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Dólar tem pequena queda e fecha a R$ 5,26

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Em um dia com poucas notícias no mercado financeiro, o dólar começou a semana com pequena queda, após iniciar a sessão em alta. A bolsa operou próxima da estabilidade durante quase todo o dia, mas saltou no fim da tarde, impulsionada pelas commodities (bens primários com cotação internacional).

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (17) vendido a R$ 5,266, com recuo de 0,09%. A moeda norte-americana começou o dia em alta, chegando a R$ 5,32 na máxima do dia, por volta das 10h.

Com o início das negociações nos Estados Unidos, a cotação arrefeceu, até fechar em leve baixa. A divisa acumula recuo de 3,05% em maio e alta de 1,5% em 2021.

No mercado de ações, o índice Ibovespa fechou o dia aos 122.903 pontos, com alta de 0,84%. O indicador ganhou fôlego à tarde, impulsionado pela valorização de empresas ligadas a commodities.

O mercado financeiro teve um dia de tranquilidade em todo o planeta, com os investidores dispostos a investir em países emergentes, enquanto esperam a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Banco Central norte-americano), que será apresentada na sexta-feira (21). Paralelamente, a entrada de divisas decorrentes da exportação da safra de grãos e de minérios segurou a cotação do dólar no Brasil.

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* Com informações da Reuters

Edição: Denise Griesinger

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Veja os números da Mega-Sena desta quarta (23), com prêmio de R$ 2,5 milhões

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Fernanda Capelli

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2383 da Mega-Sena nesta quarta-feira (26). O prêmio de R$ 2,5 milhões poderá ser distribuído entre um ou mais jogadores que acertarem as seis dezenas. Confira o resultado :   

13 – 15 – 16 – 20 – 40 – 41  


Como participar do próximo sorteio?

O próximo concurso da Mega acontece neste sábado (23), às 20h. É possível apostar até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa do país. 

Também é possível apostar pela internet. O bilhete simples da Mega-Sena, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Como apostar online na Mega-Sena?

Para aqueles que apostarem pela internet, não é possível optar pela aposta mínima, de R$ 4,50. No site da Caixa , o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja com uma única aposta ou mais de uma.

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Para fazer uma aposta maior, com 7 números, dando uma maior chance de ganhar, o preço sobe para R$ 31,50. Outra opção para atingir o preço mínimo é fazer sete apostas simples, que juntas têm o mesmo valor, R$ 31,50. Além disso, os bolões, disponíveis online, são outra opção viável.

Como funciona a Mega-Sena?

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e o vencedor pode receber milhões de reais se acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem pelo menos duas vezes por semana – geralmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, conhecidas como Quadra e Quina , respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha . Esse modelo consiste na escolha automática, realizada pelo sistema, das dezenas jogadas. 

Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, conhecida como Teimosinha.

Premiação

Os prêmios costumam iniciar em, aproximadamente, R$ 3 milhões para quem acertar as seis dezenas. Dessa forma, o valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. 

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Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante.

O prêmio total da Mega corresponde a 43,35% da arrecadação. Deste valor:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados;
  • 19% entre os acertadores de cinco números (Quina);
  • 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra);
  • 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos terminados em zero ou cinco; e
  • 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

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Mortes de bancários da Caixa mais que triplicam na pandemia, diz Dieese

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Redação 1Bilhão Educação Financeira

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A quantidade de óbitos entre bancários da Caixa Econômica Federal mais que triplicou. É o que revela um estudo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos ( Dieese ) a pedido da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa ( Fenae ). De acordo com o levantamento, o percentual de aumento de mortes de empregados do banco público chega a 254% quando comparados os primeiros quadrimestres de 2020 e 2021.

De janeiro do ano passado a abril deste ano, 108 trabalhadores da Caixa perderam a vida.

Embora o estudo não atribua todos os óbitos à contaminação por coronavírus , a quantidade de mortes de trabalhadores da estatal cresceu exponencialmente durante a pandemia : foram 46 falecimentos nos primeiros quatro meses deste ano contra 13 no mesmo período de 2020. O aumento (254%) é mais que 70% superior ao índice geral de óbitos no universo bancário (147%), nestes períodos.


De janeiro do ano passado a abril deste ano, um total de 108 empregados da Caixa perderam a vida. Quando considerados os demais bancos, este quantitativo chega a 531. “Não se pode fechar os olhos para mais de 100 bancários da Caixa mortos em pouco mais de um ano. Só nos quatro primeiros meses de 2021, perdemos 46 colegas”, lamenta o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

“São 46 famílias que ficaram sem seus parentes: trabalhadores que se dedicaram a servir ao país e faleceram nesta terrível realidade enfrentada pelos empregados da Caixa e pelos brasileiros”, acrescenta.

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O estudo do Dieese mostra também que o maior pico de mortes de bancários da Caixa ocorreu no último mês de abril: 16 óbitos. “Desde o início da pandemia, os empregados da Caixa permanecem empenhados no pagamento do auxílio emergencial e de outros benefícios sociais para mais da metade da população, mesmo expostos a altos riscos de contágio”, observa Takemoto.

“Estes dados comprovam que têm custado vidas o afrouxamento das normas sanitárias por parte da direção do banco, a ocorrência de filas e aglomerações em agências por conta da falta de planejamento do governo e do pagamento centralizado do auxílio emergencial na Caixa e, especialmente, o descaso do Executivo federal pelos reiterados pedidos de vacinação dos bancários”, pontua o presidente da Fenae.

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Vacinação


Em abril do ano passado, o Decreto 10.329 incluiu os serviços bancários entre as atividades essenciais no país. Desde então, os empregados da Caixa pedem ao governo para entrar no grupo de vacinação prioritária pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com Takemoto, só este ano a Fenae enviou dois ofícios ao Ministério da Saúde reforçando o pedido. “Os bancários estão mais suscetíveis à contaminação pela covid-19 dado o atendimento ocorrer em ambiente fechado, com manipulação de cédulas e documentos que passam por várias pessoas”, ressalta.

Na última semana, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 1011/2020, incluindo os trabalhadores da Caixa Econômica e de outros bancos no grupo prioritário de vacinação contra a covid-19 pelo SUS. A decisão dos deputados atendeu a reiterados pedidos feitos ao governo federal e à direção da Caixa, desde o início da pandemia, tanto pela Fenae quanto por outras entidades representativas da categoria. O PL seguiu à votação no Senado.

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“Os trabalhadores da Caixa se mostraram essenciais ao país. Vamos continuar batalhando pela aprovação do projeto de lei pelos senadores, em defesa da vacina para todos, em defesa da vida”, afirma Takemoto, ao chamar a atenção para os primeiros resultados do “Dossiê Covid” entre os bancários da estatal.

De acordo com o levantamento, cerca de 70% dos empregados do banco público ouvidos na pesquisa “Covid-19 como uma doença relacionada ao trabalho” atuam em agências e outras unidades da empresa onde faltam ventilação, janelas ou abertura para o ambiente externo. Os bancários também informam que há contato próximo com colegas e clientes, em menos de dois metros de distância. Há, ainda, registros de falta de máscaras em número suficiente para trocas periódicas.

O dossiê é produzido por pesquisadores das universidades de São Paulo (USP), Estadual Paulista (Unesp) e Federal do Pará (UFPA) por meio de acordo de cooperação entre a Fenae e a Associação de Saúde Ambiental e Sustentabilidade (Asas). Na Caixa, 628 trabalhadores já foram entrevistados pela pesquisa nacional, cujo objetivo é dar visibilidade à relação entre a atividade profissional e o adoecimento por contaminação pela covid-19.

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