrentes. Ela pondera que o consumo excessivo de gordura, carboidratos e açúcares, além dos alimentos industrializados, pode causar o aumento da produção de bactérias na vagina, culminando com infecções como a candidíase.

8 – Químicos em geral

Desodorantes, lenços umedecidos, hidratantes e lubrificantes cheios de químicos. Todos esses produtos, quando inseridos na vagina, podem causar irritações e até mesmo dermatite na região. Portanto, mantenha-os longe!

“A vulva é muito delicada e tem uma fina camada gordurosa protetora que o lenço umedecido, por exemplo, acaba removendo, o que pode ressecar, irritar, causar coceiras e corrimentos incomuns. Químicos, de forma geral, são inimigos de uma boa saúde íntima”, aconselha Betioli.

9 – Calcinha pendurada no banheiro

Apesar de ser bastante prático lavar a calcinha no banho e deixá-la pendurada no banheiro, especialmente dentro do box, o hábito não é recomendado.

Prete explica que, quando deixamos a calcinha no banheiro, estamos expondo a peça à umidade, fazendo com que, consequentemente, fungos se acumulem no tecido; afinal, o toalete está entre os cômodos mais úmidos da casa.

Outro ponto levantado pela médica é a própria descarga. Isso porque, ao ser acionada, faz com que bactérias se espalhem pelo ambiente, podendo, assim, contaminar o tecido da calcinha.

10 – Longos períodos com biquínis molhados

Tal como deixar a calcinha secando no banheiro não é uma boa ideia por conta da umidade e de bactérias, ficar com o biquíni molhado por um longo intervalo de tempo também não é legal.

A peça úmida em contato direto com a região vaginal contribui para a proliferação de fungos, podendo causar candidíase. “Sempre que puder, ao sair da piscina ou da praia, troque o biquíni molhado por peças secas, para preservar sua saúde íntima”, aconselha a Prete.

A importância do autoconhecimento

Por fim, Betioli afirma ser fundamental conhecer o seu próprio corpo, pois assim será possível observar padrões e perceber quando algo não vai bem. “A saúde da mulher como um todo ainda é rodeada de tabus, e é necessário desconstruir isso. Não deixe de se consultar com uma ginecologista de confiança, fazer exames regulares e acompanhar de perto a sua saúde íntima”, conclui a especialista.

Fontes : Mariana Betioli, fundadora da marca de coletores menstruais Inciclo , é obstetriz, especialista em gravidez, parto e maternidade; Evelyn Prete, ginecologista e obstetra, com especialização em Medicina Fetal em andamento.

Fonte: IG Mulher

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