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Comitê do SUS contraindica cloroquina, ivermectina e azitromicina contra a Covid

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Comitê do SUS emite documento contraindicando cloroquina e ivermectina no tratamento da Covid-19
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Comitê do SUS emite documento contraindicando cloroquina e ivermectina no tratamento da Covid-19

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) desaprova o uso de medicamentos com ineficácia comprovada contra Covid-19, como cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina, em ambientes hospitalares. É a primeira vez que há um posicionamento contrário do Ministério da Saúde em relação ao uso dessas drogas.

Apesar disso, a pasta não traz orientações contra o “kit Covid”, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro como tratamento precoce mesmo sem evidências científicas.

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Segundo o documento, não há evidências de que o uso, isolado ou junto a outros medicamentos, beneficie o tratamento da Covid-19. O parecer foi divulgado pela “Folha de S.Paulo” e obtido pelo GLOBO.

“Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, diz o documento.

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Já outros remédios, como o corticoesteroide dexametasona, além de anticoagulantes, são recomendados em casos específicos e dentro do ambiente hospitalar.

Fonte: IG SAÚDE

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Empresa indiana lança teste de Covid-19 para ser feito em casa

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Empresa indiana lança teste de Covid-19 que pode ser feito em casa
Fusion Medical Animation/Unsplash

Empresa indiana lança teste de Covid-19 que pode ser feito em casa

O CoviSelf, lançado no início de junho, e é o primeiro teste para Covid-19 que pode ser realizado em casa aprovado na Índia. A tecnologia foi desenvolvida por uma pequena startup do país, que tem mais de 1,3 bilhão de habitantes e que foi muito afetado pela pandemia.

Atualmente, a Índia registra cerca de 30 milhões de infecções e mais de 350 mil mortes, segundo dados oficiais. Os números, no entanto, podem ser muito maiores por causa da falta de testes de diagnóstico e subnotificação de mortes, dizem especialistas.

O teste, vendido a 250 rupias, o equivalente a US$ 3,40, pode aliviar os laboratórios e melhorar o registro de casos, afirma a Mylab Discovery Solutions, a startup que criou a tecnologia.

Fonte: IG SAÚDE
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Profissionais da educação aprovam programas de saúde e segurança no trabalho da Seduc

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Sensação de estarem sendo acompanhados de perto em relação à saúde e segurança do trabalho. Os servidores definiram dessa maneira o que sentiram após serem atendidos pela equipe multidisciplinar do Programa de Educação para Redução do Absenteísmo (ERA) e Plano Estadual de Readaptação do Servidor da Educação (Perpe), da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), na quinta (10.06) e sexta-feira (11.06), em Diamantino.

Os atendimentos ocorreram na Diretoria Regional de Educação (DRE), sendo ofertados aos profissionais de ensino que trabalham nas 46 unidades de ensino dos 12 municípios que compõem aquele polo: Diamantino, Nova Maringá, Santa Rita do Trivelato, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Nobres, Rosário Oeste, Arenápolis, Alto Paraguai, Nortelândia, Santo Afonso e Nova Marilândia.

“Esses programas são muito interessantes porque proporcionam, de fato, uma oportunidade para quem está em readaptação. Por serem 12 meses, dá tempo de fazer o acompanhamento dos problemas que levaram ao servidor a essa situação”, disse a professora de informática Silvia de Paula Giacomini, de 42 anos.

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A educadora leciona na Escola Estadual Nilce Maria de Magalhães, em Diamantino, e sofre de depressão com sintomas de fibromialgia. Está em readaptação há três anos. “O que queremos é a volta à nossa função de origem, o servidor quer melhorar. Com o Perpe, eu me sinto assistida pela Seduc”, falou.

Diretora da EE Nilce Maria de Magalhães, Vanessa Michelly de Moraes considera que os dois programas são importantes e adequados para o servidor público da educação, cujos cuidados devem passar pelas partes física e emocional.

“O ERA, por exemplo, vem com esse intuito de prevenção, o que vai ajudar muito quem trabalha nas unidades. O aspecto psicológico também conta bastante, lidamos com alunos, com pais, existe esse aspecto que precisa ser considerado. Esse é um programa que queríamos muito que acontecesse”, declarou.

ERA e Perpe

O Programa ERA e o Perpe são executados por profissionais do Comitê Setorial de Saúde e Segurança do Trabalho da Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas da Seduc. A equipe é formada por psicólogo, assistente social, educador físico, psicomotricista, enfermeiro, engenheiro de segurança do trabalho, nutricionista, fonoaudiólogo e fisioterapeuta.

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O principal objetivo das duas iniciativas é diminuir a quantidade de profissionais afastados de suas funções: enquanto o ERA se concentra na prevenção e intervenção, o Perpe tem como foco o monitoramento da saúde do servidor e sua reabilitação.

Fonte: GOV MT

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